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Analista De Customer Experience Pl

cashme

Híbrido São Paulo, SP, BR
Customer Success

Score da Vaga

90 pontos
Modelo híbrido (+80) Customer Success (+10)

Propósito 

Atuar como uma ponte estratégica entre os clientes e a CashMe, garantindo a excelência na experiência do cliente. Este papel visa acompanhar casos, analisar dados e propor melhorias contínuas na jornada, combinando visão analítica, capacidade de síntese, habilidade de comunicação e uma paixão genuína por se relacionar com pessoas, contribuindo para a fidelização e satisfação dos nossos clientes

Responsabilidades 

Realizar atendimento direto ao cliente, com foco em resolução, qualidade e experiência.
Efetuar atendimentos telefônicos com escuta ativa, empatia e foco na construção de relacionamento.
Atuar na gestão e acompanhamento de casos críticos, priorizando demandas e coordenando interações com áreas internas para garantir o cumprimento dos SLAs.
Conduzir situações sensíveis e de alta complexidade com equilíbrio emocional e acuidade, demonstrando senso de urgência.
Coletar, organizar e analisar dados de atendimento, identificando padrões, gargalos e oportunidades de melhoria.
Construir dashboards, relatórios, análises e indicadores de performance relacionados à experiência do cliente.
Elaborar e apresentar materiais executivos com insights, conclusões e recomendações para a liderança e áreas parceiras.
Identificar oportunidades de melhoria a partir das interações com clientes, propondo ações que aprimorem a jornada.
Zelar pela qualidade das informações registradas, com elevado nível de atenção aos detalhes.
Atuar de maneira multifuncional, sendo ponte entre Operações, Produto, Comercial e demais áreas envolvidas nas demandas dos clientes.

Competências de Adaptação

Soft Skills e Comportamentos Esperados

Relacionamento Interpessoal e Empatia: Habilidade de se conectar com pessoas, paixão por atender e vivência na gestão de casos críticos e clientes em situações sensíveis.
Comunicação: Excelente comunicação verbal e escrita, com habilidade para criar apresentações executivas claras e estratégicas, e interagir com diferentes áreas da organização.
Organização e Autonomia: Capacidade de priorizar diversas demandas simultâneas, com alto nível de atenção aos detalhes e compromisso com a qualidade das informações.
Proatividade e Visão Analítica: Olhar crítico e propositivo, buscando identificar oportunidades de melhoria e contribuir continuamente para a evolução da experiência do cliente.
Resiliência e Maturidade: Capacidade de interagir com empatia e maturidade em cenários críticos e situações emocionalmente sensíveis.

Hard Skills e Conhecimentos Técnicos

Experiência Sólida: Vivência comprovada em atendimento ao cliente, CX, SAC ou Sucesso do Cliente.
Análise de Dados: Capacidade analítica e domínio na manipulação e interpretação de dados.
Ferramentas: Experiência com Excel avançado, Google Sheets, Power BI ou similares.
Diferenciais: Experiência com sistemas de atendimento/ticket (Dynamics 365) e conhecimento básico ou intermediário em Snowflake.

Protagonismo Digital
Identifica oportunidades de aplicar ferramentas digitais e Inteligência Artificial para simplificar processos da área de atendimento. Avalia criticamente os resultados gerados por essas ferramentas, sabendo quando aceitar, ajustar ou descartar, e compartilha aprendizados com colegas. Possui facilidade com a utilização de diversos sistemas de forma simultânea e busca constantemente a atualização em novas tecnologias para otimizar a rotina e propor melhorias processuais.

Demonstra disposição para aprender novas ferramentas, metodologias e práticas à medida que o contexto da área e da empresa evolui, buscando sempre a excelência e a inovação.

Sobre a área de Customer Success

Customer Success é a área responsável por garantir que os clientes atinjam seus objetivos ao usar o produto ou serviço. É uma função estratégica para retenção, expansão e satisfação do cliente.

As principais habilidades incluem gestão de contas, análise de churn, NPS, onboarding, upsell e cross-sell. Conhecimento de CS tools como Gainsight, Totango e ChurnZero é diferencial.

O CS está se tornando cada vez mais estratégico em empresas SaaS, com profissionais atuando diretamente no crescimento da receita recorrente (MRR/ARR).

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.