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Data Engineer / Pl

kstack

Híbrido São Paulo, SP, BR
Dados

Score da Vaga

90 pontos
Modelo híbrido (+80) Dados (+10)

Buscamos uma pessoa Data Engineer para atuar na construção de uma infraestrutura moderna de dados, conectando arquitetura, engenharia de software e inteligência artificial.

Você será responsável por construir pipelines e uma base de dados robusta que será consumida por agentes de IA em produção.

💻 O que você vai fazer

🔹 Arquitetura & Ingestão

• Projetar a arquitetura do GTM Data Lake em Medallion (Bronze, Silver e Gold) sobre nekt.ai e, nos casos de desenvolvimento no ambiente do cliente, GCP, AWS ou Azure.
• Construir pipelines de ingestão via APIs REST, lidando com paginação, rate limits e OAuth:

  • HubSpot (CRM e Marketing Hub)
  • Omie ERP
  • Google Sheets

• Ingerir dados via webhooks (Fathom) e fontes não estruturadas como:

  • Transcrições
  • WhatsApp

🔹 Transformação & Modelagem

• Modelar métricas de receita em dbt:

  • MRR
  • NRR
  • GRR
  • LTV
  • CAC
  • Ciclo de vendas
  • Conversão MQA → SQL

• Aplicar MDM (Master Data Management) para unificar entidades (contas, contatos e deals) entre fontes com identificadores inconsistentes.

🔹 Qualidade & Confiabilidade

• Garantir data quality:

  • Validações
  • Testes
  • Alertas de freshness
  • Tratamento de nulls e duplicados

• Definir e monitorar SLAs de atualização por fonte.

🔹 Consumo por IA

• Expor a camada Gold via MCP Server para consumo direto pelos agentes do GTM OS.
• Documentar decisões arquiteturais, trade-offs e dicionário de dados.

🔹 Entrega

• Trabalhar em planos incrementais (P0, P1 e P2), com entregas por sprint e valor mensurável em cada etapa.


🎯 O que esperamos de você

Aqui fazemos engenharia de software de verdade — não apenas scripts.

Você vai construir infraestrutura que agentes de IA consomem em produção. Isso exige:

✔ Código limpo, testável e mantível
✔ Versionamento disciplinado (Git)
✔ Testes automatizados
✔ Code review
✔ Tratamento robusto de erros e retries
✔ Idempotência em pipelines
✔ Capacidade de refatorar sem quebrar o que já está rodando

Pipelines não são notebooks descartáveis. São software.

Requisitos técnicos:

• 2 a 4 anos de experiência com Engenharia de Dados em produção
• Python sólido para ingestão, transformação e orquestração:

  • Estruturação de código em módulos
  • Funções testáveis
  • Boas práticas (typing, logging, packaging)

• Experiência prática com APIs REST:

  • Paginação
  • Rate limits
  • OAuth
  • Tratamento de falhas
  • Reprocessamento

• Conhecimento em CRMs como HubSpot ou Salesforce (uso ou coleta de dados dessas ferramentas)
• Arquitetura Medallion (Bronze/Silver/Gold) ou equivalente
dbt para modelagem e transformações SQL, com testes e documentação
• Lakehouse:

  • BigQuery (preferência)
  • Snowflake
  • Redshift

• Cloud Storage:

  • GCS
  • AWS S3
  • Azure

• Capacidade de documentar decisões arquiteturais e comunicar trade-offs.


⭐ Diferenciais

Será um plus se você tiver experiência com:

• MCP Server (Model Context Protocol): exposição de dados para consumo por LLMs e agentes
• APIs Omie, Pipedrive ou outros sistemas de receita
• Orquestração com Airflow ou Prefect
• Dados não estruturados:

  • Chunking
  • Embeddings
  • Transcrições

• RevOps e métricas SaaS:

  • NRR
  • GRR
  • LTV
  • CAC
  • Cohort Analysis

• Pipelines integrados com AI/ML
• Containerização (Docker) e automação (n8n)
• Familiaridade com harness de agentes como OpenClaw, Claude Code ou Hermes


🛠 Stack

Python | dbt | BigQuery | nekt.ai | GCS | S3 | Azure | HubSpot API | Omie API | MCP Server | Docker | n8n | Airflow | Prefect

Se você gosta de construir soluções de dados escaláveis, com impacto real no negócio e conectadas ao futuro da IA, queremos conversar com você. 🚀

Sobre a área de Dados

A área de Dados passou por uma transformação radical com a ascensão da Inteligência Artificial Generativa. Profissionais de dados são fundamentais para tomada de decisão baseada em evidências em todas as indústrias.

