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40B2: Analista De Segurança Da Informação

mazzatech

Híbrido São Paulo, SP, BR
Segurança da Informação Analista de Sistemas

Score da Vaga

100 pontos
Modelo híbrido (+80) Segurança da Informação (+10) Analista de Sistemas (+10)

Analista Sênior em Segurança da Informação

Missão do Cargo

Garantir a proteção, disponibilidade e integridade das informações da empresa, atuando na administração, evolução e fortalecimento da infraestrutura de segurança. Será responsável por desenvolver e implementar estratégias de proteção contra ameaças cibernéticas, abrangendo ambientes, equipamentos, sistemas e serviços conectados à rede corporativa, em alinhamento às políticas internas, requisitos regulatórios e boas práticas de mercado.

Principais Responsabilidades

  • Liderar tecnicamente as operações e a arquitetura de segurança da informação, definindo padrões, controles e estratégias para proteção dos ambientes corporativos.

  • Administrar, integrar e otimizar soluções de cibersegurança e conectividade, incluindo WAF (Akamai), Edge DNS, CDN, PAM, SIEM, SOC, Splunk, CrowdStrike e Firewalls Fortinet.

  • Atuar na proteção de ambientes híbridos e distribuídos, garantindo resiliência, disponibilidade, desempenho e defesa proativa contra ameaças cibernéticas.

  • Monitorar, investigar e responder a incidentes de segurança, utilizando técnicas de análise forense, correlação de eventos e identificação de ameaças.

  • Apoiar a identificação, avaliação e mitigação de riscos de segurança, contribuindo para a redução de vulnerabilidades e falhas operacionais.

  • Garantir a aplicação de controles relacionados à LGPD, NIST CSF e demais políticas e normas corporativas de segurança da informação.

  • Atuar em governança, riscos e compliance, revisando políticas, controles, indicadores e evidências para suporte a auditorias e certificações.

  • Apoiar tecnicamente as equipes de Infraestrutura e Redes em ambientes Microsoft 365, servidores virtualizados, redes e serviços corporativos.

  • Contribuir para iniciativas de hardening, controle de acessos, segmentação de redes e aplicação de políticas de segurança.

  • Orientar equipes e stakeholders sobre boas práticas de segurança, proteção de dados e prevenção de incidentes.

  • Validar e supervisionar mecanismos de backup, recovery e continuidade de negócios, assegurando a integridade e disponibilidade das informações críticas.

  • Conduzir treinamentos e capacitações técnicas relacionados à segurança cibernética, governança e privacidade de dados.

  • Atuar como referência técnica em projetos e iniciativas estratégicas relacionadas à segurança da informação.

Impacto do Cargo

  • Proteção dos ambientes corporativos, sistemas e infraestrutura de TI.

  • Gestão e integração de soluções avançadas de cibersegurança.

  • Fortalecimento da postura de segurança da informação.

  • Redução de riscos e vulnerabilidades relacionados aos ativos corporativos.

  • Contribuição para a continuidade e resiliência dos serviços críticos.

Requisitos

Formação Acadêmica

  • Ensino Superior Completo em:

    • Ciência da Computação;

    • Sistemas de Informação;

    • Segurança da Informação;

    • Engenharia da Computação;

    • Redes de Computadores ou áreas correlatas.

Diferenciais

  • Pós-graduação em Segurança Cibernética ou Cibersegurança.

  • Especialização em Infraestrutura de TI ou Cloud Security.

  • MBA em Governança de TI, Gestão de Riscos ou Compliance.

Experiência

  • Experiência profissional Sênior, entre 5 e 7 anos, na área de Segurança da Informação/Cibersegurança.

  • Vivência em administração, arquitetura e operação de ambientes de segurança.

  • Experiência com gestão de incidentes, análise de riscos e implementação de controles de segurança.

  • Experiência em ambientes híbridos e infraestrutura corporativa.

Conhecimentos Técnicos

  • WAF / Akamai;

  • Edge DNS e CDN;

  • PAM;

  • SIEM e SOC;

  • Splunk;

  • CrowdStrike;

  • Fortinet / Firewalls;

  • Segurança de redes e infraestrutura;

  • Hardening e segmentação de ambientes;

  • Microsoft 365;

  • Virtualização e servidores;

  • Backup, Recovery e Continuidade de Negócios;

  • LGPD;

  • NIST CSF;

  • Governança, riscos e compliance em Segurança da Informação.

Idiomas

Inglês – Intermediário

Conhecimento suficiente para leitura e elaboração de e-mails, documentação técnica e realização de pesquisas para levantamento de informações relacionadas à área de atuação.

Competências Comportamentais

  • Liderança técnica e influência sobre equipes multidisciplinares;

  • Capacidade analítica e foco na resolução de problemas;

  • Proatividade e autonomia;

  • Boa comunicação interpessoal e clareza na transmissão de ideias;

  • Organização e responsabilidade no tratamento de atividades críticas;

  • Capacidade de tomada de decisão sob pressão;

  • Visão sistêmica e atuação integrada entre diferentes áreas;

  • Planejamento e gestão de prioridades;

  • Comprometimento com segurança, qualidade e resiliência operacional;

  • Trabalho colaborativo e orientação para resultados;

  • Atualização contínua e busca por excelência técnica.

