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Analista De Contabilidade Pleno

gobravo

Remoto Remoto
Financeiro

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Financeiro (+10)

Sobre a Bravo

A Bravo é uma multinacional especialista em soluções financeiras, transformando a forma como os brasileiros lidam com suas dívidas e organizam sua vida financeira. Com 16 anos de atuação, construímos uma trajetória sólida e de crescimento consistente na Europa e na América Latina.

Fomos escolhidos pela Euronext, na Espanha, como uma das 10 startups do programa TechShare, com foco em IPO nos próximos anos. Contamos com investidores que também apostaram em empresas como Uber, Spotify e Alibaba, e que desde 2020 acreditam no potencial da Bravo.

Atualmente, temos presença em Madrid, Lisboa, Roma, Cidade do México, Bogotá e São Paulo. Acreditamos fortemente que a operação brasileira será a maior de todas — e queremos você com a gente nessa jornada de crescimento e impacto. 🚀 

Agora, estamos em busca de novos talentos que queiram crescer com a gente! Se você está iniciando sua carreira e quer aprender na prática como funciona uma fintech global focada em inovação e impacto social, essa vaga é pra você!

 

Estamos em busca de um(a) Analista de Contabilidade para planejar e executar o fechamento contábil e fiscal, apoiar as parametrizações do sistema contábil/fiscal e contribuir com análises tributárias e relatórios gerenciais. Buscamos alguém com domínio técnico sólido e, principalmente, com espírito de equipe e resiliência para os momentos de maior volume.

 

Responsabilidades e atribuições

  • Executar o fechamento contábil e fiscal, com lançamentos e conciliações;
  • Apurar IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, LALUR e impostos retidos;
  • Garantir a entrega dos SPEDs Contábil e Fiscal, e da REINF;
  • Atuar na parametrização do sistema contábil e fiscal;
  • Conciliar os dados da folha de pagamento com a contabilidade;
  • Controlar ativo imobilizado e adiantamentos a fornecedores;
  • Elaborar notas explicativas e relatórios gerenciais;
  • Realizar análises tributárias e organizar a documentação com a contabilidade
    externa;
  • Apoiar o time em períodos de maior demanda do fechamento.

 

Requisitos e qualificações

  • Graduação concluída em Ciências Contábeis ou cursos similares;
  • Experiência em fechamento de balanço e DRE;
  • Conhecimento prático em apuração de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS;
  • Vivência na entrega de SPED Contábil, SPED Fiscal e REINF;
  • Domínio de planilhas (Excel/Google Sheets);
  • Vivência tanto na rotina contábil quanto na fiscal;
  • Desejável: conhecimento em CPC, IFRS e EFD;
  • Desejável: experiência em consultoria/escritório contábil ou empresa de pequeno
    porte;
  • Perfil resiliente e com espírito de equipe, disposto(a) a apoiar os colegas quando
    preciso.

 

O que oferecemos para você:

  • Vale alimentação ou refeição no cartão Flash;
  • Vale transporte;
  • Seguro de vida;
  • TotalPass para você cuidar da sua saúde;
  • Clude Saúde;
  • Celebrações e happy hours para comemorar as vitórias;
  • Ambiente descontraído com vestimenta informal;
  • Oportunidades de aprendizado, desenvolvimento profissional e plano de carreira.

Sobre a área Financeira

A área Financeira em empresas de tecnologia combina conhecimento tradicional de finanças com ferramentas digitais avançadas. Profissionais de FP&A, controlling e finanças corporativas são essenciais para a saúde financeira da organização.

As principais habilidades incluem modelagem financeira, análise de indicadores (MRR, ARR, LTV, CAC), ERP (SAP, Oracle) e ferramentas de BI. Certificações como CFA e CPA-20 são diferenciais.

O setor financeiro oferece oportunidades estáveis com salários competitivos, especialmente em fintechs e grandes empresas de tecnologia.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.