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Product Owner Sênior

lighthouseit

Remoto BR
Produto Scrum Master Product Owner Relações Públicas

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Produto (+10) Scrum Master (+10) Product Owner (+10)

Somos a Lighthouse, uma consultoria apaixonada por tecnologia e inovação. Valorizamos quem busca crescimento e desafios, oferecendo um ambiente que incentiva a iniciativa, a colaboração e a comunicação aberta. Aqui, você terá liberdade para desenvolver suas ideias e criar soluções que transformam o mundo. 

Apoiamos aqueles que querem fazer a diferença, promovendo aprendizado contínuo e evolução profissional. 

Junte-se a nós, construa sua carreira e transforme o futuro da tecnologia. 

Criando o mundo digital de amanhã, hoje. 

 

Sobre a vaga:

Buscamos um Product Owner (PO) Sênior para trabalhar 100% remoto em cliente da Lighthouse.

Responsabilidades:

  • Atuar como PO no dia a dia do time, garantindo clareza das demandas e sua correta priorização;
  • Conduzir e participar de cerimônias ágeis: refinamento, planning, daily, review e retrospectiva;
  • Escrever e detalhar user stories, critérios de aceite e casos de uso;
  • Acompanhar o andamento das entregas, riscos, impedimentos e evolução dos sprints;
  • Garantir comunicação contínua com o PM, trazendo visibilidade sobre status, decisões, gaps e eventos relevantes;
  • Apoiar na gestão e organização do backlog, mantendo-o atualizado, coerente e priorizado conforme estratégia;
  • Coordenar ou apoiar atividades relacionadas ao desenvolvimento do produto, incluindo alinhamentos técnicos e operacionais;
  • Monitorar métricas do time (velocity, burndown, lead time, capacity etc.) e reportar andamento de sprints;
  • Apoiar estruturação das user stories da equipe tendo em vista o roadmap do projeto.

Requisitos:

  • Experiência comprovada como Product Owner ou função equivalente em equipes ágeis;
  • Sólida prática em escrita de user stories, definição de critérios de aceite e refinamento técnico-funcional;
  • Conhecimento e prática de metodologias ágeis (Scrum, Kanban);
  • Capacidade de comunicação clara, tanto com áreas técnicas quanto de negócio;
  • Vivência em projetos de produtos digitais.

Diferenciais:

  • Experiência em ambientes financeiros ou projetos de alto rigor regulatório;
  • Familiaridade com squads multidisciplinares e produtos em construção;
  • Capacidade de diagnosticar problemas operacionais, propor soluções e apoiar decisões rápidas;
  • Vivência em projetos de integração com parceiros.

Habilidades:

  • Proatividade e autonomia operacional;
  • Organização;
  • Senso de urgência;
  • Capacidade de lidar com ambiguidades de produtos em desenvolvimento;
  • Visão colaborativa;
  • Habilidade de articulação com parceiros internos e externos.

Sobre a área de Produto

Product Management é uma das áreas mais strategicamente relevantes nas organizações de tecnologia. O Product Manager é responsável por definir a visão do produto, priorizar funcionalidades e coordenar equipes multidisciplinares para entregar valor ao usuário.

As habilidades essenciais incluem pensamento estratégico, análise de dados, comunicação, liderança e conhecimento técnico. Ferramentas como Jira, Confluence, Miro e analytics platforms são fundamentais no dia a dia.

Salários para PMs no Brasil variam de R$ 8.000 (júnior) a R$ 35.000+ (sênior em big techs), com oportunidades crescentes para trabalho remoto internacional.

Sobre a área de Scrum Master

O Scrum Master é o profissional responsável por facilitar a adoção do Scrum e de práticas ágeis dentro de times de desenvolvimento. Ele atua como servant leader, removendo impedimentos, promovendo melhoria contínua e garantindo que os eventos e cerimônias do Scrum aconteçam da melhor forma possível.

As principais habilidades incluem facilitação de eventos (sprint planning, daily, review, retrospective), gestão de backlog, coaching de time, mediação de conflitos e métricas ágeis (velocity, burndown, cycle time). Conhecimento de Jira, Trello, Azure DevOps e frameworks como Kanban, XP e SAFe é diferencial.

Scrum Masters em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem promover autonomia nos times, criar ambientes com segurança psicológica e liderar transformações ágeis em escala. A área oferece oportunidades desde scrum master júnior até agile coach, head of agile e diretor de transformação ágil.

