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Sre (Site Reliability Engineering) @Meetrox

meetrox

Remoto BR
Sem Categoria Web Master

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Web Master (+10)

 

1. Sobre o desafio

Estamos em busca de uma pessoa para atuar como SRE na MeetRox, com papel central na confiabilidade, disponibilidade e evolução da infraestrutura que sustenta nosso produto.

A MeetRox é uma startup SaaS B2B que utiliza inteligência artificial para aumentar a produtividade de times de pré-vendas, vendas e pós-vendas. Nessa posição, você ajudará a garantir que a plataforma acompanhe o crescimento do negócio com estabilidade, performance e uso eficiente de recursos.

Buscamos alguém que goste de entender como os sistemas funcionam, investigar problemas e construir melhorias que façam diferença na operação. O desafio envolve tanto atuar em situações concretas de produção quanto desenvolver mecanismos para antecipar falhas, automatizar tarefas e tornar os serviços mais resilientes.

Essa posição combina autonomia na execução com colaboração nas decisões técnicas. Você trabalhará em parceria com o time de infraestrutura e com Engenharia e Produto, contribuindo para que a confiabilidade faça parte da construção e da evolução das nossas soluções.

2. No que você irá trabalhar

  • Garantir a confiabilidade, disponibilidade, performance e escalabilidade dos sistemas e da infraestrutura da MeetRox;
  • Criar, manter e evoluir ambientes e servidores, disponibilizando serviços e ajustando a infraestrutura às necessidades do produto;
  • Investigar problemas em produção, acessando servidores e utilizando comandos, métricas, logs e outros sinais para identificar causas e implementar melhorias;
  • Definir, acompanhar e evoluir SLIs, SLOs e indicadores que ajudem a identificar riscos e degradações antes que impactem clientes;
  • Estruturar e aprimorar a observabilidade dos serviços, incluindo métricas, logs, traces, dashboards e alertas;
  • Atuar na prevenção e resolução de incidentes, contribuindo com análises de causa raiz, post-mortems e ações para evitar recorrências;
  • Identificar gargalos, pontos únicos de falha e oportunidades de melhorar resiliência, redundância e recuperação;
  • Implementar e manter pipelines de CI/CD confiáveis, reduzindo riscos nos deploys e nas mudanças em produção;
  • Automatizar processos operacionais e evoluir a infraestrutura como código, reduzindo atividades manuais recorrentes;
  • Apoiar o planejamento de capacidade e orçamento, acompanhando consumo, custos e necessidades de investimento conforme a plataforma cresce;
  • Evoluir estratégias de backup, recuperação de desastres e continuidade dos serviços;
  • Trabalhar com Engenharia e Produto para incorporar requisitos de confiabilidade desde a concepção das soluções;
  • Documentar arquitetura e procedimentos operacionais, compartilhar conhecimento e incentivar boas práticas de estabilidade, segurança e infraestrutura.

3. O que buscamos

  • Experiência com infraestrutura em cloud, como AWS, GCP, Azure ou OCI, com compreensão dos fundamentos por trás dos serviços utilizados;
  • Experiência com infraestrutura como código — IaC — utilizando ferramentas como Terraform ou equivalentes;
  • Conhecimento prático de monitoramento, troubleshooting e otimização de sistemas em produção, incluindo investigação de incidentes e prevenção de recorrências;
  • Conhecimento de Linux, redes e fundamentos de infraestrutura, com capacidade de acessar servidores por terminal e investigar seu funcionamento;
  • Conhecimento de observabilidade e práticas de confiabilidade, incluindo métricas, logs, traces, alertas, disponibilidade, resiliência, SLIs e SLOs;
  • Conhecimento de pipelines de CI/CD e capacidade de automatizar tarefas com programação ou scripting;
  • Conhecimento de fundamentos de segurança aplicada à infraestrutura e a ambientes cloud;
  • Autonomia para conduzir atividades, acompanhar resultados e levar melhorias até a conclusão;
  • Comunicação clara e postura colaborativa para discutir alternativas, construir acordos e compartilhar conhecimento;
  • Flexibilidade para rever hipóteses, receber feedback e aprender tecnologias conforme os desafios do time.

Hoje utilizamos AWS, mas sua experiência pode vir de outros provedores. Valorizamos a capacidade de aplicar fundamentos a problemas reais e aprender sobre o nosso ambiente.