Sobre a área de Segurança da Informação

A área de Segurança da Informação é uma das mais estratégicas e requisitadas no mercado de tecnologia. Com o aumento dos ataques cibernéticos, roubo de dados e regulações como LGPD e GDPR, empresas de todos os portes investem pesadamente em profissionais que protejam seus ativos digitais.

As principais especializações incluem Segurança de Redes, Segurança em Cloud (AWS, Azure, GCP), Segurança Ofensiva (Penetration Testing, Red Team), Segurança Defensiva (SOC, Blue Team), AppSec e Governança de Segurança. Ferramentas como SIEM (Splunk, QRadar), firewalls, EDR e plataformas de Vulnerability Management são essenciais.

Certificações como CISSP, CEH, OSCP, CompTIA Security+ e AWS Security Specialty são diferenciadores importantes. Profissionais de segurança da informação estão entre os mais bem remunerados do setor, com demanda crescente especialmente em fintechs, healthtechs e empresas de grande porte.

Sobre a área de Analista de Sistemas

O Analista de Sistemas é o profissional responsável por analisar, projetar e implementar soluções de tecnologia que atendam às necessidades do negócio. Ele atua como ponte entre as área de negócio e o time de desenvolvimento, garantindo que os sistemas entreguem valor real para a organização.

As principais habilidades incluem levantamento e análise de requisitos, modelagem de processos (BPMN), modelagem de dados, documentação técnica e funcional, integração de sistemas (APIs, microsserviços), e conhecimento de ERPs e CRMs. Ferramentas como Jira, Confluence, Visio e plataformas de gestão de projetos são essenciais.

Analistas de Sistemas em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam análise de requisitos ágeis (user stories, backlog), integração de sistemas e arquitetura de soluções. A área oferece oportunidades desde analista júnior até arquiteto de soluções, com foco em eficiência, qualidade e inovação tecnológica.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área Administrativa

A área Administrativa é responsável por garantir o funcionamento eficiente de todas as operações organizacionais. Profissionais administrativos gerenciam processos, recursos humanos, compras e facility management.

As principais habilidades incluem gestão de processos, Office 365, ERPs administrativos, compliance e gestão de pessoas. O conhecimento de ferramentas de automação e IA está se tornando cada vez mais relevante.

A digitalização dos processos administrativos tem criado novas oportunidades para profissionais que dominam tecnologia e gestão.

Sobre a área de People Analyst

O People Analyst é o profissional responsável por transformar dados de pessoas em insights estratégicos para tomada de decisão no RH. Ele combina conhecimentos de análise de dados com visão de gestão de pessoas para ajudar as organizações a entenderem métricas de workforce, turnover, engajamento e diversidade.

As principais habilidades incluem people analytics, workforce analytics, análise de turnover e retenção, métricas de RH (time-to-hire, cost-per-hire, e-NPS), visualização de dados (Power BI, Tableau, Visier), planejamento de workforce e análise de compensação. Conhecimento de estatística, SQL e ferramentas de people analytics é diferencial.

People Analysts em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem traduzir dados complexos de pessoas em insights acionáveis para estratégias de retenção, diversidade e crescimento. A área oferece oportunidades desde analista de RH até head of people analytics, com foco em data-driven people management.

Sobre a área de Blockchain

A área de Blockchain envolve o desenvolvimento e a implementação de registros distribuídos e seguros de transações (ledgers). Profissionais dessa área trabalham com o desenvolvimento de smart contracts (contratos inteligentes), criptografia, algoritmos de consenso e plataformas como Ethereum, Hyperledger e Solana, garantindo segurança e descentralização para diversos tipos de aplicações.

Sobre a área de Ecommerce Manager

O Ecommerce Manager é o profissional responsável por toda a gestão estratégica e operacional de lojas virtuais e marketplaces. Ele lidera equipes, define estratégias de preço, promoção e catálogo, e acompanha a performance de vendas online em múltiplas plataformas.

As principais habilidades incluem gestão de catálogo, pricing dinâmico, campanhas sazonais (Black Friday, Cyber Monday), gestão de marketplace (Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu), tráfego pago, CRO e gestão de equipe. Conhecimento de Shopify, VTEX, WooCommerce, Google Ads, Meta Ads e métricas de performance é diferencial.

Ecommerce Managers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam gestão multi-marketplace, otimização de checkout e estratégias de mobile commerce. A área oferece oportunidades desde gerente de ecommerce até diretor de vendas online, com foco em receita, experiência do cliente e crescimento.

Sobre a área de Ecommerce Analyst

O Ecommerce Analyst é o profissional responsável por analisar dados de vendas online, comportamento do comprador e performance de lojas virtuais para guiar decisões estratégicas. Ele combina análise de dados com conhecimento de ecommerce para otimizar conversão, ticket médio e retorno sobre investimento.

As principais habilidades incluem Google Analytics (GA4), Hotjar, análise de funil de conversão, cohort analysis, segmentação de clientes, análise de pricing e métricas de ecommerce (CAC, CLV, AOV, taxa de conversão). Conhecimento de SQL, Power BI, Google Tag Manager e plataformas como Shopify e VTEX é diferencial.

