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3557: Arquiteto De Soluções On-Premises

mazzatech

Remoto BR
Engenharia Analista de Sistemas Relações Públicas

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Engenharia (+10) Analista de Sistemas (+10) Relações Públicas (+10)

Tempo: indeterminado 

Local: hibrida ou remota 

Será responsável por definir, revisar e evoluir a arquitetura de aplicações corporativas críticas que suportam operações essenciais de negócio. Atuará em iniciativas estratégicas de modernização tecnológica, integração de sistemas e evolução de aplicações enterprise, contribuindo para a construção de soluções escaláveis, resilientes e sustentáveis em ambientes complexos do setor financeiro.
Trabalhará lado a lado com equipes de desenvolvimento, infraestrutura, banco de dados, segurança e negócio, fornecendo liderança técnica e direcionamento arquitetural para produtos e plataformas estratégicas.

Requisitos:
Inglês avançado para comunicação profissional.
Experiência em Arquitetura de Soluções, Arquitetura de Aplicações ou Engenharia de Software Enterprise.
Experiência sólida em arquitetura de aplicações corporativas em ambientes on-premises.
Forte conhecimento em desenvolvimento de software corporativo e integração de sistemas.
Experiência na definição de padrões, frameworks e boas práticas de arquitetura.
Vivência com sistemas críticos de grande porte e alta disponibilidade.
Conhecimento em modernização de aplicações e transformação de ambientes legados.
Experiência trabalhando com equipes multidisciplinares de tecnologia e negócio.
Capacidade de conduzir decisões técnicas estratégicas e avaliações arquiteturais.
Conhecimento em arquitetura escalável, resiliente e segura.
 
Diferencial:
Experiência em instituições financeiras, bancos, fintechs, seguradoras, asset managers ou wealth managers.
Atuação prévia em empresas globais de consultoria.
Experiência com modernização de sistemas legados.
Conhecimento em plataformas de middleware e integração corporativa.
Experiência com ecossistemas de APIs e arquitetura orientada a serviços.
 
Diferenciais: 
Experiência em serviços financeiros, especialmente Wealth & Asset Management;

Responsabilidades:
Será responsável por liderar a evolução arquitetural de aplicações corporativas críticas, garantindo alinhamento com as necessidades de negócio e os princípios de governança tecnológica da organização.
Definir, revisar e evoluir a arquitetura de aplicações corporativas estratégicas.
Criar soluções escaláveis, resilientes, seguras e de fácil manutenção.
Estabelecer padrões arquiteturais e direcionamento técnico para equipes de desenvolvimento.
Conduzir fóruns de revisão arquitetural e suporte à tomada de decisão técnica.
Trabalhar em conjunto com equipes de desenvolvimento, infraestrutura, banco de dados, segurança e negócio.
Definir estratégias de integração entre sistemas corporativos.
Apoiar iniciativas de modernização de aplicações e transformação de sistemas legados.
Avaliar tecnologias, plataformas e soluções para suportar os objetivos da organização.
Identificar riscos técnicos, dependências e oportunidades de melhoria contínua.
Garantir aderência aos padrões corporativos de arquitetura, segurança e governança.
Contribuir para a evolução da arquitetura corporativa e sustentabilidade tecnológica de longo prazo.
Apoiar iniciativas estratégicas de crescimento e transformação do ambiente tecnológico.
 

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Sobre a área de Engenharia

A Engenharia de Software vai além do desenvolvimento tradicional, focando em escalabilidade, performance e arquitetura de sistemas. Engenheiros de software são responsáveis por projetar infraestruturas que suportam milhões de usuários simultâneos.

As habilidades incluem arquitetura de microsserviços, DevOps, cloud computing, segurança de aplicações e otimização de performance. Conhecimento em containerização (Docker, Kubernetes) e CI/CD é cada vez mais exigido.

Engenheiros de software sênior são profissionais raros e muito bem remunerados, com oportunidades em grandes tech companies globais.

Sobre a área de Analista de Sistemas

O Analista de Sistemas é o profissional responsável por analisar, projetar e implementar soluções de tecnologia que atendam às necessidades do negócio. Ele atua como ponte entre as área de negócio e o time de desenvolvimento, garantindo que os sistemas entreguem valor real para a organização.

As principais habilidades incluem levantamento e análise de requisitos, modelagem de processos (BPMN), modelagem de dados, documentação técnica e funcional, integração de sistemas (APIs, microsserviços), e conhecimento de ERPs e CRMs. Ferramentas como Jira, Confluence, Visio e plataformas de gestão de projetos são essenciais.

