← Back to jobs

Compensation Manager

claylabs

Híbrido New York
Uncategorized

Job Score

80 pts
Hybrid model (+80)

About Clay

Our mission is to help organizations turn any growth idea into reality.

We see growth as a creative practice, not a formula. Finding and reaching your best-fit customers takes unique ideas and constant iteration. As AI makes execution faster and tactics easier to copy, creativity is the only lasting advantage. We're already helping thousands of customers — including Anthropic, Notion, Google, and Ramp — go to market with unique data, signals, and AI research.

In 2025, we raised a $100M Series C backed by world-class investors including Sequoia, CapitalG, and First Round — and crossed $100M in revenue.

In 2026, we announced our second employee tender offer in 9 months at a new $5B valuation. We also launched a community equity round, for our customers, agency partners, and club members.

Some things to know about us:

  • Our community includes 11,000+ customers, 150+ integration partners, 125+ agencies, 50+ Clay clubs, and 30k members on Slack.

  • Our culture is unique inside and outside of work. Our team members are also DJs, activists, writers, clowns, marathoners, skydivers, psychedelic therapists, social workers, and more.

  • All employees can work for free with world-class coaches who specialize in creativity, management, and more.

  • Our operating principles — including negative maintenance and non-attached action — guide our work. Read more about them here.

  • Read about us in the NYT, Forbes, First Round Review, and more.

Hear from our employees directly on our Glassdoor page!

Compensation Manager

At Clay, People Operations is about creating the environment where people can do the best work of their careers. We're growing fast, and how we pay people sits at the center of how we attract, motivate, and retain the talent that gets us there.

In this role, you'll own Clay's compensation function and build it for our landscape. You'll bring deep technical foundations and prior experience, but you won't copy and paste a system from your last company. Clay has a special culture, and our compensation philosophy and processes need to fit how we actually operate. You'll partner closely within the People team, and with Finance and leaders across the business to design programs that are thoughtful and fair.

This is a hands-on role where you'll balance technical depth with good judgment, knowing when to add structure and when to stay flexible. Above all, you'll bring genuine care for getting pay right and take full ownership of the work.

What You'll Do

Build the Foundation: Philosophy & Architecture

  • Own Clay's compensation philosophy and salary structures, and evolve them as we scale

  • Build pay programs designed for Clay's business, talent market, and stage

  • Own market benchmarking and survey strategy, keeping our bands current, defensible, and grounded in how we actually compete for talent

  • Partner on GTM compensation, including the design of variable pay and incentive structures that drive the right outcomes across our revenue-generating teams

  • Build the system of record for comp at Clay: what we pay, why we pay it, and how it holds together as we grow

Make It Real: Programs & Cycles

  • Design and run cyclical compensation processes, including reviews, promotion and adjustment decisions, and offer approvals

  • Own equity program design and partner with Finance on administration

  • Partner with Revenue Operations on the administration of variable compensation, ensuring plans are accurately implemented, calculated, and paid

  • Build Clay-native comp workflows and tooling, using technology to make comp programs easier to run, from offer visualization to recruiter-facing lookups that put the right data at people's fingertips

Build Confidence: Communication & Enablement

  • Translate compensation concepts into clear guidance that managers and employees can use and understand

  • Equip managers and recruiters to have confident, informed conversations about pay

  • Advise the People team and business leaders on comp questions tied to hiring, retention, and promotion

What You'll Bring

Experience & Expertise

  • 8+ years in compensation with significant hands-on program design experience, ideally including time at a scaling company

  • Deep technical foundations across base pay, variable pay, and equity. You understand the mechanics behind the programs, not just how to administer them

  • Experience working with variable compensation programs, including sales and GTM incentive plans

  • Experience building or substantially rebuilding compensation structures, leveling frameworks, and review processes from scratch

  • Fluency with equity compensation

  • Experience with multi-country compensation, including the UK and Europe, is a plus

Core Competencies

  • Foundations over templates: you understand why programs work the way they do, so you can build something that fits Clay rather than reaching for what worked somewhere else

  • Systems thinker who can hold the strategic vision and the operational detail at the same time

  • Genuinely energized by the intersection of data, judgment, and the craft of paying people fairly

  • Exceptional communicator: you can make complex comp situations clear for employees, managers, and leaders, and you build trust while doing it

  • Comfortable with ambiguity. A lot of what you'll build doesn't exist here yet

  • Bias toward action, balanced with sound judgment on where pay decisions carry real risk

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

Ler guia completo →

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.