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Devops Engineer - Leaply

skelar

Híbrido Kyiv, Lviv, Warsaw
Uncategorized

Job Score

80 pts
Hybrid model (+80)

SKELAR, a Ukrainian venture builder, is seeking a skilled DevOps engineer to join its team at Leaply, an ecosystem of digital and physical products aimed at helping individuals build healthy habits and improve their quality of life. With a presence in multiple locations including Kyiv, Lviv, and Warsaw, SKELAR operates on a hybrid model, bringing together talented professionals to drive success in global markets. As a company, SKELAR has assembled a portfolio of 15+ businesses across various niches, including EdTech and HealthTech, with many of its companies featured in top startup and product rankings in Ukraine, achieving high positions in the App Store, and developing platforms used by millions worldwide.

SKELAR's businesses have garnered attention from global media outlets such as TechCrunch and Wired, and the company takes pride in its team of over 1500 professionals who possess strong expertise and ambitious goals. The company's approach to building businesses is centered around collaborating with the best talent available, recognizing that its people are its most valuable asset. Specifically, Leaply has experienced significant growth, tripling in size in 2025 and achieving a threefold increase in business. Looking ahead to 2026, the goal is to double this growth and establish Leaply as a top-3 HealthTech product globally.

As a DevOps engineer at Leaply, you will be part of a team that is building its third business together, with a history of successful exits and a deep understanding of the niche and target audience. The team is characterized by its fast-paced environment, open communication, and ambitious goals. This role offers the opportunity to work with a dynamic and experienced team, contributing to the development and growth of Leaply's products and services. While specific benefits and requirements are not detailed, this position is likely to offer a competitive package and the chance to work on challenging and rewarding projects, given the company's commitment to attracting and retaining top talent.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.