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Coordenação | Learning, Leadership & Performance

appmax

Híbrido Porto Alegre, RS, BR
Sem Categoria

Score da Vaga

80 pontos
Modelo híbrido (+80)

NOSSO JEITO DE SER E FAZER 💜

O time da Appmax é feito por pessoas mão na massa, que tem os valores de garra e colaboração em 1º lugar. Nos esforçamos todos os dias para que empreendedores digitais consigam vender mais, de uma maneira mais eficiente e mais fácil. Nos inspiramos nos nossos clientes, e estamos aqui para servi-los e fornecer ferramentas que irão potencializar e maximizar seus resultados. Se você também quer participar dessa jornada conosco, se inscreva e venha fazer parte!

Essa posição chega para liderar e estruturar do zero a frente de Learning, Leadership & Performance, sendo responsável por montar o time, criar os programas, rituais e ferramentas que vão conectar o crescimento das pessoas à evolução do negócio na Appmax.

E aí, quer construir o seu futuro com a gente? 🤩🚀

Você terá entre suas responsabilidades:

  • Estruturar e liderar o time de Learning, Leadership & Performance, contratando e desenvolvendo os analistas da frente;
  • Estruturar a academia interna, trilhas de capacitação técnica e comportamental;
  • Conduzir a frente de desenvolvimento de lideranças, criando programas, rituais e ferramentas que fortaleçam gestão, cultura e alta performance;
  • Apoiar na construção de planos de sucessão e no mapeamento de posições-chave e high potentials;
  • Conduzir e analisar ciclos de performance e calibrações, gerando insights estratégicos para evolução das áreas;
  • Ser a principal responsável pela estratégia de desenvolvimento e treinamento da empresa, atuando como elo estratégico com os People & Performance Partners para traduzir necessidades de negócio em programas concretos;
  • Ser responsável pelo onboarding de lideranças, garantindo alinhamento cultural e aceleração dos novos líderes;
  • Apoiar programas como Geração Caldeira e iniciativas educacionais como o Upmaxter.

Você poderá agregar bastante ao nosso time se possuir:

  • Experiência prévia atuando com desenvolvimento de lideranças, treinamento ou academia corporativa;
  • Vivência estruturando programas de liderança, sucessão e high potentials;
  • Experiência gerindo ou liderando time, mesmo que pequeno;
  • Capacidade analítica para transformar dados de performance em planos de ação concretos;
  • Boa leitura de negócio e maturidade para atuar junto a lideranças sêniores;
  • Organização e autonomia para equilibrar estratégia e execução;
  • Capacidade de influência e construção de confiança com gestores.

Você se destacará se tiver:

  • Experiência construindo uma frente de desenvolvimento do zero (greenfield);
  • Vivência em empresas de tecnologia ou alto crescimento;
  • Experiência conectando desenvolvimento de líderes a indicadores de negócio;
  • Perfil com visão sistêmica e potencial de evoluir junto com a maturidade da frente de gestão de talentos.

Aqui na Appmax, os nossos Maxters encontram:

🌎 Ajuda de custo de R$ 130,00 para despesas de trabalho híbrido
🍟 Flexfood, assim você não precisa escolher entre VR ou VA
🏥 Plano de saúde Unimed Unipart e plano odontológico
🏋️‍♀️ Wellhub
🌱 Avus e Starbem
💊 Convênio farmácia com a rede Panvel
❤️ Seguro de vida
🚀 Um ambiente que favorece e incentiva o desenvolvimento e alta performance com Checks de Performance mensais
📚Upmaxter - nosso programa de desenvolvimento profissional

Guias de Carreira

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Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.