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Consultor(A) Comercial - Americana, Sp

listo

Presencial Americana, SP, BR
Sem Categoria

Score da Vaga

70 pontos
Modelo presencial (+70)

Se você gosta de trabalhar com pessoas, tem habilidade em negociação e foco em resultados, a vaga de Consultor(a) Comercial externo na Listo é ideal para você! Uma empresa brasileira em expansão que leva tecnologia de ponta para facilitar a vida financeira de pequenos e médios empreendedores. #VemSerListo

Você será responsável por:

  • Prospectar potenciais clientes;
  • Administrar carteira de clientes: você será responsável por prestar consultoria comercial, dar suporte e fazer visitas recorrentes aos seus clientes;
  • Identificar e prospectar novas oportunidades de negócios em sua região;
  • Acompanhar seus resultados, fazer a gestão dos indicadores de suas metas individuais;
  • Produção de relatórios de atividades.

É importante que você tenha:

  • Disponibilidade para atuação externa;
  • Ensino médio completo;
  • Bom relacionamento interpessoal;
  • Disponibilidade para viagens na região de atuação;
  • Conhecimento em Pacote Office;
  • Experiência com vendas de produtos tecnológicos será considerado um diferencial.

Informações complementares:

  • Atuação 100% externa;
  • Jornada de trabalho de segunda a sexta - 40h semanais;
  • Contamos com um pacote de benefícios flexíveis - você faz suas escolhas!
  • Todas as nossas vagas são elegíveis a profissionais PCDs.


Antes de entender de negócios e de tecnologia, entendemos de gente. Somos uma empresa feita de pessoas pra pessoas, que faz acontecer. Parceria, reciprocidade e transparência, #PerguntaPraQuemÉ.

 

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.