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Executivo De Negócios

grupostudio

Híbrido Dourados, MS, BR
Sem Categoria

Score da Vaga

80 pontos
Modelo híbrido (+80)

Sobre a posição

Estamos em busca de um(a) Executivo de Negócios para atuar como elo estratégico entre parceiros de negócios e sócios franqueados, fortalecendo relacionamentos, impulsionando resultados e contribuindo para o desenvolvimento da operação.

Essa posição terá papel fundamental na gestão da rede de parceiros, garantindo acompanhamento próximo, suporte consultivo e alinhamento das oportunidades de negócio junto aos franqueados.

Principais responsabilidades

  • Gerenciar e desenvolver uma carteira de parceiros estratégicos;
  • Atuar de forma consultiva no relacionamento com parceiros e sócios franqueados;
  • Acompanhar indicadores de performance, resultados e oportunidades de melhoria;
  • Organizar e executar rotinas comerciais, garantindo eficiência nos processos;
  • Apoiar o desenvolvimento da performance da operação e dos parceiros;
  • Estruturar processos, treinamentos e ações de suporte para a rede de franqueados;
  • Ser o principal ponto de conexão entre parceiros e sócios franqueados, promovendo alinhamento e geração de negócios;
  • Prospectar e desenvolver novos parceiros estratégicos para expansão da rede;
  • Identificar oportunidades de crescimento e potencialização dos resultados da operação.

Buscamos profissionais que tenham

  • Excelente comunicação e habilidade de relacionamento interpessoal;
  • Perfil consultivo e orientado à geração de valor;
  • Organização e capacidade de gestão de múltiplas demandas;
  • Visão estratégica e foco em resultados;
  • Facilidade para negociação e construção de parcerias;
  • Proatividade e autonomia para conduzir projetos e iniciativas.

Diferenciais

  • Experiência prévia com vendas consultivas de serviços, como planos de saúde, seguros, cursos, consórcios ou soluções financeiras;
  • Vivência nos segmentos imobiliário, bancário ou em áreas relacionadas a desenvolvimento de negócios e relacionamento comercial;
  • Conhecimento em revisão tributária e recuperação de créditos tributários;
  • Experiência com gestão de parceiros, canais de vendas ou franquias;
  • Formação ou cursos em Administração, Gestão Comercial, Processos Gerenciais, Marketing ou áreas correlatas;
  • Conhecimento em indicadores de performance, acompanhamento de metas e gestão de carteira.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.