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Analista De Pós-Obra – Manutenção

fgempreendimentos

Presencial Balneário Camboriú, SC, BR
Product Owner

Score da Vaga

80 pontos
Modelo presencial (+70) Product Owner (+10)

A FG Empreendimentos, referência em empreendimentos de alto padrão, está em busca de um(a) Analista de Pós-Obra – Manutenção para integrar seu time.

Buscamos um(a) profissional analítico, organizado, proativo e com visão técnica, que será responsável por acompanhar demandas de manutenção, reformas e conservação dos imóveis e estruturas que fazem parte do patrimônio da FG.

Responsabilidades:

  • Elaborar laudos, relatórios e pareceres técnicos relacionados a dações, opportunities, distratos e demais demandas;
  • Realizar vistorias e inspeções técnicas nos imóveis e estruturas da empresa;
  • Elaborar levantamentos, quantitativos e orçamentos para reformas, reparos e manutenções;
  • Acompanhar e controlar chamados e demandas de manutenção;
  • Planejar e acompanhar cronogramas de serviços;
  • Acompanhar reformas, manutenções e serviços executados por prestadores;
  • Orientar tecnicamente equipes operacionais e prestadores;
  • Identificar patologias e propor soluções técnicas;
  • Acompanhar as manutenções dos plantões, escritórios, moradias e demais estruturas da FG;
  • Contribuir para a conservação, manutenção e gestão do patrimônio da empresa.

Requisitos: 

  • Ensino superior completo em Engenharia Civil;
  • Vivência em obras, manutenção predial, assistência técnica ou áreas correlatas;
  • Conhecimento em AutoCAD e Excel;
  • Conhecimento em leitura e interpretação de projetos;
  • Experiência com elaboração de laudos e relatórios técnicos;
  • Conhecimento em patologias das edificações e manutenção predial;
  • Boa comunicação verbal e escrita;

Diferenciais:

  • Experiência com daciones, opportunities e distratos;
  • Vivência com reformas e manutenção de imóveis;
  • Conhecimento em sistemas construtivos, impermeabilização e recuperação de patologias;
  • Conhecimento de normas técnicas aplicáveis à construção civil.


⚠️INFORMAÇÕES IMPORTANTES! ⚠️

Essa vaga também é elegível para candidatura de pessoas com deficiência (PcDs)

Regime de Contratação: CLT

Modelo de Trabalho: Vaga 100% presencial em Balneário Camboriú/SC.

Horário de Trabalho: De segunda à sexta-feira, das 08h às 12h e de 13h à 17h30.

Benefícios/ Facilidades - CLT:
🛒    Vale Alimentação  - R$ 42,00 ao dia útil trabalhado (Disponível pelo Cartão Flash) - sem desconto em folha;
🚌    Vale transporte via Viação Praiana (Opcional e com desconto de 6%);
💊    Plano de Saúde Unimed - APS Regional (opcional) – Após 3 meses de experiência. A empresa custeia 80% da mensalidade do titular (sendo você responsável pelo pagamento de 20% da mensalidade e mais a coparticipação);
🦷    Plano Odontológico – UniOdonto (opcional) de R$24,00 mensais - Após 3 meses de experiência;
🏋🏽   Parceria com academia Wave - desconto no convênio e subsidio por parte da empresa;
🎈   Dayoff Aniversário;
🚗   Estacionamento gratuito; 
👷🏽    Uniforme e EPIs;
🤍    Seguro de vida;
🤑    PPR - Programa de Participação de Resultados - Conforme acordo coletivo;
⏳    Quinquênio (a cada cinco anos de trabalho, um salário de bonificação);
🤝    Desconto com empresas parceiras;
🦋    Atendimento de Saúde Integral (Plataforma HSPW): apoio psicológico, nutricional e orientação financeira aos colaboradores, sem limites de uso;

 

Se você possuiu os requisitos necessários e está de acordo com as condições da vaga, inscreva-se agora e venha fazer parte de nossa equipe!

 

⚠️ Em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), os currículos permanecem armazenados por até 6 meses e são descartados de forma segura após esse período.

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Sobre a área de Product Owner

O Product Owner (PO) é o profissional responsável por maximizar o valor do produto entregue pelo time de desenvolvimento. Ele atua como a voz do cliente e dos stakeholders, gerenciando e priorizando o backlog do produto, definindo histórias de usuário claras e garantindo que o time trabalhe nos itens mais valiosos para o negócio.

As principais habilidades incluem gestão de backlog, escrita de histórias de usuário, priorização (Mascow, RICE), metodologias ágeis (Scrum, Kanban) e comunicação com stakeholders. Conhecimento em ferramentas como Jira, Trello, Azure DevOps e Miro é essencial.

