← Back to jobs

Lazo - Fullstack Engineer

silver

Remoto Argentina
Development

Job Score

100 pts
Remote model (+90) Development (+10)

Fullstack Engineer — Lazo

Lazo is building the AI-powered operating system for modern startups — automating everything founders shouldn't have to think about: finance, legal, tax, payroll, and fundraising, all under one roof. You'll have massive ownership and work directly with founders.

The role

The Software Engineer will design, develop, and maintain robust software solutions for the Lazo Platform. You will work across a modern TypeScript and Python stack, building product features that help startup founders manage incorporation, compliance, and accountability in a high-trust, regulated domain.

As part of the product team, you will translate business requirements into scalable technical solutions that drive product growth and improve user experience. You'll collaborate closely with product management, design, and engineering to ship high-quality software in a fast-paced startup environment.

This position reports to the Chief Technology Officer.

Tech stack

Lazo is built as an Nx polyglot monorepo (pnpm workspaces) deployed to Container Apps:

  • Frontend — Next.js 16 (App Router, React Server Components) + React 19 + TypeScript, organized with Feature-Sliced Design (FSD).

  • Backend — FastAPI (Python 3.11) with async SQLAlchemy 2.0 over PostgreSQL.

  • Data — PostgreSQL per service; Prisma and SQLAlchemy as the ORM seams.

  • Testing — BDD/Gherkin across layers: Vitest + vitest-cucumber (TS), pytest-bdd + httpx (FastAPI), Playwright (e2e).

  • Infra & delivery — GitHub Actions CI/CD, Docker, Container Apps, Key Vault, OIDC federated auth.

Lazo handles sensitive data — SSNs, EINs, passports, bank accounts, cap tables, tax filings. Security, data integrity, and auditability are the top priorities, ahead of availability, privacy/compliance (SOC 2, GDPR, CCPA), testability, and maintainability.

What you'll do

  • Take specs and features all the way to production — backend, frontend, tests, deploy.

  • Write Gherkin tests before writing code. A claim that isn't backed by a test doesn't exist.

  • Use AI tools (Claude, Claude Code, MCP) as part of your daily workflow, not as an experiment.

  • Contribute to technical decisions with conviction: propose, question, improve.

  • Handle sensitive data (SSNs, EINs, bank accounts, cap tables) with the seriousness it demands — security, tenant isolation, auditability, mask-on-read.

  • Collaborate directly with the team to understand the problem before solving it.

What we're looking for

Hard skills:

  • Solid fullstack experience — backend and frontend in production environments.

  • Strong command of React / Next.js (App Router, RSC) and TypeScript.

  • Familiarity with async, event-driven architectures and RESTful API design.

  • Comfort with PostgreSQL and ORMs (SQLAlchemy, Prisma, or similar).

  • Experience writing tests — unit, integration, and ideally BDD/Gherkin.

  • Python knowledge at an architectural level (not necessarily years of hands-on production experience).

  • Exposure to cloud environments (Azure, AWS, or GCP) and CI/CD pipelines.

Mindset:

  • Background in high-stakes environments — banking, fintech, or startups where systems have to work, no excuses.

  • Actively curious: you try new things before anyone asks you to.

  • Strong fundamentals mindset: you're not interested in the quick hack that blows up in production.

  • Genuinely AI-first: Claude Code, MCP, AI-assisted workflows are tools you already use or pick up fast.

  • Able to work from specs as input and code as output — Specs Driven Development.

  • Advanced English.

Benefits

  • 100% remote

  • Flexible work culture — we measure by results

  • 3 weeks of vacation

  • Week off between Christmas and New Year's Eve

  • Health benefits

  • Birthday day off

Interview Process

  • Silver Recruiter Screen

  • Take-home Challenge

  • Take-home review

  • Client Behavioral Interview

Sobre a área de Desenvolvimento

A área de Desenvolvimento de Software é uma das mais dinâmicas e em constante evolução no mercado de trabalho. Profissionais dessa área são responsáveis por criar, manter e otimizar aplicações web, mobile e desktop que impactam milhões de usuários diariamente.

