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Desenvolvedor Java Pleno

vilt

Remoto BR
Desenvolvimento

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Desenvolvimento (+10)

Sua próxima oportunidade está a caminho!

A VILT é uma empresa de TI, onde valorizamos nosso pessoal, promovemos o trabalho em equipe e, é claro, o bom humor.

Acreditamos que a diversidade e a inclusão fortalecem o nosso time. Todas as pessoas são bem-vindas, e profissionais com deficiência (PCDs) são incentivados a se candidatar.
Dê uma olhada nesta oportunidade de emprego e veja se você é o próximo VILTian! (se você conhece alguém, não se esqueça de recomendá-lo)

Buscamos um(a) Desenvolvedor(a) Java Pleno para atuar no desenvolvimento, evolução e manutenção de APIs e serviços backend de alta performance. Nesta posição, você trabalhará inserido em uma arquitetura moderna de microsserviços utilizando Java 17+ (com preferência por Java 21) e Spring Boot, além de interagir diretamente com o ecossistema cloud na AWS, acompanhando deploys e o monitoramento via EKS e Lambda. O escopo do papel exige equilíbrio entre velocidade de entrega e qualidade técnica, englobando a colaboração com times de frontend na definição de contratos, a participação ativa em code reviews e o envolvimento em discussões de arquitetura ao lado de desenvolvedores mais experientes. Espera-se um profissional proativo, orientado a boas práticas de engenharia e com forte foco na estabilidade das entregas da squad.

O que você irá fazer:

  • Desenvolver e evoluir APIs e serviços backend robustos utilizando Java 17+ (preferencialmente Java 21) e Spring Boot, em uma arquitetura baseada em microsserviços.

  • Implementar novas funcionalidades, correções de bugs e melhorias contínuas com foco em qualidade de código, performance e estabilidade.

  • Colaborar ativamente com os times de frontend na definição, modelagem e implementação de contratos de APIs.

  • Participar de discussões técnicas e contribuir para a evolução da arquitetura de software da empresa junto aos desenvolvedores seniores.

  • Atuar no ambiente cloud AWS (EKS, Lambda), acompanhando os processos de deploy e realizando o monitoramento básico das aplicações em produção.

  • Realizar e participar de revisões de código (code review), garantindo o compartilhamento de conhecimento e a elevação da qualidade técnica do time.

  • Engajar-se nas cerimônias ágeis e nos refinamentos técnicos diários da squad.

O que esperamos de você:

  • Experiência prática comprovada no desenvolvimento backend utilizando Java (preferencialmente Java 21) e o ecossistema Spring Boot.

  • Bons conhecimentos conceituais e práticos em arquitetura de microsserviços e no desenho de APIs RESTful.

  • Vivência em ambientes de nuvem pública AWS, preferencialmente utilizando serviços como EKS ou Lambda no dia a dia.

  • Sólido domínio de boas práticas de engenharia de software: escrita de testes automatizados, aplicação de Clean Code e fluxo de versionamento utilizando GitHub.

  • Familiaridade com o funcionamento e acompanhamento de esteiras de integração e entrega contínuas (pipelines de CI/CD).

  • Raciocínio lógico e capacidade para analisar problemas técnicos complexos, propondo soluções estruturadas com o apoio da liderança e do time.

  • Proatividade, forte senso de responsabilidade sobre as próprias entregas e excelente comunicação para colaborar com diferentes áreas e participar de debates técnicos.

  • Postura de aprendizado contínuo, facilidade para trabalhar em equipe e interesse genuíno em compartilhar conhecimento com a squad.

Diferenciais:

  • Conhecimento em ferramentas de Infraestrutura como Código (IaC), especificamente Terraform.

  • Experiência prévia no consumo ou configuração de soluções de API Gateway (como Sensedia, Kong ou Apigee).

  • Conhecimentos em orquestração de contêineres utilizando Kubernetes e operação prática em AWS EKS.

  • Experiência em segurança e governança de APIs aplicando protocolos de autenticação e autorização como OAuth2 e JWT.

  • Atuação profissional anterior em projetos de alta complexidade nos setores financeiro, bancário ou de seguros.

  • Familiaridade com ferramentas e conceitos de observabilidade, como Grafana, CloudWatch ou Datadog para análise de logs, métricas e tracing.

Se você estiver pronto para levar sua carreira de desenvolvimento para o próximo nível, adoraríamos conhecê-lo! 🚀 

Inscreva-se agora!

Sobre a área de Desenvolvimento

A área de Desenvolvimento de Software é uma das mais dinâmicas e em constante evolução no mercado de trabalho. Profissionais dessa área são responsáveis por criar, manter e otimizar aplicações web, mobile e desktop que impactam milhões de usuários diariamente.

As principais linguagens e frameworks incluem JavaScript (React, Node.js, Vue.js), Python (Django, Flask), Java (Spring), PHP (Laravel) e TypeScript. A demanda por desenvolvedores full-stack continua crescendo, especialmente em empresas de tecnologia e startups.

Salários variam de R$ 3.000 (júnior) a R$ 20.000+ (sênior), com oportunidades crescentes para trabalho remoto e freelance internacional.

Guias de Carreira

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Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.