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Video Editor, Paid Social (Contract)

suno

Remoto Remote
Content

Job Score

100 pts
Remote model (+90) Content (+10)

About Suno

We're building the world's first creative entertainment platform, where the entire world can feel the joy and fulfilment of making music. Music is for everyone: Our users include everyone from grandmothers creating songs for their loved ones, to Grammy winners using Suno Studio, our power tool, to make the most popular hits in the world.

Building the future of entertainment requires ambition. The pace is fast, the problems are hard, and the work demands ownership and intensity. For the right people, it’s incredibly rewarding: a chance to shape a new medium, work with a small team that cares deeply about quality, make music, drink too much coffee, and build something that millions of people use to express themselves in ways that were never before possible.

Suno is the fastest growing consumer entertainment company and the leader in AI music. We are backed by leading investors including Bond Capital, Menlo Ventures, Lightspeed Venture Partners, IVP, Forerunner, Union Square Ventures, Alkeon, Quiet, Matrix Partners, Schroders Capital and, NVentures (venture arm of NVIDIA).

Founded in 2023 by Harvard alumni with a shared passion for music, Suno has quickly grown to 200 employees while empowering more than 100 million people to create original songs. In 2026, we raised a $400 million Series D at a $5.4 billion valuation to continue building innovative products that amplify creativity and imagination.

About the Role

Suno’s growth runs on paid social, and paid social runs on creative. This is a hands-on editing role for someone who turns raw footage into ads that stop the scroll on Instagram, Facebook, and TikTok. You’ll take existing clips, creator content, and captured footage and cut them into ad-ready variants built to convert, not just to look good.

This is a craft role with real creative latitude. You won’t be handed a storyboard and told to assemble it. You’ll bring your own hooks, angles, and instincts for what makes someone stop and watch, then move fast to test, iterate, and find what wins. Great work here is measured by performance, and you’ll see the results of your edits quickly enough to act on them.

If you live in the edit, think in hooks and hold rates, and want your cuts running in front of a massive global audience within days, this one is for you.

What You’ll Do

  • Cut existing footage, creator clips, and raw captures into ad-ready video variants for Meta, TikTok, YouTube, X, etc..

  • Craft scroll-stopping hooks and tight pacing built to hold attention and drive action.

  • Bring original concepts and angles to the table, not just execute against specs.

  • Produce multiple iterations of winning concepts to feed continuous creative testing.

  • Apply native-to-feed technique: dynamic captions, pattern interrupts, on-screen text, and motion graphics.

  • Adapt edits across formats and placements (9:16, 1:1, 4:5) for Stories, Reels, and Feed.

  • Turn performance signals into sharper cuts, doubling down on what’s working.

  • Keep a fast, organized turnaround so fresh creative is always ready to test.

What You’ll Need

Must-Haves

  • A strong portfolio of short-form video ads you’ve cut for live Meta and/or TikTok campaigns.

  • Senior-level command of Adobe Premiere Pro, plus After Effects for motion graphics and CapCut for fast cuts.

  • A real grasp of direct-response creative: hooks, angles, pacing, and why a cut wins or loses, not just how it looks.

  • Proven ability to produce a high volume of variants at pace without dropping quality.

  • A proactive, self-directed working style. You spot what’s missing and bring ideas without being asked.

  • Fluency editing native short-form for Instagram, Facebook, and TikTok across standard ad formats.

Nice-to-Haves

  • Experience at a consumer subscription app, a growth agency running paid social, or a DTC/ecommerce brand.

  • Comfort reading performance metrics such as hook rate, hold rate, and CTR, and adjusting creative accordingly.

  • Comfort folding AI tools into a creative workflow to move faster.

  • A love of music and an eye for culture.

Compensation

This is a contract role paying $70 to $90 per hour, depending on experience, at roughly 20 to 40 hours per week.

Additional Notes

Applicants must be eligible to work in the US.

Suno is proud to be an Equal Opportunity Employer. We consider qualified applicants without regard to race, color, ancestry, religion, sex, national origin, sexual orientation, gender identity, age, marital or family status, disability, genetic information, veteran status, or any other legally protected basis under provincial, federal, state, and local laws, regulations, or ordinances. We will also consider qualified applicants with criminal histories in a manner consistent with the requirements of state and local laws, including the Massachusetts Fair Chance in Employment Act, NYC Fair Chance Act, LA City Fair Chance Ordinance, and San Francisco Fair Chance Ordinance.

Sobre a área de Conteúdo

A área de Conteúdo e Social Media é essencial para construir presença digital e engajamento com audiências. Profissionais criam estratégias de conteúdo, gerenciam redes sociais e desenvolvem narrativas de marca impactantes.

As principais habilidades incluem copywriting, storytelling, gestão de comunidades, análise de métricas, produção audiovisual e conhecimento de algoritmos de cada plataforma.

Com o crescimento do marketing de influenciamento e do commerce via social, essa área continua gerando novas oportunidades de carreira.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.