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Applied Ai Engineer, Silicon Engineering

etched

OnSite San Jose
AI

Job Score

80 pts
On-site model (+70) AI (+10)

Applied AI Engineer, Silicon Engineering

About Etched

Etched is building AI chips that are hard-coded for individual model architectures. Our first product (Sohu) only supports transformers, but has an order of magnitude more throughput and lower latency than a B200. With Etched ASICs, you can build products that would be impossible with GPUs, like real-time video generation models and extremely deep & parallel chain-of-thought reasoning agents.

Job Summary

We are using AI to build AI chips. AI agents are starting to genuinely work for verification, debug, and EDA flows — we want someone to bring that inside Etched and push past it. As an Applied AI Engineer, you will embed with our hardware teams — RTL design, verification, DFT, physical design, and silicon validation — and build the agents and tooling that multiply their output. You'll wire LLM agents into simulators, regressions, waveform and log analysis, EDA flows, and bring-up workflows, and own the evals that separate demos from tools engineers actually rely on. This is an internal, force-multiplier role: your success is measured by how much faster the chip team moves, not by lines of code you ship yourself. It is not a customer-facing role and not about inference serving — it's AI applied to how we build the chip itself. You do not need to be a chip designer or a traditional software engineer — you need to be an exceptional problem solver who has shipped real agentic systems, works comfortably across stacks and domains, and uses AI to ramp on hard new problems fast.

Key responsibilities

  • Build, deploy, and maintain LLM-agent workflows that accelerate chip development: debug triage, testbench and coverage work, log/waveform analysis, EDA script generation, and engineering knowledge retrieval

  • Embed with hardware teams to find the highest-leverage pain points, then turn them into automated workflows with measurable adoption

  • Design rigorous evals for agent performance on real silicon-engineering tasks — not proxy metrics — and use them to drive iteration

  • Integrate agents with our internal infrastructure: simulation and emulation flows, CI/regression systems, lab equipment, and issue tracking, via tool-calling and MCP

  • Champion adoption: documentation, training, and fast feedback loops with the engineers who use what you build

You may be a good fit if you have

  • A track record of solving hard problems across stacks and domains — you enjoy being dropped into unfamiliar territory and figuring it out

  • Comfort with Python and code: you can read it, modify it, debug it, and direct AI to write it well. We do not care whether you write code from scratch — we care whether you ship things that work

  • Fluency using AI to learn and ramp on new problems — agentic coding tools, deep research, and frontier models are how you work, not an add-on

  • Hands-on experience building and shipping LLM-based agents or AI tooling that real users depend on (beyond calling an API — context engineering, tool integration, orchestration, failure analysis)

  • An eval-driven mindset: you measure whether AI systems actually work before scaling them

  • High agency and comfort with ambiguity — you can find the problem, not just solve the stated one

  • Interest in chip development and the ability to ramp quickly on a deeply technical domain. Hardware experience is a real plus, but not required — you will be willing and able to learn quickly

Strong candidates may also have experience with

  • Chip development in any form (the strongest plus): RTL/SystemVerilog, functional verification (UVM), DFT, physical design/STA, FPGA, emulation, or silicon bring-up and validation

  • EDA tool flows and Tcl scripting; reading waveforms, logs, and regressions

  • Fine-tuning or post-training (SFT, RLHF/DPO), RAG over proprietary technical data, or multi-agent orchestration

  • Deep software engineering: C++ or Rust, developer-facing internal platforms, CI/CD at scale, or infrastructure (Docker, Slurm, Ray)

Representative projects

  • In your first 30 days, pick one hardware team's worst recurring pain, ship an agent for it, and prove adoption with usage data

  • Build an agent that triages overnight regression failures, clusters them by root cause, and drafts bug reports with waveform and log evidence attached

  • Wire Claude Code-style agents into our EDA and validation flows via MCP so engineers can drive simulations, queries, and lab equipment from natural language

  • Create a retrieval system over our specs, design docs, and past debug history that cuts ramp time for new engineers

  • Design an eval suite that measures agent performance on real verification and debug tasks, and use it to decide which workflows to automate next

  • Prototype AlphaEvolve-style optimization loops that propose and automatically verify improvements to test programs or flow scripts

Benefits

  • Full medical, dental, and vision packages, with generous premium coverage

  • Housing subsidy of $2,000/month for those living within walking distance of the office

  • Daily lunch and dinner in our office

  • Relocation support for those moving to San Jose (Santana Row)

  • Unlimited compute budget subject to ROI justification

How we're different

Etched believes in the Bitter Lesson. We think most of the progress in the AI field has come from using more FLOPs to train and run models, and the best way to get more FLOPs is to build model-specific hardware. Larger and larger training runs encourage companies to consolidate around fewer model architectures, which creates a market for single-model ASICs.

We are a fully in-person team in San Jose (Santana Row), and greatly value engineering skills. We do not have boundaries between engineering and research, and we expect all of our technical staff to contribute to both as needed.

