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Sre De Plataforma De Ia

gruposrm

Híbrido São Paulo, SP, BR
IA Sem Categoria Web Master

Score da Vaga

100 pontos
Modelo híbrido (+80) IA (+10) Web Master (+10)

SRE de Plataforma de IA

Missão da posição

Projetar, construir, automatizar e operar a Plataforma de Engenharia de IA, garantindo que aplicações, modelos, LLMs, agentes e serviços de IA possam ser desenvolvidos e executados com segurança, observabilidade, escalabilidade, confiabilidade e governança.

O profissional atuará na interseção entre SRE, Platform Engineering, DevOps, Cloud, Observabilidade e AI Engineering, construindo a camada de infraestrutura e automação necessária para transformar iniciativas de IA em serviços produtivos e sustentáveis.

A posição terá forte atuação em AWS, Kubernetes, GitOps, Infrastructure as Code, CI/CD, Observabilidade e AI Observability.


Principais responsabilidades

1. Plataforma AWS

Projetar, administrar e evoluir a infraestrutura AWS utilizada pela plataforma de IA.

Responsabilidades:

  • Administração e evolução de ambientes AWS.
  • Arquitetura de workloads distribuídos e altamente disponíveis.
  • Administração de EKS.
  • ECR para gerenciamento de imagens.
  • S3 para datasets, artefatos, modelos e logs.
  • IAM e políticas de acesso.
  • Secrets Manager e Parameter Store.
  • Load Balancers e networking.
  • Route 53.
  • CloudWatch.
  • SQS/SNS/EventBridge para arquiteturas orientadas a eventos.
  • RDS/Aurora e serviços de persistência quando necessários.
  • ElastiCache/Redis.
  • Integração com serviços de IA da AWS.
  • Gestão de custos, capacidade e eficiência dos workloads.

O profissional deverá aplicar conceitos de:

High Availability, Disaster Recovery, Security by Design, FinOps e Well-Architected Framework.


2. Kubernetes e Plataforma de Containers

Construir e operar clusters Kubernetes utilizados pelos serviços e workloads de IA.

Principais atividades:

  • Administração de clusters Amazon EKS.
  • Helm.
  • Kubernetes Operators.
  • Ingress Controllers.
  • Service Accounts e RBAC.
  • Network Policies.
  • Secrets.
  • Persistent Volumes.
  • Autoscaling.
  • HPA.
  • KEDA.
  • Cluster Autoscaler/Karpenter.
  • Troubleshooting de workloads Kubernetes.
  • Capacity Planning.

Também será responsável por definir padrões de deployment para:

  • APIs de IA;
  • serviços Python;
  • aplicações Java;
  • agentes de IA;
  • gateways;
  • workers;
  • pipelines assíncronos;
  • aplicações de inferência;
  • ferramentas internas da plataforma.

3. Infrastructure as Code

Toda infraestrutura deverá ser tratada como código.

Stack principal:

Terraform / OpenTofu + Terragrunt + Atlantis

Responsabilidades:

  • desenvolvimento de módulos reutilizáveis;
  • versionamento da infraestrutura;
  • revisão de mudanças via Pull Request;
  • execução automatizada de Plan;
  • aprovação controlada de Apply;
  • gestão de múltiplos ambientes;
  • padronização de módulos;
  • controle de drift;
  • políticas de segurança;
  • automação do ciclo de vida da infraestrutura.

O Atlantis deverá funcionar como camada de governança do processo de IaC.

Fluxo esperado:

Developer
   ↓
Pull Request
   ↓
GitHub
   ↓
Atlantis
   ↓
Terraform / OpenTofu
   ↓
AWS

4. GitOps e Continuous Delivery

Responsável pela implementação e evolução do modelo GitOps da plataforma.

Stack principal:

GitHub + GitHub Actions + ArgoCD + Helm

Fluxo esperado:

Developer
    ↓
GitHub
    ↓
GitHub Actions
    ↓
Build / Test / Security
    ↓
Container Image
    ↓
Amazon ECR
    ↓
GitOps Repository
    ↓
ArgoCD
    ↓
Amazon EKS

Responsabilidades:

  • construção de pipelines CI/CD;
  • criação de workflows reutilizáveis;
  • gerenciamento de secrets;
  • integração com ECR;
  • deployment GitOps;
  • estratégias de rollback;
  • promoção entre ambientes;
  • controle de versões;
  • políticas de aprovação.

