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Analista De Mídia Pleno

brivia

Remoto BR
Marketing Digital

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Marketing Digital (+10)

Na Brivia, conectamos criatividade, dados e tecnologia para resolver problemas reais de negócio dos nossos clientes.

Buscamos uma pessoa analista de  midia para atuar na Mídia, com responsabilidade direta sobre operação de mídia, contribuindo diretamente para a performance e evolução dos resultados dos clientes e da Brivia.

 

O modelo de contrato para esta oportunidade é CLT 

Somos inquietos por natureza e desbravadores por escolha.

Estamos em constante transformação, porque acreditamos que evolução não é fase, é mentalidade.
Buscamos pessoas que queiram ir além do óbvio, que questionem, construam e façam acontecer. 
Gente pronta para viver uma cultura com autonomia, responsabilidade e impacto real.


SOMOS NÔMADES, NOSSAS VAGAS SÃO PARA QUALQUER LUGAR!

Seja qual for o seu gênero, orientação sexual, idade, raça, etnia, crença ou deficiência. Se você chegou até aqui, talvez essa jornada também seja sua. 

 

Responsabilidades:

  • Planejar e executar campanhas de mídia paga em Google Ads (Search, Display, YouTube, Performance Max), Meta Ads, TikTok Ads e LinkedIn Ads
  • Acompanhar e analisar os KPIs das campanhas (CTR, CPC, CPM, CPA, ROAS), propondo ajustes e melhorias contínuas
  • Elaborar relatórios junto ao time de BI
  • Apoiar no planejamento de mídia, incluindo estimativas de verba, projeções de entrega e distribuição de budget entre canais
  • Apoiar o time no processo de compra de mídia, controle de investimentos e relacionamento com veículos e plataformas
  • Manter-se atualizado(a) sobre novidades, betas e tendências das plataformas de mídia digital
  • Ter noções de mídia offline

 

Requisitos Técnicos:

  • Experiência mínima de 2 anos em gestão de campanhas de mídia digital
     
  • Domínio das plataformas Google Ads e Meta Ads Business Manager
     
  • Conhecimento em TikTok Ads e LinkedIn Campaign Manager
     
  • Capacidade de leitura e interpretação de dados e métricas de performance
     
  • Organização para gestão simultânea de múltiplos clientes e campanhas

 

Diferencias:

  • Certificações em Google Ads ou Meta Blueprint
  • Conhecimento em tracking e tagueamento (Google Tag Manager, pixels de conversão)
 

Os desbravadores tem:

  • Horário flexível, aqui você é responsável por se organizar;

  • Cultura ágil, aqui todos os desbravadores utilizam metodologias ágeis no dia a dia;

  • Vale-refeição ou alimentação FLEX;

  • Auxílio Home Office;

  • TotalPass;

  • Plataforma StarBem; 

  • Plano odontológico Amil;

  • Plano de saúde Amil;

  • Seguro de vida;

  • Cartão Farmácia;
  • Bem estar psicológico gratuito;

  • Brivia Academy, treinamentos para aperfeiçoamento;

  • Bônus salarial;

  • E o melhor de todos: trabalhe de onde você quiser, somos nômades!

 

Sobre a área de Marketing Digital

O Marketing Digital é uma área em permanente expansão, impulsionada pelo crescimento do e-commerce e pela necessidade de presença digital forte. Profissionais de marketing dominam ferramentas como Google Ads, Meta Ads, HubSpot, Google Analytics e plataformas de automação.

As especializações mais procuradas incluem Growth Marketing, Performance, SEO, Marketing de Conteúdo e Growth Hacking. A combinação de criatividade com análise de dados é o diferencial mais valorizado no mercado.

O mercado oferece oportunidades tanto em agências quanto em empresas de tecnologia, com salários competitivos e possibilidade de trabalho remoto.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.