As principais especializações incluem Data Engineering, Data Science, Business Intelligence, Machine Learning Engineering e Analytics. Ferramentas como SQL, Python, Spark, dbt e plataformas de cloud (AWS, GCP, Azure) são essenciais.

O mercado de dados continua com alta demanda e salários entre os mais competitivos do setor de tecnologia, com muitas oportunidades para trabalho remoto.

Guias de Carreira

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Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Dica do Especialista

O Poder da Tipografia na Identidade Corporativa

Quando pensamos na identidade visual de uma marca de sucesso, nossa mente é instantaneamente inundada por cores vibrantes e logotipos memoráveis. No entanto, existe um elemento estrutural, muitas vezes invisível para o olho destreinado, que carrega uma parcela gigantesca da personalidade corporativa: a tipografia.

Se as cores são as emoções de uma marca e o logotipo é o seu rosto, a tipografia é o seu tom de voz. Escolher uma fonte não é um mero detalhe estético; é uma decisão estratégica que define como cada palavra da sua empresa será "ouvida" pelo público antes mesmo de ser lida.

1. A Psicologia das Formas e o Subtexto da Mensagem

Nossos cérebros estão condicionados a associar formas geométricas a conceitos abstratos. Diferentes estilos tipográficos evocam reações psicológicas distintas e imediatas:

Tradição & Respeito
Modernidade & Clareza

Marcas de luxo, jornais tradicionais e escritórios de advocacia frequentemente adotam fontes Serifadas (com pequenos traços nas extremidades), pois elas transmitem herança, autoridade e confiabilidade (pense no The New York Times ou na Rolex). Por outro lado, empresas de tecnologia e startups preferem fontes Sem Serifa (Sans-Serif), que comunicam inovação, acessibilidade e minimalismo (como Google, Apple e Spotify).

Usar a tipografia errada cria uma dissonância cognitiva. Imagine um banco tradicional usando uma fonte de visual infantil (como a infame Comic Sans) em seus contratos; a credibilidade seria arruinada instantaneamente, independentemente da qualidade dos serviços oferecidos.

2. Legibilidade, Leiturabilidade e Experiência do Usuário (UX)

A função primária da tipografia não é a beleza, mas a comunicação. No universo digital atual, onde o consumo de informação ocorre em telas de diferentes tamanhos, a legibilidade é rei.

"A tipografia é a arte de dotar a linguagem humana de uma forma visual duradoura, e, portanto, independente."
— Robert Bringhurst, mestre tipógrafo

Estudos comprovam que uma boa tipografia reduz a carga cognitiva do usuário. Quando as letras têm o espaçamento correto (kerning e tracking) e o contraste adequado com o fundo, o leitor absorve a mensagem sem esforço. Uma má escolha tipográfica causa fadiga visual, aumentando a taxa de rejeição (bounce rate) de sites e aplicativos e impactando negativamente nas conversões.

3. Propriedade e Reconhecimento Instantâneo

A tipografia pode ser tão icônica que dispensa a necessidade do próprio nome da empresa. Considere a silhueta inconfundível da fonte da Coca-Cola ou o "N" robusto da Netflix.

O reconhecimento do valor desse ativo fez surgir uma tendência bilionária: as Custom Fonts (fontes proprietárias). Empresas gigantes estão abandonando fontes comerciais licenciadas para criar suas próprias famílias tipográficas. A Apple criou a San Francisco, a Netflix lançou a Netflix Sans e o Airbnb desenvolveu a Cereal. Essa estratégia unifica a voz da marca globalmente, economiza milhões em licenciamento e garante uma identidade visual que nenhum concorrente pode copiar legalmente.

Conclusão

Ignorar o peso da tipografia no desenvolvimento de uma marca é como contratar um excelente orador, mas forçá-lo a sussurrar. Um projeto tipográfico bem executado aumenta a confiança, melhora a experiência do usuário e consolida a lembrança da marca no mercado. A tipografia não é apenas a roupa que as palavras vestem; ela é a própria essência visual da comunicação corporativa.