Sobre a área de Product Owner

O Product Owner (PO) é o profissional responsável por maximizar o valor do produto entregue pelo time de desenvolvimento. Ele atua como a voz do cliente e dos stakeholders, gerenciando e priorizando o backlog do produto, definindo histórias de usuário claras e garantindo que o time trabalhe nos itens mais valiosos para o negócio.

As principais habilidades incluem gestão de backlog, escrita de histórias de usuário, priorização (Mascow, RICE), metodologias ágeis (Scrum, Kanban) e comunicação com stakeholders. Conhecimento em ferramentas como Jira, Trello, Azure DevOps e Miro é essencial.

Product Owners são profissionais altamente demandados no mercado de tecnologia, atuando de forma colaborativa com Scrum Masters, Product Managers e times de engenharia para impulsionar a agilidade e a entrega de valor contínuo.

Sobre a área de Relações Públicas

A área de Relações Públicas (RP) é focada na gestão da reputação, imagem e comunicação de uma organização com seus diversos públicos de interesse (como clientes, investidores, colaboradores, mídia e comunidade). Profissionais de RP desenvolvem estratégias de comunicação corporativa, gerenciam o relacionamento com a imprensa (assessoria de imprensa), organizam eventos institucionais e atuam na prevenção e gestão de crises de imagem.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Web3

A área de Web3 representa a nova fase da internet descentralizada, baseada em tecnologia blockchain. Profissionais de Web3 criam aplicações descentralizadas (dApps), interagem com smart contracts, gerenciam ativos digitais (criptomoedas e NFTs), e utilizam protocolos DeFi (Finanças Descentralizadas), revolucionando a forma como dados, propriedade e finanças são geridos online.

Sobre a área de UI

A área de User Interface (UI) Design é focada na criação e design de todos os elementos visuais com os quais os usuários interagem em um produto digital. Isso inclui telas, botões, ícones, tipografia, paletas de cores e layouts responsivos, garantindo uma interface esteticamente atraente, consistente e fácil de usar. Habilidades em ferramentas como Figma e conhecimento de design systems são fundamentais.

Sobre a área de Engenheiro de Automação

O Engenheiro de Automação é o profissional responsável por projetar, desenvolver e implementar soluções que automatizam processos manuais e repetitivos em TI, infraestrutura, testes e operações. Ele combina conhecimento de programação com visão de DevOps e SRE para eliminar tarefas manuais e aumentar a eficiência operacional.

As principais habilidades incluem Infrastructure as Code (Terraform, Ansible, Pulumi), CI/CD (Jenkins, GitHub Actions, GitLab CI), automação de testes (Selenium, Cypress, Playwright), automação de rede (Netconf, SDN), RPA (UiPath, Power Automate) e scripting (Python, Bash, PowerShell). Conhecimento de Kubernetes, GitOps (ArgoCD, Flux) e plataforma de automação é diferencial.

Engenheiros de Automação em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que conseguem criar pipelines de deploy automatizados, infraestrutura auto-healing e plataformas internas de desenvolvimento (IDP). A área oferece oportunidades desde automation engineer júnior até automation architect e head of automation.

Sobre a área Financeira

A área Financeira em empresas de tecnologia combina conhecimento tradicional de finanças com ferramentas digitais avançadas. Profissionais de FP&A, controlling e finanças corporativas são essenciais para a saúde financeira da organização.

As principais habilidades incluem modelagem financeira, análise de indicadores (MRR, ARR, LTV, CAC), ERP (SAP, Oracle) e ferramentas de BI. Certificações como CFA e CPA-20 são diferenciais.

O setor financeiro oferece oportunidades estáveis com salários competitivos, especialmente em fintechs e grandes empresas de tecnologia.

Sobre a área de QA e Testes

QA e Testes de Software são fundamentais para garantir a qualidade e confiabilidade de aplicações. Profissionais de QA garantem que o produto entregue atenda aos requisitos e esteja livre de defeitos críticos.

As principais habilidades incluem testes manuais e automatizados, Selenium, Cypress, Playwright, Postman, JMeter e conhecimento de pipelines CI/CD. Testes de performance e segurança são diferenciais.

Com a adoção de DevOps e deploy contínuo, a demanda por QAs automatizadores e SDETs continua crescendo.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.