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Assistente Financeiro – Contas A Pagar – Rio De Janeiro

deloitte

Híbrido Rio de Janeiro, RJ, BR
Financeiro

Score da Vaga

90 pontos
Modelo híbrido (+80) Financeiro (+10)

Você na Deloitte

Você terá a oportunidade de evoluir sua carreira na maior organização de serviços profissionais do mundo, atuando como Assistente Financeiro – Contas a Pagar. Na sua rotina, você irá:

  • Apoiar as rotinas de contas a pagar, garantindo o correto processamento de pagamentos;
  • Realizar conferência e lançamento de notas fiscais e faturas no sistema;
  • Controlar prazos de pagamento e organização do fluxo financeiro;
  • Auxiliar na conciliação de pagamentos e apoio ao fechamento financeiro;
  • Apoiar o controle de adiantamentos e reembolsos;
  • Manter relacionamento com fornecedores e áreas internas para tratativas de pendências;
  • Apoiar a organização de documentos e controles financeiros da área;
  • Atuar em conjunto com o time para garantir o cumprimento das políticas, processos e prazos financeiros.

Prezamos pelos In‑Person Moments that Matter (momentos presenciais que importam) e, com isso, o modelo de trabalho adotado é o Digital Workplace, ou seja, trabalho híbrido (remoto e presencial), com frequência de idas presenciais adaptadas de acordo com a necessidade da área.

Na Deloitte, buscamos pessoas que queiram gerar resultados positivos todos os dias. Impulsionamos talentos para que possam se desenvolver em um ambiente colaborativo, com times diversos e que tragam energia, empoderamento, interação e conexões. Nosso crescimento é exponencial porque os talentos que recrutamos carregam nossos valores em sua essência.

Liderar o caminho, fomentar a inclusão, colaborar para mensurar impactos, servir com integridade e cuidar uns dos outros são pontos essenciais e inegociáveis para fortalecer ainda mais o nosso propósito.
Acreditamos na força dos talentos que preparamos. Eles transformam, impactam organizações, impulsionam mais talentos e criam oportunidades. Quer fazer parte da maior organização de serviços profissionais do mundo? Escolha seu impacto.


O que é preciso para você se candidatar à vaga?

  • Graduação cursando ou completa em Administração, Ciências Contábeis, Economia ou áreas correlatas;
  • Experiência ou vivência inicial com contas a pagar e rotinas financeiras será um diferencial;
  • Organização, atenção a detalhes e boa comunicação;
  • Excel básico;
  • Disponibilidade para atuar em modelo híbrido no Rio de Janeiro.

Sobre a área Financeira

A área Financeira em empresas de tecnologia combina conhecimento tradicional de finanças com ferramentas digitais avançadas. Profissionais de FP&A, controlling e finanças corporativas são essenciais para a saúde financeira da organização.

As principais habilidades incluem modelagem financeira, análise de indicadores (MRR, ARR, LTV, CAC), ERP (SAP, Oracle) e ferramentas de BI. Certificações como CFA e CPA-20 são diferenciais.

O setor financeiro oferece oportunidades estáveis com salários competitivos, especialmente em fintechs e grandes empresas de tecnologia.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.