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Engineering Manager (Api Platform)

perplexity

San Francisco
Engineering

Job Score

80 pts
On-site model (+70) Engineering (+10)

Perplexity API Platform

Perplexity innovates at the frontier of AI infrastructure, search, and orchestration to serve the world's most discerning users. The Perplexity API Platform brings our technology to the world's most discerning developers.

From exabyte-scale knowledge indexes to codegen-first agent runtimes, the building blocks behind Perplexity's applications are some of the most battle-tested AI systems in the industry. We believe these same building blocks can and should power the aspirations of builders everywhere. It's one thing to solve planet-scale retrieval, long-horizon orchestration, and other foundational AI challenges within a single product ecosystem. The true measure of success is to turn those solutions into elegant APIs that delight developers and agents alike.

Our API Platform delivers frontier intelligence to thousands of customers: startups, trillion-dollar enterprises, U.S. and allied governments, and everyone in between. We've achieved incredible scale, yet we're just getting started. Join us to build tools for curious minds.

About this role

Perplexity is seeking a strong technical leader to steer the API Platform engineering team through a rapid period of growth. Our company builds technology that reshapes how people search, reason, and interact with the world around them. Week after week, we observe increasing demand for programmatic interfaces to that technology. The API Platform engineering team is charged with designing, implementing, and scaling these interfaces.

You and your team will work on an eclectic portfolio spanning distributed systems, performance optimization, agent orchestration, and frontier topics that often change with each passing month. Throughout this work, you'll prioritize great developer and agent experience alike. You'll also define technical strategy for how we scale to meet compounding growth exponentials (number of customers, agents per customer, compute/retrieval per agent, etc.).

This role is ideal for seasoned engineering managers who are unusually passionate about providing the world with programmatic access to the building blocks of frontier intelligence.

Key Responsibilities

  • Provide both technical and team leadership across multiple layers of our rapidly growing API business.

  • Design, build, and operate mission-critical APIs that provide our customers the building blocks for frontier intelligence.

  • Continually reimagine the customer needs of tomorrow (and the architectures to serve those needs), while faithfully serving the customer workloads of today.

  • Drive product reliability, code quality, AI evaluation, testing, and maintenance for the broader team.

  • Oversee hiring, onboarding, and mentorship for a rapidly growing team; develop rigorous interview pipelines and work closely with recruiting to source candidates.

  • Collaborate across teams to incorporate novel frontier capabilities into the API Platform and improve existing capabilities for API customer needs.

  • Track and ensure progress toward top-line business goals, in close coordination with engineering and business executives.

Qualifications

  • Entrepreneurial attitude; able and eager to run more than just engineering.

  • Proficiency in Python (bonus points for Go and/or Rust).

  • Strong understanding of high-traffic API design: schema evolution & versioning, idempotency, authentication patterns, rate limiting, and performance tuning.

  • Experience with modern AI APIs (including latency tuning, streaming, model orchestration, emerging technical standards) is a strong plus.

  • Strong customer empathy and product sense, ensuring the APIs you build are ergonomic, well-documented, and easy to adopt for developers and agents alike.

  • Strong organizational skills for managing and delivering parallel technical projects; ability to guide highly-opinionated teams in making sound tradeoffs and prioritization decisions is critical.

  • Experience managing engineering teams, including recruiting, growing, and retaining high-caliber talent.

  • 8+ years of engineering experience, with at least 3 of those years as an engineering manager.

Sobre a área de Engenharia

A Engenharia de Software vai além do desenvolvimento tradicional, focando em escalabilidade, performance e arquitetura de sistemas. Engenheiros de software são responsáveis por projetar infraestruturas que suportam milhões de usuários simultâneos.

As habilidades incluem arquitetura de microsserviços, DevOps, cloud computing, segurança de aplicações e otimização de performance. Conhecimento em containerização (Docker, Kubernetes) e CI/CD é cada vez mais exigido.

Engenheiros de software sênior são profissionais raros e muito bem remunerados, com oportunidades em grandes tech companies globais.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.