Ecommerce Analysts em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem transformar dados de comportamento de compra em insights acionáveis para aumentar receita e reduzir abandono de carrinho. A área oferece oportunidades desde analista júnior até analytics manager de ecommerce.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

O Novo Padrão Back-End: Como Conquistar as Melhores Vagas

O Novo Padrão Back-End: Como Conquistar as Melhores Vagas no Mercado Atual

O ecossistema de desenvolvimento de software passou por uma transformação radical nos últimos anos. Se há algum tempo dominar um framework web e saber criar APIs RESTful (os famosos "CRUDs") era o suficiente para garantir uma boa vaga, hoje o sarrafo subiu consideravelmente.

Empresas globais, startups de alto crescimento e o mercado remoto internacional buscam engenheiros de Back-End que pensem além do código, focando em escalabilidade, resiliência e arquitetura em nuvem. Neste guia, dissecamos as habilidades não negociáveis para você se destacar e conquistar as vagas de Back-End mais cobiçadas (e bem pagas) do mercado.

1. System Design: O Divisor de Águas entre Pleno e Sênior

A maior barreira nas entrevistas para vagas em dólar e posições sêniores não é o teste de algoritmo, mas sim a entrevista de System Design (Design de Sistemas). Os recrutadores querem saber se você consegue desenhar a arquitetura de uma aplicação que suportará milhões de usuários simultâneos.

  • Microsserviços vs. Monólitos: Entenda quando usar cada um. A complexidade dos microsserviços nem sempre é a resposta certa para problemas simples.
  • Mensageria e Event-Driven: O domínio de filas (Apache Kafka, RabbitMQ, SQS) é obrigatório para sistemas desacoplados e resilientes.
  • Estratégias de Cache: Saber implementar Redis ou Memcached para aliviar bancos de dados é uma habilidade fundamental.
"Qualquer tolo consegue escrever código que um computador entenda. Bons programadores escrevem código que humanos entendam e sistemas que escalem com eficiência." – Adaptado de Martin Fowler, autoridade máxima em Arquitetura de Software.

2. A Fusão Inevitável com Cloud e DevOps

A linha que separava o Desenvolvedor Back-End do Engenheiro DevOps praticamente desapareceu. As empresas esperam que você saiba não apenas escrever a aplicação, mas também como empacotá-la e mantê-la rodando na nuvem de forma autônoma.

Para se destacar, certifique-se de ter proficiência em:

  1. Containers e Orquestração: Docker é o mínimo. Ter conhecimentos práticos em Kubernetes (Cloud Native Computing Foundation) coloca seu currículo no topo da pilha de qualquer ATS (Applicant Tracking System).
  2. Cloud Providers: Experiência comprovada em AWS, Google Cloud (GCP) ou Microsoft Azure.
  3. CI/CD: Saber configurar esteiras de deploy contínuo usando GitHub Actions ou GitLab CI para garantir entregas seguras e rápidas.

3. Segurança como Pilar (Shift-Left Security)

Com o aumento drástico de ataques cibernéticos e vazamentos de dados, a segurança não é mais um problema exclusivo da equipe de Infraestrutura. O desenvolvedor Back-End atual precisa programar de forma defensiva desde a primeira linha de código (conceito de Shift-Left).

Seja fluente nas vulnerabilidades mapeadas pelo OWASP Top 10 (Open Worldwide Application Security Project). Garantir proteção contra SQL Injection, autenticação quebrada e exposição de dados sensíveis não é um diferencial, é um pré-requisito técnico absoluto.

4. Preparação para o Mundo da IA (Integração e Dados)

Não, você não precisa ser um Cientista de Dados para ser um bom Back-End. No entanto, o mercado atual exige que engenheiros de software saibam integrar Inteligência Artificial aos seus produtos. Isso significa entender como consumir APIs de grandes modelos de linguagem (LLMs como OpenAI ou Anthropic) de forma performática.

Além disso, o conhecimento básico sobre Bancos de Dados Vetoriais (como Pinecone, Qdrant ou pgvector) tem sido um dos requisitos que mais crescem em vagas premium, pois são eles que sustentam os sistemas modernos de busca semântica e IA Generativa.

5. Destaque-se com um Portfólio Orientado a Problemas

Se você quer atrair recrutadores internacionais, esqueça o portfólio cheio de calculadoras ou projetos genéricos de "To-Do List". As empresas procuram engenheiros que resolvem problemas de negócio.

Crie um repositório no GitHub que demonstre uma API completa lidando com alta concorrência. Documente o seu código (README) explicando por que você escolheu determinado banco de dados (SQL vs NoSQL), como estruturou a paginação para não sobrecarregar o servidor e como lidou com testes automatizados.

Pronto para as Melhores Vagas de Back-End do Mercado?

Agora que você sabe o que as gigantes de tecnologia e as startups internacionais exigem, o próximo passo é se conectar com essas oportunidades. A maioria das vagas remotas que pagam em dólar não ficam abertas por muito tempo.

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