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Tech Lead

makasi

Remoto BR
Engenharia

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Engenharia (+10)

Sobre a vaga

Estamos em busca de uma pessoa Tech Lead, com forte capacidade arquitetural, profundidade técnica e boa leitura de produto, para contribuir ativamente com a evolução da plataforma Makasí.

O papel central da função é sustentar e evoluir a arquitetura tecnológica, garantindo coerência entre domínios, qualidade de engenharia e escalabilidade da nossa stack baseada em GCP, Python, Node.js, TypeScript, React e PostgreSQL.

Trata-se de uma posição técnica, sem gestão formal de pessoas, com atuação como referência arquitetural para as squads, guardião das boas práticas de engenharia e facilitador da relação entre Engenharia e Produto.

Responsabilidades

Sustentar e evoluir a arquitetura

Definir padrões arquiteturais e conduzir decisões estruturais que garantam evolução sustentável, coerência entre domínios e clareza técnica entre squads.

Atuar na análise de trade-offs técnicos, equilibrando qualidade, prazo, risco, escalabilidade e impacto para o negócio.

Construir e evoluir soluções complexas

Desenvolver e evoluir código de alta complexidade, assegurando consistência entre microsserviços, APIs, domínios de negócio e modelagem de dados transacionais e analíticos.

Contribuir em implementações críticas, revisões técnicas, definição de contratos entre serviços e decisões de modelagem.

Apoiar a conexão entre Engenharia e Produto

Atuar como facilitador técnico na relação com Produto, ajudando a refinar problemas, antecipar riscos, esclarecer impactos e transformar necessidades de negócio em soluções técnicas viáveis.

Apoiar a squad na quebra de problemas, definição de caminhos técnicos e entendimento das prioridades, garantindo mais clareza, autonomia e eficiência na execução.

Garantir excelência técnica e confiabilidade

Revisar implementações com critério arquitetural, formalizar decisões técnicas relevantes e assegurar padrões elevados de qualidade, testes, segurança, performance e observabilidade.

Atuar como multiplicador técnico, promovendo boas práticas de engenharia, documentação, revisão de código, testes automatizados e compartilhamento de conhecimento.

Requisitos e competências técnicas

  • Experiência sólida com Python e Node.js/TypeScript.
  • Capacidade comprovada na construção e manutenção de APIs REST.
  • Experiência consistente com React em aplicações web estruturadas.
  • Experiência com PostgreSQL e modelagem de dados transacionais.
  • Vivência prática com Google Cloud Platform, especialmente Cloud Run, Pub/Sub e IAM.
  • Experiência com containers, especialmente Docker.
  • Conhecimento prático de CI/CD e pipelines automatizados.
  • Experiência com testes automatizados e boas práticas de engenharia.
  • Vivência prática com DDD, Bounded Contexts e Arquitetura Hexagonal.
  • Capacidade de analisar trade-offs técnicos e tomar decisões arquiteturais de forma pragmática.
  • Capacidade de atuar em ambientes sensíveis a risco e com dados financeiros.
  • Boa leitura de produto e capacidade de conectar decisões técnicas a objetivos de negócio.
  • Comunicação escrita clara e experiência em ambiente remoto.

Diferenciais

  • Experiência com fintech, crédito ou produtos financeiros.
  • Vivência prévia como Tech Lead em startups em crescimento.
  • Experiência com práticas de observabilidade e arquitetura orientada a eventos.
  • Experiência contribuindo em refinamentos técnicos, discovery técnico e alinhamentos com Produto.

Perfil ideal

  • Perfil técnico sênior, com visão arquitetural, boa leitura de produto e capacidade de tomada de decisão.
  • Autonomia para liderar diretrizes técnicas sem gestão formal de equipe, atuando como referência para engenharia e como facilitador na relação com Produto.
  • Clareza na comunicação técnica entre diferentes domínios, capacidade de elevar a qualidade das entregas e conforto em ambiente dinâmico e em constante evolução.

Modelo e nível

📍 Local: 100% remoto
💼 Vínculo: PJ
⚙️ Time: Engenharia de Software

Sobre a área de Engenharia

A Engenharia de Software vai além do desenvolvimento tradicional, focando em escalabilidade, performance e arquitetura de sistemas. Engenheiros de software são responsáveis por projetar infraestruturas que suportam milhões de usuários simultâneos.

