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Team Leader | Squad De Ia

gogroup

Remoto BR
IA

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) IA (+10)

Resumo:
Buscamos um(a) Líder Técnico(a) para o Squad de IA do GoGroup, responsável por acelerar a adoção de IA em toda a empresa. A posição lidera tecnicamente um time de 2 desenvolvedores sêniores na construção dos modelos de mundo da empresa e do cliente, atuando de forma hands-on em engenharia de plataforma, arquitetura e influência transversal. Reportando ao Diretor de BizOps, terá como missão transformar a IA em parte do sistema operacional do negócio, gerando impacto mensurável em produtividade, custos e velocidade de execução.

Responsabilidades:

  • Liderar tecnicamente o Squad IA (2 devs sêniores), definindo arquitetura, padrões e prioridades de engenharia, mantendo-se hands-on no código.
  • Construir a infraestrutura do modelo de mundo interno: transformar dados, relatórios, reuniões, processos e aprendizados dispersos em contexto estruturado e acessível para humanos e para IA.
  • Construir a infraestrutura do modelo de mundo externo: conectar sinais de navegação, pedidos, recompra, atendimento, logística, CRM, criativo e estoque em inteligência acionável sobre cliente e mercado.
  • Desenvolver uma camada de plataforma reutilizável para todas as marcas do grupo: agentes, integrações, pipelines de dados, APIs e copilotos por área, evitando projetos isolados e automações frágeis.
  • Colocar agentes e automações estratégicos em produção com qualidade e governança: eliminação de tarefas manuais, automação de backoffice, relatórios recorrentes e cruzamento de dados de múltiplas fontes.
  • Estabelecer padrões de segurança e governança como padrão único da operação: permissões, gestão de acessos e segredos, logs, rastreabilidade, controle de custo, monitoramento e resposta a incidentes.
  • Atuar transversalmente com as equipes de Dados e RPA de BizOps e com as demais áreas e diretorias, com interface direta com a área de tecnologia.
  • Ser ponte entre engenharia, dados e operação junto à liderança: trazer alertas, oportunidades e priorização com senso de dono, pragmatismo e foco em resultado.

Escolaridade:

  • Graduação em Ciência da Computação, Engenharia de Software, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação ou áreas correlatas. 

Experiência:

  • Experiência comprovada construindo e operando sistemas em produção que integram LLMs, agentes ou pipelines de IA.
  • Experiência com engenharia de plataforma ou infraestrutura de dados: construção de camadas reutilizáveis consumidas por múltiplos times ou produtos.
  • 8+ anos de experiência em engenharia de software, com pelo menos 3 anos em posições de senioridade técnica elevada (staff, principal ou tech lead).
  • Será considerado diferencial: Experiência em e-commerce, varejo digital ou negócios data-intensive com múltiplos canais e marcas.

Competências Técnicas:

  • Arquitetura de sistemas distribuídos, APIs e integrações entre múltiplas fontes de dados.
  • Domínio de LLMs em produção: RAG, orquestração de agentes, tool use, avaliação de qualidade de saída, controle de custo e latência.
  • Engenharia de dados aplicada: pipelines, modelagem, qualidade de dados e transformação de dados brutos em contexto consumível por IA.
  • Proficiência em Python e/ou TypeScript e ecossistema moderno de desenvolvimento assistido por IA.
  • Cloud e infraestrutura: deploy, observabilidade, gestão de segredos, controle de acessos e monitoramento.
  • Capacidade de definir padrões técnicos e processos de governança que escalem entre áreas e marcas.

 

Engenheiro de Plataforma | Engenheiro de IA | Tech Lead - Engenharia de Plataforma | Tech Lead IA | Staff Engineer - Plataforma | Staff Engineer IA

Sobre a área de Inteligência Artificial

A área de Inteligência Artificial é atualmente a que mais cresce no mercado de tecnologia. A revolução dos modelos generativos (GPT, Claude, Gemini) criou uma demanda massiva por profissionais especializados em IA.

