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Engineering Manager - Fintech, Lodging

hopper

Remoto Toronto - Remote
Engineering

Job Score

100 pts
Remote model (+90) Engineering (+10)

The company hopper is currently seeking a highly skilled Engineering Manager to join their team in Toronto, with the option to work remotely. This role is focused on the development of fintech products, specifically the Hotels CFAR (Cancel For Any Reason) service, which is a rapidly growing product that allows travelers to cancel their bookings and receive a refund without any questions asked. As an engineering leader, the successful candidate will be responsible for leading a high-performing product team to build durable and scalable systems, while also serving as a credible technical leader who can work closely with partners to scope and deliver integrations.

The day-to-day responsibilities of this role will involve leading a small team of approximately three engineers, with a focus on leveraging AI tooling, prioritization, and autonomy to drive output. The Engineering Manager will be expected to be hands-on, producing actual artifacts with AI such as prototypes, technical specs, and partner-facing API examples, rather than simply reviewing code from a distance. This role requires a unique blend of technical expertise, leadership skills, and partnership-building abilities, with the goal of delivering high-quality products and services to partners and travelers alike.

The company offers a remote work model, providing the flexibility to work from anywhere, and is looking for a candidate who can thrive in this environment. The ideal candidate will have a strong technical background, experience in leading engineering teams, and a proven track record of delivering scalable and durable systems. In return, the company offers a range of benefits and the opportunity to work on a cutting-edge fintech product that is revolutionizing the way travelers book and cancel their trips.

Sobre a área de Engenharia

A Engenharia de Software vai além do desenvolvimento tradicional, focando em escalabilidade, performance e arquitetura de sistemas. Engenheiros de software são responsáveis por projetar infraestruturas que suportam milhões de usuários simultâneos.

As habilidades incluem arquitetura de microsserviços, DevOps, cloud computing, segurança de aplicações e otimização de performance. Conhecimento em containerização (Docker, Kubernetes) e CI/CD é cada vez mais exigido.

Engenheiros de software sênior são profissionais raros e muito bem remunerados, com oportunidades em grandes tech companies globais.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Dica do Especialista

Oportunidades e Tendências no Mercado de Design para 2026

Se a última década no design digital foi marcada pela padronização das interfaces mobile e pela ascensão do UX/UI como o coração do desenvolvimento de produtos, o ano de 2026 representa o início de uma nova era. Não estamos mais desenhando apenas para telas planas de vidro; estamos projetando para ecossistemas inteligentes, ambientes tridimensionais e algoritmos autônomos.

Para os designers que buscam se destacar e conquistar as melhores oportunidades remotas e em moedas fortes, compreender para onde o mercado está caminhando não é um diferencial, é uma questão de sobrevivência profissional. Abaixo, detalhamos as quatro grandes tendências que ditarão as contratações no mercado de design em 2026.

1. Design Generativo e a IA como Co-piloto (Não como Substituta)

O medo de que a Inteligência Artificial substituiria os designers ficou no passado. Em 2026, a IA generativa está profundamente integrada em ferramentas como Figma, Adobe e Framer. A habilidade mais valorizada pelas empresas não é mais a velocidade em alinhar pixels, mas sim a direção de arte algorítmica e o prompt design.

  • Automação de UI: Criação de wireframes, variações de componentes e design systems complexos serão gerados com poucos comandos de texto.
  • O Novo Papel do Designer: O profissional deixa de ser o executor operacional e passa a ser o curador e estrategista, garantindo que o que a IA gera está alinhado com a psicologia do usuário e os objetivos de negócios.

2. Spatial Design e a Computação Espacial

Com a maturação de dispositivos de realidade mista (como o Apple Vision Pro e as linhas avançadas da Meta), o Spatial Design (Design Espacial) deixou de ser um nicho experimental para se tornar um departamento obrigatório nas grandes empresas de tecnologia.

Projetar para a computação espacial exige uma quebra de paradigma: os designers precisam entender de profundidade, ergonomia visual, som espacial e interações baseadas no rastreamento ocular e gestual. As vagas para AR/VR Product Designers e 3D Interaction Designers estão vendo um salto exponencial nas ofertas com salários premium no exterior.

3. Design de Conversação e Interfaces Invisíveis (Zero-UI)

Com a onipresença dos Large Language Models (LLMs), a forma como os usuários interagem com os sistemas mudou. Em 2026, muitas interfaces não têm botões ou menus; elas são conversacionais. O UX Writing e o Conversation Design ganharam status de protagonismo.

  • Desafio: Como desenhar a "personalidade" e o fluxo de um assistente virtual para que ele não pareça um robô engessado?
  • Oportunidade: Designers que sabem mapear árvores de decisão, criar fluxos lógicos para voz e texto, e treinar a empatia da inteligência artificial estão sendo disputados a peso de ouro pelas startups.

4. Sustentabilidade Digital e Eco-Design

A pauta ESG (Ambiental, Social e Governança) invadiu as mesas de produto. A internet consome uma quantidade massiva de energia, e em 2026, empresas estão sendo cobradas por sua pegada de carbono digital.

Surge a demanda pelo Eco-Design Digital. Isso envolve criar interfaces mais leves, otimizar fluxos de usuário para reduzir o tempo de tela (e, consequentemente, o gasto de bateria e processamento do servidor), e adotar paletas de cores e assets (como SVGs no lugar de imagens pesadas) que exigem menos energia dos dispositivos. Ser um designer sustentável tornou-se um argumento de venda B2B fortíssimo.

Conclusão: A Evolução do Talento

O mercado de design em 2026 é altamente recompensador para quem abraça a complexidade. A barreira de entrada para criar telas bonitas caiu, mas a demanda por profissionais que resolvem problemas de negócios através de empatia, estratégia e domínio de novas tecnologias nunca esteve tão alta.

Se você quer estar à frente dessa onda e ter acesso às vagas que já estão buscando essas habilidades específicas, acompanhe a curadoria diária da Mondywork. O futuro do design é híbrido, remoto e cheio de oportunidades.