Desejável conhecimento de:

  • Argo Rollouts;
  • Blue/Green Deployment;
  • Canary Deployment;
  • Progressive Delivery.

5. Observabilidade da Plataforma

Responsável por implementar observabilidade completa dos workloads.

Stack principal:

OpenTelemetry + Datadog

A plataforma deverá coletar:

  • Metrics
  • Logs
  • Traces
  • Events

O OpenTelemetry deverá ser utilizado como camada de instrumentação e coleta independente de fornecedor.

Arquitetura esperada:

Applications
AI Services
AI Agents
Kubernetes
     ↓
OpenTelemetry SDK
     ↓
OpenTelemetry Collector
     ↓
Datadog

Responsabilidades:

  • instrumentação OpenTelemetry;
  • administração de OpenTelemetry Collectors;
  • distributed tracing;
  • dashboards;
  • alertas;
  • correlação entre logs, métricas e traces;
  • definição de SLIs e SLOs;
  • monitoração de disponibilidade;
  • monitoração de performance;
  • análise de incidentes;
  • troubleshooting distribuído.

6. AI Observability / LLM Observability

Um dos diferenciais da posição será operar a camada de observabilidade específica para Inteligência Artificial.

Além da observabilidade tradicional, deverão ser acompanhados indicadores como:

  • Latência de inferência.
  • Time to First Token.
  • Tokens de entrada.
  • Tokens de saída.
  • Custo por requisição.
  • Custo por modelo.
  • Custo por aplicação/agente.
  • Taxa de erro.
  • Falhas de ferramentas.
  • Retries.
  • Context size.
  • Model/provider utilizado.
  • Consumo por usuário ou aplicação.
  • Qualidade das respostas.
  • Avaliações de LLM.
  • Traces de agentes.

Para arquiteturas Agentic AI:

User Request
     ↓
Agent
     ↓
LLM
     ↓
Tool
     ↓
Agent
     ↓
Another Agent
     ↓
LLM
     ↓
Response

O profissional deverá ser capaz de reconstruir e diagnosticar todo esse fluxo através de traces.

Conhecimentos desejáveis:

  • OpenTelemetry GenAI Semantic Conventions;
  • OpenLIT;
  • Langfuse;
  • Arize Phoenix;
  • avaliação e tracing de aplicações LLM.

7. Plataforma de Engenharia de IA

O profissional participará da construção de uma Internal Developer Platform — IDP direcionada para workloads de IA.

Objetivo:

Permitir que desenvolvedores e times de IA publiquem serviços sem precisar conhecer toda a complexidade da infraestrutura.

Exemplo:

Developer
      ↓
Developer Portal
      ↓
Service Template
      ↓
GitHub Repository
      ↓
GitHub Actions
      ↓
ECR
      ↓
ArgoCD
      ↓
EKS
      ↓
OpenTelemetry
      ↓
Datadog

A plataforma deverá fornecer Golden Paths para criação de:

  • APIs;
  • microserviços;
  • workers;
  • aplicações Python;
  • serviços Java;
  • agentes de IA;
  • aplicações RAG;
  • serviços de inferência.

Cada Golden Path deverá entregar automaticamente:

  • repositório;
  • pipeline;
  • Dockerfile;
  • Helm Chart;
  • deployment Kubernetes;
  • observabilidade;
  • health checks;
  • secrets;
  • dashboards;
  • alertas;
  • políticas básicas de segurança.

8. AI Gateway e acesso aos modelos

Participará da construção da camada de abstração entre aplicações e provedores/modelos de IA.

Arquitetura conceitual:

Applications
Agents
Services
      ↓
AI Gateway
      ↓
Model Router
      ↓
┌──────────────┬──────────────┬──────────────┐
│ AWS Bedrock  │ External LLM │ Local Models │
└──────────────┴──────────────┴──────────────┘

Essa camada deverá permitir:

  • autenticação;
  • rate limiting;
  • quotas;
  • auditoria;
  • observabilidade;
  • controle de custos;
  • roteamento de modelos;
  • fallback entre modelos;
  • políticas de utilização.

9. Confiabilidade e SRE

Aplicar princípios de Site Reliability Engineering em toda a plataforma.

Responsabilidades:

  • definição de SLIs;
  • definição de SLOs;
  • Error Budgets;
  • Incident Management;
  • Capacity Planning;
  • Performance Engineering;
  • Chaos Engineering;
  • Postmortems;
  • Runbooks;
  • automação de troubleshooting;
  • redução de Toil.

