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Mid-Level Backend Engineer (Kotlin) – Ai & Cloud-Native

vilt

Remoto BR
Desenvolvimento IA Sem Categoria Backend Analista de Negócios

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Desenvolvimento (+10) IA (+10) Backend (+10)

Your next opportunity is on the way!

VILT is an IT company where we value our people, promote teamwork, and of course, good humor.

We believe that diversity and inclusion make our team stronger. Everyone is welcome here, and professionals with disabilities are encouraged to apply.

Take a look at this job opportunity and see if you are the next VILTian! (and if you know someone, don’t forget to recommend them)

We are looking for a Mid-Level Back-End Engineer to work at the intersection of traditional back-end development, cloud-native infrastructure, and Artificial Intelligence within an enterprise monitoring and observability platform. In this role, you will be responsible for designing and building scalable services using Kotlin and Spring Boot, modeling data in PostgreSQL, and containerizing applications for orchestration in Kubernetes. Beyond ensuring structural stability, you will directly integrate AI capabilities (such as OpenAI and Anthropic LLMs) into the product, processing high volumes of telemetry data to automatically suggest root causes and summarize metrics in a secure and reliable manner.

What you will do:

  • Design and implement high-performance back-end services and REST APIs using Kotlin and Spring Boot.

  • Model and optimize relational databases using PostgreSQL, handling schema migrations and complex queries for high volumes of telemetry data.

  • Integrate Artificial Intelligence capabilities into the product by connecting the back-end to LLM APIs (OpenAI, Anthropic, or cloud-managed AI services).

  • Structure the secure and predictable consumption of AI by preparing data, designing prompts, and utilizing structured outputs (function calling and JSON).

  • Containerize applications and configure services to run reliably on Docker and Kubernetes, collaborating on Helm charts and deployment workflows.

  • Contribute to system design discussions, helping define the architecture and the integration of cloud-native and AI capabilities within the platform.

  • Ensure technical excellence by writing clean, testable, and maintainable code, while actively participating in code review routines.

What we expect from you:

  • Solid software development experience using Kotlin and the Spring Boot framework (prior experience with Java is a plus).

  • Strong command of REST API design and architectural best practices.

  • Hands-on experience with PostgreSQL, including relational schema design, querying, and performance optimization.

  • Practical exposure to consuming LLM APIs (even in initial projects), understanding how to handle responses, structure prompts, and manage JSON-formatted outputs.

  • Working knowledge of Docker (ability to build, run, and debug containers) and familiarity with essential Kubernetes concepts (Pods, Deployments, Services, and ConfigMaps).

  • Familiarity with version control using Git and executing CI/CD pipelines and workflows.

  • Strong problem-solving skills and an analytical profile to navigate complex systemic environments.

  • Good written and spoken English communication skills to ensure seamless alignment with global teams.

Nice to Have:

  • Practical knowledge of Retrieval-Augmented Generation (RAG) architectures or embedding-based search.

  • Familiarity with the OpenShift environment and its security constraints (such as running non-root containers).

  • Applied knowledge of enterprise observability tools and standards (Prometheus, Grafana, OpenTelemetry).

  • Previous experience with stream processing tools, such as Apache Flink or Kafka.

  • Deep understanding of system telemetry, with the ability to diagnose anomalous patterns (e.g., CPU spikes, HTTP 500 error bursts, connection-pool timeouts).

If you’re ready to take your engineering career to the next level, we’d love to hear from you! 🚀

Apply now!

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Sobre a área de Desenvolvimento

A área de Desenvolvimento de Software é uma das mais dinâmicas e em constante evolução no mercado de trabalho. Profissionais dessa área são responsáveis por criar, manter e otimizar aplicações web, mobile e desktop que impactam milhões de usuários diariamente.

As principais linguagens e frameworks incluem JavaScript (React, Node.js, Vue.js), Python (Django, Flask), Java (Spring), PHP (Laravel) e TypeScript. A demanda por desenvolvedores full-stack continua crescendo, especialmente em empresas de tecnologia e startups.

Salários variam de R$ 3.000 (júnior) a R$ 20.000+ (sênior), com oportunidades crescentes para trabalho remoto e freelance internacional.

Sobre a área de Inteligência Artificial

A área de Inteligência Artificial é atualmente a que mais cresce no mercado de tecnologia. A revolução dos modelos generativos (GPT, Claude, Gemini) criou uma demanda massiva por profissionais especializados em IA.

As principais áreas de atuação incluem Machine Learning Engineering, MLOps, Prompt Engineering, AI Research e Applied AI. Python, TensorFlow, PyTorch e conhecimento de LLMs são skills essenciais.

Salários na área de IA são os mais altos do setor de tecnologia, com muitas oportunidades de trabalho remoto para empresas internacionais.

Sobre a área de Backend

A área de Backend é responsável por toda a lógica do servidor, APIs, bancos de dados e infraestrutura que sustentam aplicações web e mobile. Profissionais de backend garantem que os sistemas sejam escaláveis, seguros e performáticos.

