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Analista De Parcerias

Skydropx

Híbrido Curitiba
Sem Categoria

Score da Vaga

80 pontos
Modelo híbrido (+80)

Responsabilidades:

  • Mapear mercados, segmentos e oportunidades de negócio, com foco nos setores de seguros e fintechs.

  • Identificar, prospectar e desenvolver potenciais parceiros e canais de aquisição de novos negócios.

  • Analisar concorrentes, tendências e modelos de negócio para identificar oportunidades de crescimento e monetização.

  • Estruturar e validar novas oportunidades de negócio, desde a análise de viabilidade até a implementação e acompanhamento dos resultados.

  • Definir, acompanhar e aprimorar métricas e indicadores de desempenho para avaliar o potencial e a evolução do produto.

  • Realizar testes e experimentos para validar hipóteses, identificar oportunidades e otimizar os resultados.

  • Trabalhar em conjunto com as áreas internas para viabilizar iniciativas, desenvolver soluções e acelerar a entrada do produto no mercado.

Requisitos:

  • Desenvolvimento de mercado e novos negócios: conhecimento em mapeamento de mercado, identificação de oportunidades, prospecção e construção de novos canais de negócio.

  • Análise de mercado e modelos de negócio: capacidade de analisar mercados, concorrentes, tendências.

  • Gestão de pipeline e parcerias: conhecimento de funil de negócios, CRM, prospecção, negociação e acompanhamento de oportunidades e parceiros.

  • Diferenciais:

    • Perfil empreendedor e capacidade de construir do zero: autonomia para atuar em ambientes pouco estruturados, criar processos e testar novas abordagens.

    • Pensamento analítico e estratégico: capacidade de transformar informações de mercado e dados em hipóteses, decisões e oportunidades concretas.

    • Orientação a resultados e execução: foco em transformar oportunidades identificadas em negócios, parcerias e resultados mensuráveis.

    • Curiosidade e capacidade de aprendizado: interesse genuíno em entender novos mercados, modelos de negócio e diferentes perfis de clientes e parceiros.

    • Comunicação, relacionamento e negociação: facilidade para construir relacionamentos, conduzir conversas comerciais e negociar com diferentes perfis de stakeholders.

Sobre a vaga:

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Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Tech Recruiter

O Tech Recruiter é um profissional especializado em recrutar talentos de tecnologia, desde desenvolvedores até engenheiros de IA e profissionais de DevOps. Ele combina conhecimento técnico com habilidades de recrutamento para avaliar e atrair candidatos altamente qualificados.

As principais habilidades incluem technical screening, análise de perfis técnicos (GitHub, portfólios, blogs), conhecimento de stacks e arquiteturas de software, networking em comunidades tech e eventos. Domínio de ferramentas como LinkedIn Recruiter, Gem, Ashby e plataformas de teste técnico é diferencial.

Tech Recruiters são profissionais escassos e muito bem remunerados, especialmente aqueles que conseguem mapear e acessar talentos passivos em mercados competitivos como IA, engenharia de dados e cloud computing.

Sobre a área de Recursos Humanos

A área de Recursos Humanos é responsável por toda a gestão de pessoas nas organizações, desde a atração e seleção de talentos até o desenvolvimento, retenção e bem-estar dos colaboradores. Profissionais de RH são fundamentais para construir culturas organizacionais fortes e engajamento.

As principais habilidades incluem recrutamento e seleção, gestão de compensação e benefícios, desenvolvimento e treinamento (L&D), clima organizacional, engajamento, legiltação trabalhista, relações trabalhistas e ferramentas de RH (Workday, SAP SuccessFactors, Bamboo HR). Conhecimento de people analytics e data-driven HR é diferencial.

Profissionais de RH em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam employer branding, people analytics e estratégias de retenção de talentos. A área oferece oportunidades desde analista de RH até Chief People Officer, com foco em cultura, engajamento e crescimento de pessoas.

Sobre a área de Gestor de Tráfego

O Gestor de Tráfego é o profissional responsável por planejar, executar e otimizar campanhas de mídia paga em diversas plataformas digitais. Com a competitividade do mercado digital, profissionais de tráfego pago são essenciais para gerar leads qualificados e maximizar o retorno sobre investimento em publicidade.

As principais habilidades incluem gestão de campanhas em Google Ads, Meta Ads, LinkedIn Ads e TikTok Ads, planejamento de mídia, análise de métricas (ROAS, CPA, CPC, CTR), A/B testing, remarketing e criação de landing pages. Ferramentas como Google Analytics, Google Tag Manager, Hotjar e plataformas de automação são essenciais.

Gestores de tráfego em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam performance marketing, otimização de funil de conversão e estratégias de escala. A área oferece oportunidades desde analista de mídia até diretor de performance, com foco em crescimento, eficiência de verba e retorno sobre investimento.

Sobre a área de Content Writer

O Content Writer é o profissional responsável por criar conteúdo escrito de qualidade para sites, blogs, redes sociais e outras plataformas digitais. Ele combina habilidades de escrita com estratégia de conteúdo e SEO para atrair, engajar e converter audiências.

As principais habilidades incluem criação de conteúdo para blogs, landing pages, newsletters e redes sociais, pesquisa de palavras-chave, estratégia de conteúdo, calendário editorial e SEO writing. Conhecimento de WordPress, Surfer SEO, Ahrefs e ferramentas de analytics é diferencial.

Content Writers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem criar conteúdo técnico acessível, evergreen content e conteúdo que gera tráfego orgânico. A área oferece oportunidades desde content writer júnior até head of content, com foco em qualidade, estratégia e performance de conteúdo.