Indicadores importantes:

Availability
Latency
Error Rate
Saturation
Throughput
MTTR
MTBF
Deployment Frequency
Change Failure Rate

10. Automação e Engenharia

O profissional deverá possuir capacidade de automação utilizando principalmente:

  • Python;
  • Shell Script;
  • YAML;
  • Terraform/OpenTofu.

Conhecimento de Java será considerado diferencial para troubleshooting de aplicações corporativas.

Deverá ser capaz de desenvolver:

  • automações operacionais;
  • ferramentas internas;
  • APIs;
  • integrações;
  • health checks;
  • collectors;
  • scripts de troubleshooting;
  • automações de incident response.

11. Segurança e Governança

Implementar práticas de segurança integradas à plataforma.

Principais conceitos:

  • IAM Least Privilege;
  • RBAC;
  • Secrets Management;
  • Workload Identity;
  • OIDC;
  • Supply Chain Security;
  • Image Scanning;
  • SAST;
  • Dependency Scanning;
  • IaC Scanning;
  • Policy as Code;
  • auditoria de alterações.

A plataforma deverá priorizar:

Zero Trust + Security by Design + Everything as Code.


Stack tecnológica principal

Cloud

AWS

Containers

Kubernetes
Amazon EKS
Docker
Helm

Infrastructure as Code

Terraform
OpenTofu
Terragrunt
Atlantis

CI/CD e GitOps

GitHub
GitHub Actions
ArgoCD
Argo Rollouts

Observabilidade

OpenTelemetry
Datadog
Prometheus
Grafana

AI Observability

OpenTelemetry GenAI
OpenLIT
Langfuse
Arize Phoenix

AI Platform

AWS Bedrock
LLM APIs
RAG
Vector Databases
AI Agents
Model Gateways

Automação

Python
Shell Script


Competências esperadas

O profissional deverá possuir forte capacidade de:

  • troubleshooting;
  • análise de sistemas distribuídos;
  • automação;
  • arquitetura cloud;
  • Kubernetes;
  • observabilidade;
  • engenharia de confiabilidade;
  • Infrastructure as Code;
  • GitOps.

Mais importante que administrar ferramentas isoladamente será compreender como todo o ecossistema se relaciona.


Visão da posição

O objetivo final dessa função é transformar IA de um conjunto de experimentos isolados em uma capacidade corporativa de engenharia.

A plataforma deverá permitir que um desenvolvedor consiga sair de:

Código

para:

Código
   ↓
Pipeline
   ↓
Infraestrutura
   ↓
Deployment
   ↓
Observabilidade
   ↓
Segurança
   ↓
Operação

com o máximo possível desse processo automatizado.

O SRE de Plataforma de IA será responsável por construir e manter essa fundação.

Em resumo:

Developers constroem aplicações de IA.

AI Engineers constroem modelos, agentes e pipelines de IA.

O SRE / Platform Engineer de IA constrói a plataforma que permite que tudo isso chegue à produção de forma confiável, observável, segura e escalável.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

As Melhores Faculdades de Marketing, Design e Comunicação no Brasil

O mercado para profissionais criativos passou por uma revolução. Em 2026, não basta apenas ter boas ideias; o profissional de Marketing, Design ou Comunicação precisa entender de análise de dados, Inteligência Artificial, experiência do usuário (UX) e métricas de negócios.

Escolher a instituição de ensino correta faz toda a diferença para criar um networking poderoso e acessar laboratórios alinhados com a tecnologia atual. Com base nas avaliações do MEC, no Ranking Universitário Folha (RUF) e na percepção de diretores de RH das maiores agências e empresas do país, mapeamos os polos de excelência nestas áreas.

1. Excelência em Marketing e Publicidade

O foco atual do Marketing está na intersecção entre o comportamento humano (psicologia de consumo) e a tecnologia (Martech, dados e IA). As melhores escolas oferecem uma visão forte de negócios integrada à criatividade.

ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)

São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre (Privada)

Historicamente, a ESPM é a referência número um no Brasil para quem respira Marketing e Publicidade. O grande diferencial atual é a infraestrutura de laboratórios de inovação (como os de Neuromarketing e Realidade Virtual) e o foco massivo em métricas e negócios, preparando o aluno não apenas para criar campanhas, mas para gerir empresas.

ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes)

São Paulo (Pública)

Referência máxima no ensino público superior brasileiro. O curso de Publicidade e Propaganda da USP é altamente concorrido e oferece uma base teórica e sociológica profunda. Os alunos da ECA são conhecidos por sua alta capacidade crítica, sendo muito requisitados por grandes agências de planejamento e pesquisa de mercado.

FGV (Fundação Getulio Vargas)

São Paulo e Rio de Janeiro (Privada)

Para quem deseja uma carreira em Marketing voltada estritamente para resultados, gestão corporativa e análise de dados, a FGV (através de seus cursos de Administração com ênfase em Marketing) é imbatível. Forma os líderes e CMOs (Chief Marketing Officers) das maiores multinacionais no país.

2. Os Polos de Inovação em Design

O Design deixou de ser apenas visual (gráfico ou produto) para se tornar estratégico. As áreas de UX/UI (User Experience e User Interface) e Design de Serviços lideram as contratações.

Centro Universitário Belas Artes

São Paulo (Privada)

Uma instituição tradicionalíssima que soube se modernizar. É referência nacional em Design Gráfico, Animação e Design de Interiores. O forte da Belas Artes é a imersão artística aliada ao design comercial, possuindo um campus que respira criatividade e um forte networking na cena paulistana.

IED (Istituto Europeo di Design)

São Paulo e Rio de Janeiro (Privada)

Com DNA italiano e visão global, o IED é uma "escola-boutique". É a melhor escolha para quem busca inovação, Design Estratégico, Design de Produto e Moda. O modelo de ensino é baseado no learning by doing (aprender fazendo), sempre com projetos reais em parceria com grandes marcas globais.

ESDI - UERJ (Escola Superior de Desenho Industrial)

Rio de Janeiro (Pública)

A ESDI é um marco: foi a primeira escola de design da América Latina. Apesar dos desafios do ensino público, mantém um corpo docente de excelência e uma tradição inegável em formar designers com forte capacidade de resolução de problemas sistêmicos e design de produto.

UFPE (Universidade Federal de Pernambuco)

Recife (Pública)

O Centro de Artes e Comunicação da UFPE, inserido no ecossistema de inovação do Porto Digital em Recife, tornou-se uma potência nacional. É o melhor polo público do Nordeste, especialmente forte na intersecção entre Design, Tecnologia e mídias digitais.

3. Referências em Comunicação e Jornalismo

Com a explosão de criadores de conteúdo e a crise das fake news, a Comunicação corporativa, Relações Públicas (RP) e o Jornalismo investigativo exigem profissionais com alta capacidade de adaptação multiplataforma.

Faculdade Cásper Líbero

São Paulo (Privada)

A Cásper Líbero é sinônimo de Jornalismo e Relações Públicas no Brasil. Sua localização na Avenida Paulista e a integração com a TV Gazeta permitem uma vivência prática desde o primeiro semestre. É famosa por formar a elite de repórteres, apresentadores e assessores de imprensa do país.

PUC (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais)

Múltiplas (Privada)

As Pontifícias Universidades Católicas possuem um peso imenso no mercado de comunicação. A PUC-RJ e a PUC-SP, em especial, possuem estúdios de ponta e uma grade curricular muito alinhada às demandas digitais, além de formarem profissionais com forte viés humanista.

O que avaliar antes de escolher? (Checklist 2026)

O diploma já não é o único diferencial. Ao escolher sua faculdade, analise:

  • Integração com Tecnologia: A grade curricular inclui IA, análise de métricas ou letramento em dados?
  • Projetos de Extensão: A faculdade possui agências experimentais ou parcerias com empresas reais? (Isso formará seu portfólio inicial).
  • Empregabilidade: Qual a taxa de alunos empregados da instituição no último ano? Instituições como ESPM e FGV possuem centros de carreira muito ativos.

Conclusão

Seja em uma universidade pública pela excelência teórica e de pesquisa (USP, UERJ, UFPE) ou em instituições privadas com forte apelo de mercado e infraestrutura tecnológica (ESPM, IED, FGV, Cásper Líbero), o mais importante é usar a universidade como um laboratório. Nos dias de hoje, a melhor faculdade é aquela que, além do currículo, proporciona as melhores conexões humanas e oportunidades práticas para o seu portfólio.

Conteúdo atualizado para o cenário acadêmico e profissional do Brasil.