4. São diferenciais

  • Familiaridade com Elixir/Erlang e o ecossistema BEAM, especialmente em aplicações distribuídas e de alta disponibilidade;
  • Conhecimento da máquina virtual Java — JVM;
  • Experiência com Kubernetes e ambientes containerizados;
  • Conhecimento de bancos de dados relacionais, como PostgreSQL;
  • Experiência com FinOps, planejamento de capacidade e orçamento de infraestrutura;
  • Vivência com estratégias de backup, recuperação de desastres e continuidade;
  • Conhecimento de DevSecOps, IAM e governança de acessos;
  • Experiência com sistemas distribuídos, críticos ou de alta escala;
  • Vivência em startups ou empresas em crescimento.

Você não precisa reunir todos os diferenciais para se candidatar. Queremos conhecer sua trajetória, como você resolve problemas e o que pode construir com o time.

5. Sobre o time de platform engineering

Você fará parte do time de Platform Engineering da MeetRox, trabalhando próximo de quem constrói e sustenta a infraestrutura do produto. Nosso trabalho envolve disponibilizar serviços, acompanhar seu comportamento em produção, investigar problemas e criar condições para que a plataforma evolua com confiabilidade.

Aqui, valorizamos pessoas que gostam de compreender os fundamentos, colocar a mão na operação e transformar aprendizados em melhorias. Isso pode significar acessar uma máquina para diagnosticar uma falha, automatizar um processo recorrente ou discutir com Engenharia a melhor forma de tornar um serviço mais resiliente.

Durante a integração, você contará com parceria técnica próxima para conhecer o ambiente e construir contexto. Esperamos autonomia na execução e colaboração no desenho das soluções, com espaço crescente para contribuir nas decisões conforme você se familiariza com a plataforma.

Se você gosta de resolver problemas, compartilhar conhecimento e construir uma operação mais confiável junto com outras pessoas, vai ser um prazer conversar com você.

 

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Sobre a área de Web Master

O Web Master é o profissional responsável pela manutenção, segurança e performance técnica de sites e aplicações web. Ele gerencia servidores, infraestrutura de hospedagem, monitoramento de uptime e garante que tudo funcione com rapidez e disponibilidade.

As principais habilidades incluem gestão de servidores (Apache, Nginx), hospedagem (AWS, Google Cloud, Azure), CDN (Cloudflare), SSL, DNS, segurança web (WAF, firewall), performance (Core Web Vitals, cache, compressão) e versionamento (Git, CI/CD). Conhecimento de Docker, WordPress, cPanel e monitoramento (Sentry, New Relic) é diferencial.

Web Masters em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam DevOps, SRE e conseguem garantir uptime e performance em escala. A área oferece oportunidades desde webmaster júnior até SRE e infrastructure engineer, com foco em confiabilidade, segurança e velocidade.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Conteúdo

A área de Conteúdo e Social Media é essencial para construir presença digital e engajamento com audiências. Profissionais criam estratégias de conteúdo, gerenciam redes sociais e desenvolvem narrativas de marca impactantes.

As principais habilidades incluem copywriting, storytelling, gestão de comunidades, análise de métricas, produção audiovisual e conhecimento de algoritmos de cada plataforma.

Com o crescimento do marketing de influenciamento e do commerce via social, essa área continua gerando novas oportunidades de carreira.

Sobre a área de Analista de Tráfego

O Analista de Tráfego (especialista em mídia paga/performance) é o profissional responsável por criar, gerenciar e otimizar campanhas de anúncios patrocinados em plataformas digitais como Google Ads, Meta Ads, LinkedIn Ads e TikTok Ads. Ele acompanha métricas de conversão, analisa o retorno sobre investimento (ROAS), realiza testes A/B em anúncios e landing pages, e gerencia o orçamento de marketing para maximizar a captação de leads e vendas qualificadas.

Sobre a área de Business Intelligence

Business Intelligence (BI) é a área responsável por transformar dados brutos em informações estratégicas para tomada de decisão. Profissionais de BI constroem dashboards, relatórios e análises que ajudam as empresas a entender seu desempenho e identificar oportunidades de crescimento.

As principais habilidades incluem modelagem de dados (star schema, snowflake), ETL (extração, transformação e carga), SQL avançado, ferramentas de BI (Power BI, Tableau, Looker), data warehousing, KPIs e análise de métricas de negócio (MRR, churn, cohort). Conhecimento de dbt, Airflow e pipelines de dados é diferencial.

Profissionais de BI em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam data visualization, analytics engineering e conseguem traduzir dados complexos em insights acionáveis para o negócio. A área oferece oportunidades desde analista de BI até diretor de dados, com foco em tomada de decisão baseada em dados.

Sobre a área de Frontend

A área de Frontend é responsável por criar as interfaces visuais com as quais os usuários interagem em sites e aplicações web. Profissionais de frontend combinam habilidades técnicas com design para entregar experiências digitais intuitivas, responsivas e acessíveis.