As principais habilidades incluem linguagens como PHP, Java, Python, Ruby, Go e Node.js, frameworks como Laravel, Spring Boot, Django e Express, bancos de dados (MySQL, PostgreSQL, MongoDB, Redis), arquitetura de software (clean architecture, DDD, microsserviços) e segurança de APIs (OAuth, JWT).

Desenvolvedores Backend em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam arquitetura de microsserviços, cloud computing e performance de alta escala. A área oferece oportunidades desde desenvolvedor júnior até arquiteto de software, com foco em escalabilidade, segurança e eficiência.

Sobre a área de Analista de Negócios

O Analista de Negócios (BA) é o profissional responsável por identificar problemas, oportunidades e soluções em processos organizacionais, atuando como ponte entre as áreas de negócio e a equipe de desenvolvimento de tecnologia. Ele realiza o levantamento e especificação de requisitos, mapeia fluxos de valor, desenha processos futuros e ajuda a garantir que as entregas de software estejam alinhadas com as metas estratégicas da empresa.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Ecommerce Manager

O Ecommerce Manager é o profissional responsável por toda a gestão estratégica e operacional de lojas virtuais e marketplaces. Ele lidera equipes, define estratégias de preço, promoção e catálogo, e acompanha a performance de vendas online em múltiplas plataformas.

As principais habilidades incluem gestão de catálogo, pricing dinâmico, campanhas sazonais (Black Friday, Cyber Monday), gestão de marketplace (Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu), tráfego pago, CRO e gestão de equipe. Conhecimento de Shopify, VTEX, WooCommerce, Google Ads, Meta Ads e métricas de performance é diferencial.

Ecommerce Managers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam gestão multi-marketplace, otimização de checkout e estratégias de mobile commerce. A área oferece oportunidades desde gerente de ecommerce até diretor de vendas online, com foco em receita, experiência do cliente e crescimento.

Sobre a área de Content Manager

O Content Manager é o profissional responsável por liderar toda a estratégia, produção e gestão de conteúdo de uma organização. Ele define a estratégia editorial, coordena equipes de redação e garante que o conteúdo esteja alinhado com os objetivos de negócio e a identidade da marca.

As principais habilidades incluem estratégia de conteúdo, planejamento editorial, content audit, buyer persona, customer journey, content ops, governança de conteúdo, métricas de performance (ROI, engajamento, tráfego orgânico) e gestão de equipe. Conhecimento de WordPress, Contentful, Notion e ferramentas de analytics é diferencial.

Content Managers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem alinhar conteúdo com funil de conversão, liderar equipes multidisciplinares e usar dados para otimizar estratégia editorial. A área oferece oportunidades desde content manager até diretor de conteúdo, com foco em estratégia, qualidade e escala.

Sobre a área de Infraestrutura e DevOps

Infraestrutura e DevOps são responsáveis por criar, manter e otimizar ambientes de TI que suportam aplicações em escala. Essa área é fundamental para a confiabilidade e performance de sistemas.

As principais tecnologias incluem AWS, GCP, Azure, Docker, Kubernetes, Terraform, Ansible, CI/CD (GitHub Actions, GitLab CI, Jenkins) e monitoramento (Datadog, Grafana, Prometheus).

Engenheiros de DevOps e SREs são profissionais muito requisitados, com salários entre os mais altos do setor de tecnologia.

Sobre a área de Fullstack

Desenvolvedores Fullstack são profissionais versáteis capazes de atuar tanto no frontend quanto no backend de aplicações web e mobile. Eles dominam múltiplas tecnologias e são capazes de construir produtos completos do início ao fim, desde a interface do usuário até a infraestrutura do servidor.

As principais habilidades incluem domínio de pelo menos uma stack completa (React/Vue/Angular + Node.js/PHP/Python/Java), banco de dados (SQL e NoSQL), APIs REST/GraphQL, versionamento com Git, CI/CD e conhecimento básico de infraestrutura (Docker, cloud). Arquitetura limpa, DDD e testes são diferenciadores importantes.

Desenvolvedores Fullstack são muito valorizados em startups e empresas que precisam de profissionais versáteis e autônomos. A área oferece oportunidades desde desenvolvedor júnior até arquiteto de software, com foco em entrega completa, visão holística do produto e capacidade de trabalhar em múltiplas camadas da aplicação.

Sobre a área de Social Mídia

A área de Social Mídia é uma das mais dinâmicas e em constante evolução do marketing digital. Profissionais de social media são responsáveis por criar, gerenciar e otimizar a presença de marcas nas plataformas digitais, construindo engajamento e comunidade com o público-alvo.

As principais habilidades incluem gestão de redes sociais (Instagram, TikTok, LinkedIn, Facebook, YouTube), criação de conteúdo para redes sociais, community management, mídia paga social (Meta Ads, LinkedIn Ads, TikTok Ads), análise de métricas e planejamento estratégico. Ferramentas como Hootsuite, Sprout Social, Buffer, Later e plataformas de analytics são essenciais.

Profissionais de social media em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam paid social, social media analytics e estratégias de conteúdo para diferentes plataformas. A área oferece oportunidades desde analista até diretor de social media, com foco em crescimento, engajamento e retorno sobre investimento.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.