Analistas de Sistemas em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam análise de requisitos ágeis (user stories, backlog), integração de sistemas e arquitetura de soluções. A área oferece oportunidades desde analista júnior até arquiteto de soluções, com foco em eficiência, qualidade e inovação tecnológica.

Sobre a área de Relações Públicas

A área de Relações Públicas (RP) é focada na gestão da reputação, imagem e comunicação de uma organização com seus diversos públicos de interesse (como clientes, investidores, colaboradores, mídia e comunidade). Profissionais de RP desenvolvem estratégias de comunicação corporativa, gerenciam o relacionamento com a imprensa (assessoria de imprensa), organizam eventos institucionais e atuam na prevenção e gestão de crises de imagem.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Engenheiro de Automação

O Engenheiro de Automação é o profissional responsável por projetar, desenvolver e implementar soluções que automatizam processos manuais e repetitivos em TI, infraestrutura, testes e operações. Ele combina conhecimento de programação com visão de DevOps e SRE para eliminar tarefas manuais e aumentar a eficiência operacional.

As principais habilidades incluem Infrastructure as Code (Terraform, Ansible, Pulumi), CI/CD (Jenkins, GitHub Actions, GitLab CI), automação de testes (Selenium, Cypress, Playwright), automação de rede (Netconf, SDN), RPA (UiPath, Power Automate) e scripting (Python, Bash, PowerShell). Conhecimento de Kubernetes, GitOps (ArgoCD, Flux) e plataforma de automação é diferencial.

Engenheiros de Automação em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem criar pipelines de deploy automatizados, infraestrutura auto-healing e plataformas internas de desenvolvimento (IDP). A área oferece oportunidades desde automation engineer júnior até automation architect e head of automation.

Sobre a área de Conteúdo

A área de Conteúdo e Social Media é essencial para construir presença digital e engajamento com audiências. Profissionais criam estratégias de conteúdo, gerenciam redes sociais e desenvolvem narrativas de marca impactantes.

As principais habilidades incluem copywriting, storytelling, gestão de comunidades, análise de métricas, produção audiovisual e conhecimento de algoritmos de cada plataforma.

Com o crescimento do marketing de influenciamento e do commerce via social, essa área continua gerando novas oportunidades de carreira.

Sobre a área de Ecommerce Manager

O Ecommerce Manager é o profissional responsável por toda a gestão estratégica e operacional de lojas virtuais e marketplaces. Ele lidera equipes, define estratégias de preço, promoção e catálogo, e acompanha a performance de vendas online em múltiplas plataformas.

As principais habilidades incluem gestão de catálogo, pricing dinâmico, campanhas sazonais (Black Friday, Cyber Monday), gestão de marketplace (Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu), tráfego pago, CRO e gestão de equipe. Conhecimento de Shopify, VTEX, WooCommerce, Google Ads, Meta Ads e métricas de performance é diferencial.

Ecommerce Managers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam gestão multi-marketplace, otimização de checkout e estratégias de mobile commerce. A área oferece oportunidades desde gerente de ecommerce até diretor de vendas online, com foco em receita, experiência do cliente e crescimento.

Sobre a área de Desenvolvimento Mobile

O Desenvolvimento Mobile é uma das áreas mais dinâmicas e em constante evolução do mercado de tecnologia. Com bilhões de dispositivos smartphones no mundo, a demanda por desenvolvedores mobile qualificados continua crescendo exponencialmente.

As principais stacks incluem Flutter (Dart), React Native (JavaScript/TypeScript), Kotlin (Android nativo), Swift (iOS nativo) e frameworks híbridos como Ionic e Capacitor. Conhecimento de arquitetura mobile (MVVM, Clean Architecture), CI/CD mobile (Fastlane, Bitrise, Codemagic) e publicação em App Store/Google Play são essenciais.

Desenvolvedores mobile sênior são profissionais muito valorizados, com salários competitivos e muitas oportunidades de trabalho remoto para empresas internacionais. A especialização em cross-platform ou nativo é uma decisão estratégica de carreira.

Sobre a área de Analista de Tráfego

O Analista de Tráfego (especialista em mídia paga/performance) é o profissional responsável por criar, gerenciar e otimizar campanhas de anúncios patrocinados em plataformas digitais como Google Ads, Meta Ads, LinkedIn Ads e TikTok Ads. Ele acompanha métricas de conversão, analisa o retorno sobre investimento (ROAS), realiza testes A/B em anúncios e landing pages, e gerencia o orçamento de marketing para maximizar a captação de leads e vendas qualificadas.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.