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Executivo(A) Comercial I (Cuiabá, Mt)

vocedm

Presencial Cuiabá, MT, BR
Sem Categoria

Score da Vaga

70 pontos
Modelo presencial (+70)

A missão 💼

Atingir as metas de vendas estabelecidas de forma a manter a posição competitiva da empresa, desenvolvendo planos de negócios específicos ao mercado. Focar na estratégia de marketing e vendas, garantindo as metas anuais e o aumento do potencial de receita. Construir e manter relacionamentos fortes e duradouros com clientes, visando sua satisfação e seu sucesso. 

O seu desafio será 🚀

  • Realizar visitas constantes aos parceiros e Atendentes de Negócios;

  • Monitorar e analisar indicadores e metas de performance do time;

  • Fazer a gestão estratégica dos pontos de venda, avaliando necessidade, viabilidade e retorno;

  • Planejar e organizar lançamentos de produtos, cuidando de cronogramas, recursos e equipes;

  • Acompanhar o desempenho dos(as) Atendentes de Negócios, dando suporte, orientação e garantindo que os resultados sejam atingidos;

  • Participar de ações de promoção e divulgação de produtos junto aos clientes;

  • Apoiar a liderança na formação e desenvolvimento do time de campo.


Antes de tudo, você precisa se identificar com nosso propósito que é valorizar as pessoas para que cada uma construa a sua própria história.

Além disso, é interessante que você tenha 🤙

  • Formação Superior completa ou cursando em Marketing, Gestão Comercial ou áreas afins;

  • Experiência na área Comercial;

  • Ser Habilitado (B) com experiência em rodovias;

  • Ter habilidade para liderança/Gestão de pessoas;

  • Foco em cliente e resultados;

  • Habilidade de negociação e persuasão;

  • Conhecimento em Pacote Office.

Será um diferencial ⚡

  • Excel Intermediário.

Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.