Product Owners são profissionais altamente demandados no mercado de tecnologia, atuando de forma colaborativa com Scrum Masters, Product Managers e times de engenharia para impulsionar a agilidade e a entrega de valor contínuo.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Content Writer

O Content Writer é o profissional responsável por criar conteúdo escrito de qualidade para sites, blogs, redes sociais e outras plataformas digitais. Ele combina habilidades de escrita com estratégia de conteúdo e SEO para atrair, engajar e converter audiências.

As principais habilidades incluem criação de conteúdo para blogs, landing pages, newsletters e redes sociais, pesquisa de palavras-chave, estratégia de conteúdo, calendário editorial e SEO writing. Conhecimento de WordPress, Surfer SEO, Ahrefs e ferramentas de analytics é diferencial.

Content Writers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem criar conteúdo técnico acessível, evergreen content e conteúdo que gera tráfego orgânico. A área oferece oportunidades desde content writer júnior até head of content, com foco em qualidade, estratégia e performance de conteúdo.

Sobre a área de Suporte Técnico

O Suporte Técnico é essencial para garantir a satisfação e retenção de clientes. Profissionais de suporte resolvem problemas técnicos, documentam soluções e identificam padrões que podem levar a melhorias no produto.

As principais habilidades incluem troubleshooting, atendimento ao cliente, documentação técnica, conhecimento de ITIL e ferramentas de ticketing (Zendesk, Freshdesk, Intercom).

O suporte técnico evoluiu de uma função reativa para proativa, com profissionais de alto nível atuando em Customer Engineering e Support Engineering.

Sobre a área de Frontend

A área de Frontend é responsável por criar as interfaces visuais com as quais os usuários interagem em sites e aplicações web. Profissionais de frontend combinam habilidades técnicas com design para entregar experiências digitais intuitivas, responsivas e acessíveis.

As principais habilidades incluem HTML, CSS, JavaScript/TypeScript, frameworks como React, Angular e Vue, ferramentas de build (Webpack, Vite), CSS (Tailwind, Sass), testes (Jest, Cypress) e conhecimento de performance web e acessibilidade (WCAG). Familiaridade com design systems e componentes reutilizáveis é diferencial.

Desenvolvedores Frontend em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam React, Next.js, performance web e acessibilidade. A área oferece oportunidades desde desenvolvedor júnior até arquiteto frontend, com foco em experiência do usuário, performance e qualidade de código.

Sobre a área de Gestor de Tráfego

O Gestor de Tráfego é o profissional responsável por planejar, executar e otimizar campanhas de mídia paga em diversas plataformas digitais. Com a competitividade do mercado digital, profissionais de tráfego pago são essenciais para gerar leads qualificados e maximizar o retorno sobre investimento em publicidade.

As principais habilidades incluem gestão de campanhas em Google Ads, Meta Ads, LinkedIn Ads e TikTok Ads, planejamento de mídia, análise de métricas (ROAS, CPA, CPC, CTR), A/B testing, remarketing e criação de landing pages. Ferramentas como Google Analytics, Google Tag Manager, Hotjar e plataformas de automação são essenciais.

Gestores de tráfego em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam performance marketing, otimização de funil de conversão e estratégias de escala. A área oferece oportunidades desde analista de mídia até diretor de performance, com foco em crescimento, eficiência de verba e retorno sobre investimento.

Sobre a área de Ecommerce Manager

O Ecommerce Manager é o profissional responsável por toda a gestão estratégica e operacional de lojas virtuais e marketplaces. Ele lidera equipes, define estratégias de preço, promoção e catálogo, e acompanha a performance de vendas online em múltiplas plataformas.

As principais habilidades incluem gestão de catálogo, pricing dinâmico, campanhas sazonais (Black Friday, Cyber Monday), gestão de marketplace (Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu), tráfego pago, CRO e gestão de equipe. Conhecimento de Shopify, VTEX, WooCommerce, Google Ads, Meta Ads e métricas de performance é diferencial.

Ecommerce Managers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam gestão multi-marketplace, otimização de checkout e estratégias de mobile commerce. A área oferece oportunidades desde gerente de ecommerce até diretor de vendas online, com foco em receita, experiência do cliente e crescimento.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

Mercado de Desenvolvimento Back-End

Mercado de Desenvolvimento Back-End: Barreiras, Oportunidades e o Caminho para o Topo

Nos bastidores de toda aplicação brilhante, inteligência artificial revolucionária ou fintech de sucesso, existe um ecossistema invisível e robusto. Bem-vindo ao universo do Back-End.

O Paradoxo do Back-End Atual: A IA roubou os empregos?

Com a ascensão de ferramentas como o GitHub Copilot e o Cursor, muitos desenvolvedores juniores se perguntam se a carreira de Back-End está ameaçada. A resposta curta é: não. Na verdade, ela evoluiu.

A Inteligência Artificial tornou a escrita de código "CRUD" (Create, Read, Update, Delete) trivial. No entanto, o mercado não paga mais salários de seis dígitos em dólar para quem apenas escreve código repetitivo. O mercado global busca Engenheiros de Software. Profissionais que entendem de arquitetura, resiliência, latência e escalabilidade. O Back-End não morreu; a barra de exigência apenas subiu.