As principais linguagens e frameworks incluem JavaScript (React, Node.js, Vue.js), Python (Django, Flask), Java (Spring), PHP (Laravel) e TypeScript. A demanda por desenvolvedores full-stack continua crescendo, especialmente em empresas de tecnologia e startups.

Salários variam de R$ 3.000 (júnior) a R$ 20.000+ (sênior), com oportunidades crescentes para trabalho remoto e freelance internacional.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

Ler guia completo →

Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

Ler guia completo →

Dica do Especialista

O Poder da Tipografia na Identidade Corporativa

Quando pensamos na identidade visual de uma marca de sucesso, nossa mente é instantaneamente inundada por cores vibrantes e logotipos memoráveis. No entanto, existe um elemento estrutural, muitas vezes invisível para o olho destreinado, que carrega uma parcela gigantesca da personalidade corporativa: a tipografia.

Se as cores são as emoções de uma marca e o logotipo é o seu rosto, a tipografia é o seu tom de voz. Escolher uma fonte não é um mero detalhe estético; é uma decisão estratégica que define como cada palavra da sua empresa será "ouvida" pelo público antes mesmo de ser lida.

1. A Psicologia das Formas e o Subtexto da Mensagem

Nossos cérebros estão condicionados a associar formas geométricas a conceitos abstratos. Diferentes estilos tipográficos evocam reações psicológicas distintas e imediatas:

Tradição & Respeito
Modernidade & Clareza

Marcas de luxo, jornais tradicionais e escritórios de advocacia frequentemente adotam fontes Serifadas (com pequenos traços nas extremidades), pois elas transmitem herança, autoridade e confiabilidade (pense no The New York Times ou na Rolex). Por outro lado, empresas de tecnologia e startups preferem fontes Sem Serifa (Sans-Serif), que comunicam inovação, acessibilidade e minimalismo (como Google, Apple e Spotify).

Usar a tipografia errada cria uma dissonância cognitiva. Imagine um banco tradicional usando uma fonte de visual infantil (como a infame Comic Sans) em seus contratos; a credibilidade seria arruinada instantaneamente, independentemente da qualidade dos serviços oferecidos.

2. Legibilidade, Leiturabilidade e Experiência do Usuário (UX)

A função primária da tipografia não é a beleza, mas a comunicação. No universo digital atual, onde o consumo de informação ocorre em telas de diferentes tamanhos, a legibilidade é rei.

"A tipografia é a arte de dotar a linguagem humana de uma forma visual duradoura, e, portanto, independente."
— Robert Bringhurst, mestre tipógrafo

Estudos comprovam que uma boa tipografia reduz a carga cognitiva do usuário. Quando as letras têm o espaçamento correto (kerning e tracking) e o contraste adequado com o fundo, o leitor absorve a mensagem sem esforço. Uma má escolha tipográfica causa fadiga visual, aumentando a taxa de rejeição (bounce rate) de sites e aplicativos e impactando negativamente nas conversões.

3. Propriedade e Reconhecimento Instantâneo

A tipografia pode ser tão icônica que dispensa a necessidade do próprio nome da empresa. Considere a silhueta inconfundível da fonte da Coca-Cola ou o "N" robusto da Netflix.

O reconhecimento do valor desse ativo fez surgir uma tendência bilionária: as Custom Fonts (fontes proprietárias). Empresas gigantes estão abandonando fontes comerciais licenciadas para criar suas próprias famílias tipográficas. A Apple criou a San Francisco, a Netflix lançou a Netflix Sans e o Airbnb desenvolveu a Cereal. Essa estratégia unifica a voz da marca globalmente, economiza milhões em licenciamento e garante uma identidade visual que nenhum concorrente pode copiar legalmente.

Conclusão

Ignorar o peso da tipografia no desenvolvimento de uma marca é como contratar um excelente orador, mas forçá-lo a sussurrar. Um projeto tipográfico bem executado aumenta a confiança, melhora a experiência do usuário e consolida a lembrança da marca no mercado. A tipografia não é apenas a roupa que as palavras vestem; ela é a própria essência visual da comunicação corporativa.