As principais habilidades incluem HTML, CSS, JavaScript/TypeScript, frameworks como React, Angular e Vue, ferramentas de build (Webpack, Vite), CSS (Tailwind, Sass), testes (Jest, Cypress) e conhecimento de performance web e acessibilidade (WCAG). Familiaridade com design systems e componentes reutilizáveis é diferencial.

Desenvolvedores Frontend em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam React, Next.js, performance web e acessibilidade. A área oferece oportunidades desde desenvolvedor júnior até arquiteto frontend, com foco em experiência do usuário, performance e qualidade de código.

Sobre a área Administrativa

A área Administrativa é responsável por garantir o funcionamento eficiente de todas as operações organizacionais. Profissionais administrativos gerenciam processos, recursos humanos, compras e facility management.

As principais habilidades incluem gestão de processos, Office 365, ERPs administrativos, compliance e gestão de pessoas. O conhecimento de ferramentas de automação e IA está se tornando cada vez mais relevante.

A digitalização dos processos administrativos tem criado novas oportunidades para profissionais que dominam tecnologia e gestão.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

O Momento Atual do Mercado de Cloud e DevOps

Por Mondywork | O guia definitivo para profissionais de tecnologia que buscam alavancar suas carreiras, conquistar vagas remotas globais e dominar a infraestrutura moderna.

O Fim do "SysAdmin" e a Ascensão do Platform Engineering

Se você acompanha as vagas mais disputadas em startups e empresas listadas na Fortune 500, já percebeu uma mudança drástica. O mercado de Cloud Computing e DevOps deixou de ser focado apenas em "colocar a aplicação no ar". Hoje, as empresas buscam resiliência, automação extrema e otimização de custos (o famoso FinOps).

A cultura DevOps evoluiu. Estamos na era do Platform Engineering, onde as equipes de infraestrutura constroem plataformas internas para que os desenvolvedores tenham autonomia (Self-Service). Para quem busca vagas internacionais com salários de seis dígitos (em dólar), compreender essa transição não é um diferencial, é um requisito.

"As equipes de elite em DevOps implantam código com uma frequência 973 vezes maior e têm um tempo de recuperação (MTTR) 6570 vezes mais rápido do que equipes de baixo desempenho."

— Estudo State of DevOps (DORA / Google Cloud)

O Que os Recrutadores e Sistemas ATS Realmente Procuram?

Os filtros automatizados (sistemas ATS como Greenhouse, Ashby e Workday) estão programados para buscar um conjunto muito específico de competências nos currículos de engenheiros de Cloud/DevOps. Não basta listar 20 ferramentas; é preciso demonstrar cultura e impacto.

  • Infraestrutura como Código (IaC): Esqueça os cliques no painel da AWS. Ferramentas declarativas como Terraform, Pulumi e Ansible são os verdadeiros padrões da indústria.
  • Orquestração de Contêineres: O domínio de Docker e, principalmente, Kubernetes (K8s) é quase mandatório para vagas premium.
  • Cultura CI/CD: Construção de pipelines automatizadas (GitHub Actions, GitLab CI, ArgoCD) que garantem entregas contínuas e seguras.
  • Cloud Providers e Arquitetura: Proficiência em pelo menos um grande provedor público (AWS, Google Cloud ou Microsoft Azure), focando em Serverless, microsserviços e resiliência.

Como Migrar para a Área: O Roteiro de Sucesso

Muitos desenvolvedores Back-End, analistas de suporte ou profissionais de redes desejam migrar para Cloud e DevOps. Se este é o seu caso, siga este roadmap validado pelo mercado:

  1. Domine a Base (Linux e Redes): O DevOps moderno roda em cima do Linux. Entender permissões, processos, bash scripting e os fundamentos do protocolo TCP/IP, DNS e Load Balancers é o alicerce.
  2. Aprenda a Programar: Um profissional de DevOps não precisa ser um Desenvolvedor Sênior, mas deve saber automatizar tarefas. Python e Go (Golang) são as linguagens mais valorizadas neste ecossistema.
  3. Certificações Valem a Pena? Sim, especialmente para passar na "malha fina" inicial do RH. Certificações como a AWS Certified Solutions Architect – Associate ou a CKA (Certified Kubernetes Administrator) têm um peso imenso no mercado internacional.
  4. Construa um Portfólio Real: Suba um projeto no GitHub onde você provisiona a infraestrutura via Terraform, configura uma pipeline de CI/CD via GitHub Actions e faz o deploy de uma aplicação simples em um cluster Kubernetes. Projetos práticos vencem currículos teóricos.

Referências e Links Essenciais para Estudos

Para se manter atualizado, recomendamos acompanhar os órgãos oficiais e relatórios anuais de mercado:


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