Sobre a área de Inteligência Artificial

A área de Inteligência Artificial é atualmente a que mais cresce no mercado de tecnologia. A revolução dos modelos generativos (GPT, Claude, Gemini) criou uma demanda massiva por profissionais especializados em IA.

As principais áreas de atuação incluem Machine Learning Engineering, MLOps, Prompt Engineering, AI Research e Applied AI. Python, TensorFlow, PyTorch e conhecimento de LLMs são skills essenciais.

Salários na área de IA são os mais altos do setor de tecnologia, com muitas oportunidades de trabalho remoto para empresas internacionais.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Dica do Especialista

Estratégias e Habilidades para Liderar os Negócios em 2026

Esqueça a imagem do administrador trancado em uma sala, cercado por pilhas de papéis e planilhas impressas. Em 2026, a carreira de Administração de Empresas sofreu sua maior metamorfose desde a Revolução Industrial. O administrador contemporâneo não é mais apenas um executor de processos operacionais; ele é o Integrador Estratégico.

Nesta economia hiperconectada, movida por Inteligência Artificial (IA) e pressionada por urgências climáticas e sociais, quem sonha em ingressar ou se destacar na Administração precisa atualizar o próprio "sistema operacional". O diploma é apenas o ingresso; o que garante a permanência é a adaptabilidade.

1. O Fim do "Achismo": A Gestão Data-Driven

No passado, muitas decisões estratégicas eram tomadas com base no feeling ou na intuição do gestor. Hoje, a intuição sem dados é um risco inaceitável. O administrador de sucesso deve ser alfabetizado em dados (Data Literacy).

Isso não significa que você precisa ser um programador sênior, mas deve saber como traduzir montanhas de dados em estratégias de negócio. Entender como painéis de Business Intelligence (BI) funcionam, como a Inteligência Artificial pode prever demandas de estoque e como o comportamento do consumidor é mapeado digitalmente são competências fundamentais.

73%

A Dominância da Análise

De acordo com o Fórum Econômico Mundial (Relatório do Futuro do Trabalho), o Pensamento Analítico e Criativo continua sendo a habilidade número um buscada pelas empresas até 2027, superando até mesmo habilidades puramente tecnológicas.

2. ESG Como Motor de Lucro, Não de Relações Públicas

O conceito de ESG (Ambiental, Social e Governança) deixou de ser apenas um relatório bonito para acionistas e tornou-se o core business das organizações. Administradores que não compreendem a economia circular, transição energética, diversidade corporativa e compliance estão obsoletos.

"O lucro no século XXI é a consequência de uma empresa que resolve os problemas das pessoas e do planeta, não daquela que os cria."

Fundos de investimento globais aplicam multas ou retiram aportes de empresas que não cumprem metas sustentáveis. O profissional de administração hoje precisa saber como alinhar crescimento financeiro com responsabilidade socioambiental.

3. A Ascensão do "Profissional T-Shaped"

A velha disputa entre ser um "especialista" (que sabe tudo de um único assunto) ou um "generalista" (que sabe um pouco de tudo) encontrou seu meio-termo no conceito T-Shaped (Profissional em T).

A barra horizontal do "T" representa o conhecimento generalista do administrador clássico: noções de marketing, finanças, RH e logística. A barra vertical do "T" é a sua especialização profunda. O mercado procura administradores que tenham a visão sistêmica, mas que sejam especialistas em uma área crítica, como Gestão Ágil de Projetos, Transformação Digital ou Finanças Corporativas Avançadas.

Dicas de Ouro Para Quem Quer Entrar na Carreira (e Vencer)

  • Abrace as "Hard Skills" Tecnológicas: Não fuja da tecnologia. Aprenda o básico de linguagens de consulta de dados (como SQL), domine ferramentas de BI (PowerBI, Tableau) e, acima de tudo, aprenda Prompt Engineering (a arte de dar os comandos certos para IAs gerativas como o ChatGPT e o Copilot para otimizar seu trabalho).
  • Estude Psicologia e Comportamento: As máquinas podem fazer cálculos melhores e mais rápidos que humanos, mas não sabem liderar com empatia ou negociar em momentos de crise. Estudar economia comportamental, inteligência emocional e resolução de conflitos o tornará insubstituível por algoritmos.
  • Construa um Networking de Valor Cedo: Não espere formar para conhecer pessoas. Participe de ligas acadêmicas, hackathons de negócios, eventos de inovação e seja ativo (e estratégico) no LinkedIn. Em administração, quem você conhece e como você agrega valor a eles é tão importante quanto suas notas.
  • Aprenda a Gerir Equipes Híbridas e Globais: O escritório tradicional perdeu a exclusividade. Entender como manter o engajamento, a cultura organizacional e a produtividade de uma equipe onde metade está em casa, um em outro estado e o resto presencialmente, é um dos maiores desafios de liderança atuais.

Conclusão

O diploma de Administração continua sendo um dos mais versáteis do mercado, mas apenas para aqueles que entendem que a faculdade é o ponto de partida, não a linha de chegada. O administrador de 2026 é um arquiteto de negócios: ele usa a tecnologia como ferramenta, os dados como bússola e o fator humano como seu principal diferencial competitivo.