As principais áreas de atuação incluem Machine Learning Engineering, MLOps, Prompt Engineering, AI Research e Applied AI. Python, TensorFlow, PyTorch e conhecimento de LLMs são skills essenciais.

Salários na área de IA são os mais altos do setor de tecnologia, com muitas oportunidades de trabalho remoto para empresas internacionais.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Dica do Especialista

O Poder da Tipografia na Identidade Corporativa

Quando pensamos na identidade visual de uma marca de sucesso, nossa mente é instantaneamente inundada por cores vibrantes e logotipos memoráveis. No entanto, existe um elemento estrutural, muitas vezes invisível para o olho destreinado, que carrega uma parcela gigantesca da personalidade corporativa: a tipografia.

Se as cores são as emoções de uma marca e o logotipo é o seu rosto, a tipografia é o seu tom de voz. Escolher uma fonte não é um mero detalhe estético; é uma decisão estratégica que define como cada palavra da sua empresa será "ouvida" pelo público antes mesmo de ser lida.

1. A Psicologia das Formas e o Subtexto da Mensagem

Nossos cérebros estão condicionados a associar formas geométricas a conceitos abstratos. Diferentes estilos tipográficos evocam reações psicológicas distintas e imediatas:

Tradição & Respeito
Modernidade & Clareza

Marcas de luxo, jornais tradicionais e escritórios de advocacia frequentemente adotam fontes Serifadas (com pequenos traços nas extremidades), pois elas transmitem herança, autoridade e confiabilidade (pense no The New York Times ou na Rolex). Por outro lado, empresas de tecnologia e startups preferem fontes Sem Serifa (Sans-Serif), que comunicam inovação, acessibilidade e minimalismo (como Google, Apple e Spotify).

Usar a tipografia errada cria uma dissonância cognitiva. Imagine um banco tradicional usando uma fonte de visual infantil (como a infame Comic Sans) em seus contratos; a credibilidade seria arruinada instantaneamente, independentemente da qualidade dos serviços oferecidos.

2. Legibilidade, Leiturabilidade e Experiência do Usuário (UX)

A função primária da tipografia não é a beleza, mas a comunicação. No universo digital atual, onde o consumo de informação ocorre em telas de diferentes tamanhos, a legibilidade é rei.

"A tipografia é a arte de dotar a linguagem humana de uma forma visual duradoura, e, portanto, independente."
— Robert Bringhurst, mestre tipógrafo

Estudos comprovam que uma boa tipografia reduz a carga cognitiva do usuário. Quando as letras têm o espaçamento correto (kerning e tracking) e o contraste adequado com o fundo, o leitor absorve a mensagem sem esforço. Uma má escolha tipográfica causa fadiga visual, aumentando a taxa de rejeição (bounce rate) de sites e aplicativos e impactando negativamente nas conversões.

3. Propriedade e Reconhecimento Instantâneo

A tipografia pode ser tão icônica que dispensa a necessidade do próprio nome da empresa. Considere a silhueta inconfundível da fonte da Coca-Cola ou o "N" robusto da Netflix.

O reconhecimento do valor desse ativo fez surgir uma tendência bilionária: as Custom Fonts (fontes proprietárias). Empresas gigantes estão abandonando fontes comerciais licenciadas para criar suas próprias famílias tipográficas. A Apple criou a San Francisco, a Netflix lançou a Netflix Sans e o Airbnb desenvolveu a Cereal. Essa estratégia unifica a voz da marca globalmente, economiza milhões em licenciamento e garante uma identidade visual que nenhum concorrente pode copiar legalmente.

Conclusão

Ignorar o peso da tipografia no desenvolvimento de uma marca é como contratar um excelente orador, mas forçá-lo a sussurrar. Um projeto tipográfico bem executado aumenta a confiança, melhora a experiência do usuário e consolida a lembrança da marca no mercado. A tipografia não é apenas a roupa que as palavras vestem; ela é a própria essência visual da comunicação corporativa.