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Analista Júnior Em Infraestrutura | Sre

xpinc

São Paulo, SP
Sem Categoria Web Master

Score da Vaga

80 pontos
Modelo presencial (+70) Web Master (+10)

Sobre nós ​ 

A XP Inc. é uma das maiores instituições financeiras independente do Brasil, dona das marcas XP, Rico, Clear, XP Educação, InfoMoney, entre outras. Com mais de 4,6 milhões de clientes ativos e um valor superior a R$ 1,1 trilhão de ativos sob custódia, há 25 anos vem transformando o mercado financeiro para melhorar a vida das pessoas.

Com uma cultura marcante guiada por quatro valores - Sonho Grande, Espírito Empreendedor, Foco no Cliente e Mente Aberta - a XP Inc. está sempre em busca dos melhores talentos que tem ambição de fazer o impossível.


 

 

🚀 Sobre a Oportunidade

Se você está no início da sua jornada em infraestrutura e quer dar um passo gigante na carreira, essa vaga de SRE Júnior na XP Inc. é o lugar certo. Aqui você vai aprender na prática com times seniores enquanto ganha exposição a tecnologias como Kubernetes, Kafka, RabbitMQ e Linux RHEL em ambientes de missão crítica. Não esperamos autonomia total — buscamos alguém com disciplina operacional, vontade de aprender e capacidade de seguir procedimentos com rigor. Você vai monitorar dashboards, atender incidentes N1, executar mudanças padronizadas e, com mentoria, evoluir gradualmente para desafios mais complexos. Se você tem curiosidade técnica e quer crescer em um dos maiores ecossistemas financeiros do país, essa vaga é para você.

Saiba mais sobre nosso dia a dia no Instagram e no LinkedIn.

Confira nossas avaliações no Glassdoor.


🔍 O Que Procuramos

Pré-requisitos Essenciais:

 

  • Ensino superior cursando ou completo em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação ou áreas correlatas
  • 1 a 3 anos de experiência em infraestrutura de TI, operação de servidores, suporte técnico ou administração de sistemas
  • Administração básica de Linux (RHEL/CentOS): arquivos, processos, permissões, systemd, logs, pacotes
  • Administração básica de Windows Server: AD, GPO, IIS, Event Viewer, RDP
  • Conceitos fundamentais de Kubernetes: pods, services, deployments, namespaces, kubectl básico
  • Redes TCP/IP: modelo OSI, sub-redes, roteamento básico, NAT, portas, sockets
  • Git: versionamento básico, commits, branches, PRs
  • Shell Script: scripts básicos em Bash
  • Leitura de dashboards e entendimento de métricas básicas (CPU, memória, latência)

 

Diferenciais:

 

  • Conhecimento teórico de Kafka (tópicos, partições, producers/consumers)
  • Conhecimento teórico de RabbitMQ (filas, exchanges, bindings)
  • Experiência com Docker (criação e execução de containers)
  • Noções de cloud computing (AWS, Azure ou GCP)
  • Conhecimento básico de firewall (iptables, security groups)
  • Experiência com ferramentas de logging (ELK, Loki)
  • Certificações como LPIC-1, RHCSA, AWS Cloud Practitioner ou CKAD
  • Já participou de plantão em escala (finais de semana)

 


🎯 Desafios e Impacto

 

  • Aprender na prática com tecnologias complexas: você terá contato direto com Kubernetes, Kafka, RabbitMQ e RHEL em produção — uma curva de aprendizado íngreme, mas com mentoria do time sênior para te apoiar
  • Monitorar ativamente a saúde dos sistemas: acompanhar dashboards de Dynatrace, Grafana e Prometheus, identificar anomalias e acionar os times corretos conforme runbooks
  • Atender incidentes N1 com disciplina: realizar troubleshooting inicial, classificar gravidade e saber exatamente quando escalar para o nível sênior — sem pular etapas
  • Executar mudanças padronizadas e deploys: realizar alterações de baixa complexidade e baixo risco seguindo procedimentos operacionais, além de fazer deploy de artefatos em ambientes não produtivos
  • Participar de plantão em escala: garantir cobertura 24x7 em finais de semana e feriados, mantendo a calma sob pressão em incidentes
  • Contribuir para a melhoria contínua: atualizar runbooks e documentação, e identificar pelo menos 1 tarefa repetitiva por trimestre que possa ser automatizada