As habilidades incluem arquitetura de microsserviços, DevOps, cloud computing, segurança de aplicações e otimização de performance. Conhecimento em containerização (Docker, Kubernetes) e CI/CD é cada vez mais exigido.

Engenheiros de software sênior são profissionais raros e muito bem remunerados, com oportunidades em grandes tech companies globais.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

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Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Dica do Especialista

Oportunidades e Tendências no Mercado de Design para 2026

Se a última década no design digital foi marcada pela padronização das interfaces mobile e pela ascensão do UX/UI como o coração do desenvolvimento de produtos, o ano de 2026 representa o início de uma nova era. Não estamos mais desenhando apenas para telas planas de vidro; estamos projetando para ecossistemas inteligentes, ambientes tridimensionais e algoritmos autônomos.

Para os designers que buscam se destacar e conquistar as melhores oportunidades remotas e em moedas fortes, compreender para onde o mercado está caminhando não é um diferencial, é uma questão de sobrevivência profissional. Abaixo, detalhamos as quatro grandes tendências que ditarão as contratações no mercado de design em 2026.

1. Design Generativo e a IA como Co-piloto (Não como Substituta)

O medo de que a Inteligência Artificial substituiria os designers ficou no passado. Em 2026, a IA generativa está profundamente integrada em ferramentas como Figma, Adobe e Framer. A habilidade mais valorizada pelas empresas não é mais a velocidade em alinhar pixels, mas sim a direção de arte algorítmica e o prompt design.

  • Automação de UI: Criação de wireframes, variações de componentes e design systems complexos serão gerados com poucos comandos de texto.
  • O Novo Papel do Designer: O profissional deixa de ser o executor operacional e passa a ser o curador e estrategista, garantindo que o que a IA gera está alinhado com a psicologia do usuário e os objetivos de negócios.

2. Spatial Design e a Computação Espacial

Com a maturação de dispositivos de realidade mista (como o Apple Vision Pro e as linhas avançadas da Meta), o Spatial Design (Design Espacial) deixou de ser um nicho experimental para se tornar um departamento obrigatório nas grandes empresas de tecnologia.

Projetar para a computação espacial exige uma quebra de paradigma: os designers precisam entender de profundidade, ergonomia visual, som espacial e interações baseadas no rastreamento ocular e gestual. As vagas para AR/VR Product Designers e 3D Interaction Designers estão vendo um salto exponencial nas ofertas com salários premium no exterior.

3. Design de Conversação e Interfaces Invisíveis (Zero-UI)

Com a onipresença dos Large Language Models (LLMs), a forma como os usuários interagem com os sistemas mudou. Em 2026, muitas interfaces não têm botões ou menus; elas são conversacionais. O UX Writing e o Conversation Design ganharam status de protagonismo.

  • Desafio: Como desenhar a "personalidade" e o fluxo de um assistente virtual para que ele não pareça um robô engessado?
  • Oportunidade: Designers que sabem mapear árvores de decisão, criar fluxos lógicos para voz e texto, e treinar a empatia da inteligência artificial estão sendo disputados a peso de ouro pelas startups.

4. Sustentabilidade Digital e Eco-Design

A pauta ESG (Ambiental, Social e Governança) invadiu as mesas de produto. A internet consome uma quantidade massiva de energia, e em 2026, empresas estão sendo cobradas por sua pegada de carbono digital.

Surge a demanda pelo Eco-Design Digital. Isso envolve criar interfaces mais leves, otimizar fluxos de usuário para reduzir o tempo de tela (e, consequentemente, o gasto de bateria e processamento do servidor), e adotar paletas de cores e assets (como SVGs no lugar de imagens pesadas) que exigem menos energia dos dispositivos. Ser um designer sustentável tornou-se um argumento de venda B2B fortíssimo.

Conclusão: A Evolução do Talento

O mercado de design em 2026 é altamente recompensador para quem abraça a complexidade. A barreira de entrada para criar telas bonitas caiu, mas a demanda por profissionais que resolvem problemas de negócios através de empatia, estratégia e domínio de novas tecnologias nunca esteve tão alta.

Se você quer estar à frente dessa onda e ter acesso às vagas que já estão buscando essas habilidades específicas, acompanhe a curadoria diária da Mondywork. O futuro do design é híbrido, remoto e cheio de oportunidades.