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Senior Analyst, Recruiting Operations

harvey

Híbrido New York
Uncategorized

Job Score

80 pts
Hybrid model (+80)

Why Harvey

At Harvey, we’re transforming how legal and professional services operate. By combining frontier agentic AI, an enterprise-grade platform, and deep domain expertise, we’re reshaping how critical knowledge work gets done for decades to come.

This is a rare chance to help build a generational company at a true inflection point. With 1500+ customers in 60+ countries, strong product-market fit, and world-class investor support, we’re scaling fast and defining a new category in real time. The work is ambitious, the bar is high, and the opportunity for growth — personal, professional, and financial — is unmatched.

Our team moves fast, takes ownership, and is deeply committed to the mission — operating with intensity, staying close to our customers, and pushing each other for excellence. We live by three values: Decisiveness, Simplicity, and Job's Not Finished. We act quickly on clear judgment over perfect information, we believe simplicity is what scales, and we're never satisfied with where we are. If you want to do the best work of your career alongside people who share that drive, we'd love to build with you.

At Harvey, the future of professional services is being written today — and we’re just getting started.

Role Overview

The Senior Analyst, Recruiting Operations joins Harvey's Talent team to drive the systems, data infrastructure, and process architecture that power the company's hiring engine. The team's mission is to build scalable recruiting operations that match the velocity and rigor of a high-growth AI company. This role owns the analytical backbone of recruiting—translating hiring demand into capacity models, designing ATS workflows, and delivering reporting that shapes leadership decisions. They partner directly with recruiters, finance, and people leadership to ensure systems and data serve both day-to-day execution and long-term planning. It is a rare opportunity to build recruiting infrastructure from the ground up at one of the fastest-scaling companies in AI.

What You'll Do

  • Own and optimize the ATS (Ashby), including workflow configuration, automation, data integrity, and reporting architecture.

  • Build and maintain recruiter capacity models that translate hiring plans into staffing recommendations and resource allocation.

  • Design and deliver dashboards and analytics that inform recruiting strategy for leadership and cross-functional stakeholders.

  • Identify and implement process improvements, automation, and tooling enhancements that increase recruiting efficiency and candidate experience.

  • Partner with Finance, People, and IT to ensure data consistency and systems interoperability across the talent technology stack.

What You Have

  • 4+ years of experience in recruiting operations, people analytics, or a systems-heavy operational role with demonstrated ATS ownership.

  • Strong analytical skill set with hands-on experience building dashboards, reports, and capacity models (SQL, Excel, BI tools).

  • Experience designing scalable workflows and process automation in a high-growth, fast-changing environment.

  • Ability to translate ambiguous business problems into structured solutions and communicate findings to technical and non-technical audiences.

  • Strong cross-functional collaboration skills with the ability to influence stakeholders and drive adoption of systems changes.

Compensation

$130,000 - $180,000 USD

Depending on your location, an Applicant Privacy Notice may apply to you. You can find all of our Applicant Privacy Notices [here].

#LI-KC1

Harvey is an equal opportunity employer and does not discriminate on the basis of race, gender, sexual orientation, gender identity/expression, national origin, disability, age, genetic information, veteran status, marital status, pregnancy or related condition, or any other basis protected by law.

We are committed to providing reasonable accommodations to applicants with disabilities, and requests can be made by emailing accommodations@harvey.ai

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Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.