Sobre a área de Web Designer

O Web Designer é o profissional responsável por criar interfaces visuais de sites, aplicações web e landing pages, combinando estética, usabilidade e experiência do usuário. Ele transforma necessidades de negócio em layouts funcionais e responsivos que comunicam a identidade da marca.

As principais habilidades incluem UI design, design responsivo, prototipação (Figma, Sketch, Adobe XD), wireframing, design systems, acessibilidade (WCAG), information architecture e conhecimento básico de HTML/CSS. Conhecimento de UX design, motion design e front-end é diferencial.

Web Designers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam design systems, design tokens e conseguem criar interfaces que convertem e engajam. A área oferece oportunidades desde web designer júnior até product designer e design lead.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

Os Melhores Cursos e Faculdades de Tecnologia no Brasil em 2026

O mercado de tecnologia no Brasil atingiu um ponto de maturidade inédito em 2026. Se há alguns anos a febre era aprender linguagens de programação para escrever códigos básicos, hoje, com a consolidação da Inteligência Artificial auxiliando na geração de código (copilots), a exigência mudou. O mercado não busca mais apenas "digitadores de código", mas sim arquitetos de soluções, solucionadores de problemas e estrategistas de dados.

Segundo a Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), o Brasil vive um déficit de centenas de milhares de profissionais qualificados. Entrar nesse mercado continua sendo uma das decisões mais rentáveis que um estudante pode tomar, mas escolher o curso e a instituição certa ditará o ritmo do seu crescimento.

Os Principais Cursos: Qual Escolher?

A tecnologia não é uma coisa só. O curso ideal depende do seu perfil: você é mais matemático, focado em negócios, ou gosta de criar sistemas rápidos?

1. Ciência da Computação Bacharelado (4 anos)

O curso mais tradicional, profundo e robusto. Foca fortemente em matemática, algoritmos, estrutura de dados e na "ciência" por trás da máquina. É ideal para quem quer trabalhar com Inteligência Artificial, Machine Learning ou criar tecnologias do zero.

Onde estudar (Destaques Nacionais): USP, Unicamp, UFMG e UFPE (Centro de Informática - CIn, o principal polo do Nordeste, conectado ao Porto Digital).

2. Engenharia de Software Bacharelado (4 a 5 anos)

Enquanto a Ciência foca na teoria e algoritmos, a Engenharia foca no processo de construção. Ensina a arquitetar, testar, gerenciar times e manter softwares de grande escala em funcionamento. Excelente para quem quer ser um líder técnico (Tech Lead) ou arquiteto de sistemas.

Onde estudar: UnB, UFRGS, PUC-RS e FIAP (São Paulo - com forte apelo prático e corporativo).

3. Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Tecnólogo (2 a 2.5 anos)

O queridinho do mercado para quem quer uma entrada rápida. É focado 100% na prática de programação, desenvolvimento web e mobile, e banco de dados. Você aprende fazendo. A desvantagem é a base matemática menor, mas é a rota mais rápida para o primeiro emprego.

Onde estudar: FATEC (Excelente custo-benefício/Gratuita em SP), FIAP, Senac e diversas instituições EAD reconhecidas com nota máxima no MEC.

4. Ciência de Dados e Inteligência Artificial Bacharelado (4 anos)

A graduação que mais cresceu nos últimos cinco anos. Prepara o aluno para lidar com Big Data, treinar modelos de Machine Learning, trabalhar com IA Generativa e estatística avançada. Exige forte base em cálculo.

Onde estudar: Insper, PUC-Rio, FGV (Escola de Matemática Aplicada) e USP (oferecido recentemente em campi como São Carlos).

Dicas de Ouro para Estudantes em 2026

O diploma de uma boa faculdade abre portas e constrói um networking valioso, mas não sustenta a carreira sozinho. Se você está entrando na faculdade agora, siga estas regras:

  • Seu Portfólio é seu Currículo Real: Ter um GitHub ativo com projetos próprios, contribuições para código aberto ou aplicativos publicados vale tanto quanto o nome da faculdade. Comece a criar desde o primeiro semestre.
  • Inglês é Inegociável: Em 2026, com o trabalho remoto global consolidado, desenvolvedores que não falam inglês ganham em média 40% a menos e perdem oportunidades em empresas multinacionais. Estude programação e inglês paralelamente.
  • Soft Skills não são mais opcionais: A IA escreve boa parte do código repetitivo hoje. O que o engenheiro sênior faz é se comunicar com a área de negócios (o cliente), entender o problema real e desenhar a arquitetura. Comunicação clara e trabalho em equipe são fundamentais.
  • Abrace a IA: Não fuja das IAs (como GitHub Copilot ou ChatGPT). Aprenda a ser o "piloto" dessas ferramentas. Engenharia de Prompts e revisão de código gerado por IA já são disciplinas práticas na rotina do desenvolvedor.
"O código puro tornou-se uma commodity. O verdadeiro valor do profissional de tecnologia de hoje está na sua capacidade de traduzir a dor de um negócio em uma arquitetura de software escalável."

Conclusão

Escolher entre USP, UFPE, Insper, FIAP ou FATEC depende do seu tempo disponível, recursos e objetivos a longo prazo (pesquisa vs. mercado rápido). Seja qual for o caminho, a área de tecnologia no Brasil segue sendo o terreno mais fértil para quem tem curiosidade implacável e disposição para continuar estudando mesmo após pegar o diploma.