Barreiras de Entrada: O que separa os Juniores dos Seniores

Ingressar no desenvolvimento Back-End hoje exige ultrapassar algumas barreiras técnicas que vão muito além de dominar uma linguagem de programação (como Java, C#, Go ou Python). As principais barreiras incluem:

  • System Design (Arquitetura de Sistemas): Saber como desenhar um sistema que suporta 100 usuários é fácil. Desenhar um que suporta 1 milhão de requisições por segundo requer conhecimento profundo em balanceamento de carga, cache (Redis/Memcached) e filas (RabbitMQ/Kafka).
  • Complexidade de Dados: O debate não é mais apenas "SQL vs NoSQL". É sobre modelagem de dados, replicação, *sharding* e como evitar gargalos de banco de dados em sistemas distribuídos.
  • Segurança: Com vazamentos de dados custando milhões, empresas exigem que o desenvolvedor domine práticas de segurança desde o dia zero. Não conhecer as vulnerabilidades listadas pela OWASP Top 10 é um critério de eliminação em vagas premium.
  • Cultura DevOps e Cloud: O desenvolvedor Back-End moderno precisa entender de conteinerização (Docker), orquestração (Kubernetes) e infraestrutura em nuvem (AWS, GCP, Azure).

Oportunidades de Ouro: Onde está o dinheiro?

Para aqueles que superam essas barreiras, o mercado é um oceano azul de oportunidades, especialmente para trabalho remoto (US/Global Remote).

  • Migração para Microsserviços e Serverless: Gigantes corporativas continuam desmembrando monolitos legados. Profissionais que entendem os padrões descritos por Martin Fowler são disputados a tapa.
  • Linguagens de Alta Performance: Enquanto linguagens tradicionais mantêm sua força corporativa, o uso de Go (Golang) e Rust disparou para sistemas que exigem concorrência altíssima e baixo consumo de memória (Green Computing).
  • Infraestrutura de Inteligência Artificial: Modelos de IA não rodam no vácuo. Existe uma demanda gigantesca por engenheiros Back-End em Python e C++ para construir os pipelines de dados (MLOps) e as APIs que servem esses modelos em tempo real.

Cases de Sucesso: Decisões Arquiteturais que Mudaram o Jogo

A verdadeira engenharia Back-End brilha na resolução de problemas impossíveis. Vejamos exemplos reais do mercado:

O Caso Discord (Migração para Rust): O Discord enfrentava picos de latência em seu serviço principal de estados de leitura, originalmente escrito em Go. Devido ao *Garbage Collector* do Go causar travamentos milissegundos críticos, a equipe reescreveu o serviço em Rust, eliminando completamente os picos de latência e suportando trilhões de mensagens com eficiência absurda. Isso provou o valor de escolher a ferramenta certa para o limite da performance.

O Caso Netflix (Pioneirismo em Microsserviços): A Netflix transformou um sistema monolítico que quebrava sob pressão em uma arquitetura de milhares de microsserviços geridos de forma independente. Eles criaram o conceito de *Chaos Engineering* (Engenharia do Caos), desligando servidores de propósito em produção para garantir que o Back-End fosse resiliente a falhas.

Dicas Práticas: Como conquistar vagas gringas e premium

  1. Domine os Fundamentos: Antes de aprender o framework da moda, estude estruturas de dados, algoritmos e complexidade de tempo (Notação Big-O). Isso é o que será cobrado em entrevistas técnicas de alto nível (*Whiteboard interviews*).
  2. Construa um Portfólio Focado em Problemas: Um repositório no GitHub com um "To-Do List" não impressiona. Construa uma API que faça processamento assíncrono de imagens, crie um encurtador de URLs em escala ou um sistema de mensageria usando WebSockets e Redis.
  3. Estude Cloud de Verdade: Tire certificações baseadas em soluções (como AWS Certified Developer ou Solutions Architect). Isso serve como um "Selo de Garantia" para sistemas de recrutamento ATS em empresas estrangeiras.
  4. Inglês Técnico é Inegociável: Segundo a Stack Overflow Developer Survey, as vagas com as maiores compensações exigem colaboração global assíncrona. Seu código e sua documentação devem ser nativamente em inglês.

Veredito: Vale a pena ingressar na carreira de Back-End?

Com certeza absoluta. Se você é uma pessoa analítica, que gosta de resolver quebra-cabeças complexos e se importa com a segurança e a eficiência das coisas que ninguém vê, o Back-End é o seu lugar.

É uma carreira à prova de modismos visuais. Enquanto as bibliotecas de Front-End mudam a cada poucos anos, os fundamentos de bancos de dados relacionais, redes e sistemas operacionais permanecem os mesmos. É uma base sólida para uma carreira altamente lucrativa e globalizada.