 


⏳ Etapas do Processo

  1. Triagem inicial: Análise do currículo para verificar a adequação às qualificações e requisitos da vaga.

  2. Testes gerais: Avaliação do alinhamento cultural com o teste da Mindsight e teste de raciocínio lógico da Predictive Index.

  3. Entrevista com a equipe de Recrutamento: Discussão sobre as expectativas em relação à vaga e aos objetivos profissionais.
  4. Entrevista com a liderança: Uma conversa para discutir sua visão e como você pode contribuir para a equipe e a empresa.

  5. Entrevista com colegas de trabalho: Interação com futuros pares para avaliar a sinergia e o trabalho em equipe.

  6. Oferta: Apresentação da proposta de trabalho, incluindo detalhes sobre remuneração e benefícios.


 


Benefícios:   

Saúde e bem-estar:

  • Plano de saúde
  • Plano odontológico
  • Wellhub (Gympass)
  • Zenklub
  • Seguro de Vida
  • iFood Benefícios (VA e VR flexível)
  • Vale Transporte
  • New Value (clube de benefícios)
  • Licença parental: maternidade de 6 meses e paternidade de 20 dias.
  • Auxílio Creche

Vida Financeira

  • Fundos de Investimentos Exclusivos
  • Assessoria de Investimentos  
  • Cartão XP Visa Infinite sem anuidade  
  • Crédito (consignado, home equity, CCB Imobiliário, etc.) 

Modelo de Trabalho Presencial Flexível  

O nosso modelo de trabalho varia de acordo com a função, podendo ser totalmente presencial para frentes de negócio e mais flexível para outras equipes.  
 
Seguimos um modelo com mais frequência presencial, mas sempre guiado por flexibilidade e autonomia com a responsabilidade da nossa cultura empreendedora. 

Aqui na XP Inc., valorizamos as interações pessoais e acreditamos no uso do escritório como uma ferramenta para potencializar nossas relações no trabalho.


*Ao seguir com a inscrição, você declara que leu, compreendeu e concorda com a Política de Privacidade do Grupo XP Inc. e de seus fornecedores e parceiros que apoiam com a realização do processo seletivo. O Grupo XP Inc. poderá utilizar de soluções de inteligência artificial para apoiar a equipe de recrutamento no decorrer do processo, o que poderá envolver o tratamento de seus dados pessoais para tal finalidade, conforme princípios da Lei Geral de Proteção de Dados e da Política de Privacidade do Grupo XP Inc.

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Sobre a área de Web Master

O Web Master é o profissional responsável pela manutenção, segurança e performance técnica de sites e aplicações web. Ele gerencia servidores, infraestrutura de hospedagem, monitoramento de uptime e garante que tudo funcione com rapidez e disponibilidade.

As principais habilidades incluem gestão de servidores (Apache, Nginx), hospedagem (AWS, Google Cloud, Azure), CDN (Cloudflare), SSL, DNS, segurança web (WAF, firewall), performance (Core Web Vitals, cache, compressão) e versionamento (Git, CI/CD). Conhecimento de Docker, WordPress, cPanel e monitoramento (Sentry, New Relic) é diferencial.

Web Masters em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam DevOps, SRE e conseguem garantir uptime e performance em escala. A área oferece oportunidades desde webmaster júnior até SRE e infrastructure engineer, com foco em confiabilidade, segurança e velocidade.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Backend

A área de Backend é responsável por toda a lógica do servidor, APIs, bancos de dados e infraestrutura que sustentam aplicações web e mobile. Profissionais de backend garantem que os sistemas sejam escaláveis, seguros e performáticos.

As principais habilidades incluem linguagens como PHP, Java, Python, Ruby, Go e Node.js, frameworks como Laravel, Spring Boot, Django e Express, bancos de dados (MySQL, PostgreSQL, MongoDB, Redis), arquitetura de software (clean architecture, DDD, microsserviços) e segurança de APIs (OAuth, JWT).

Desenvolvedores Backend em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam arquitetura de microsserviços, cloud computing e performance de alta escala. A área oferece oportunidades desde desenvolvedor júnior até arquiteto de software, com foco em escalabilidade, segurança e eficiência.

Sobre a área de Scrum Master

O Scrum Master é o profissional responsável por facilitar a adoção do Scrum e de práticas ágeis dentro de times de desenvolvimento. Ele atua como servant leader, removendo impedimentos, promovendo melhoria contínua e garantindo que os eventos e cerimônias do Scrum aconteçam da melhor forma possível.

As principais habilidades incluem facilitação de eventos (sprint planning, daily, review, retrospective), gestão de backlog, coaching de time, mediação de conflitos e métricas ágeis (velocity, burndown, cycle time). Conhecimento de Jira, Trello, Azure DevOps e frameworks como Kanban, XP e SAFe é diferencial.

Scrum Masters em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem promover autonomia nos times, criar ambientes com segurança psicológica e liderar transformações ágeis em escala. A área oferece oportunidades desde scrum master júnior até agile coach, head of agile e diretor de transformação ágil.

Sobre a área de Ecommerce Manager

O Ecommerce Manager é o profissional responsável por toda a gestão estratégica e operacional de lojas virtuais e marketplaces. Ele lidera equipes, define estratégias de preço, promoção e catálogo, e acompanha a performance de vendas online em múltiplas plataformas.

As principais habilidades incluem gestão de catálogo, pricing dinâmico, campanhas sazonais (Black Friday, Cyber Monday), gestão de marketplace (Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu), tráfego pago, CRO e gestão de equipe. Conhecimento de Shopify, VTEX, WooCommerce, Google Ads, Meta Ads e métricas de performance é diferencial.

Ecommerce Managers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam gestão multi-marketplace, otimização de checkout e estratégias de mobile commerce. A área oferece oportunidades desde gerente de ecommerce até diretor de vendas online, com foco em receita, experiência do cliente e crescimento.

Sobre a área de UI

A área de User Interface (UI) Design é focada na criação e design de todos os elementos visuais com os quais os usuários interagem em um produto digital. Isso inclui telas, botões, ícones, tipografia, paletas de cores e layouts responsivos, garantindo uma interface esteticamente atraente, consistente e fácil de usar. Habilidades em ferramentas como Figma e conhecimento de design systems são fundamentais.

Sobre a área de Social Mídia

A área de Social Mídia é uma das mais dinâmicas e em constante evolução do marketing digital. Profissionais de social media são responsáveis por criar, gerenciar e otimizar a presença de marcas nas plataformas digitais, construindo engajamento e comunidade com o público-alvo.

As principais habilidades incluem gestão de redes sociais (Instagram, TikTok, LinkedIn, Facebook, YouTube), criação de conteúdo para redes sociais, community management, mídia paga social (Meta Ads, LinkedIn Ads, TikTok Ads), análise de métricas e planejamento estratégico. Ferramentas como Hootsuite, Sprout Social, Buffer, Later e plataformas de analytics são essenciais.

Profissionais de social media em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam paid social, social media analytics e estratégias de conteúdo para diferentes plataformas. A área oferece oportunidades desde analista até diretor de social media, com foco em crescimento, engajamento e retorno sobre investimento.

Guias de Carreira

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Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.