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Profissional Engenheiro(A) De Produto De Ia Sr | Remoto

luby

Remoto BR
IA Produto

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) IA (+10) Produto (+10)

#VemPraLuby💙

Aqui você terá a oportunidade de:

  • Evoluir em um ambiente de alta performance: Uma cultura onde o desenvolvimento é contínuo, com autonomia e envolvimento em projetos nacionais e internacionais que realmente testam suas habilidades e impulsionam seu potencial.
  • Integrar um time apaixonado por tecnologia: Aqui, você vai trabalhar ao lado de talentos experientes em um ambiente colaborativo e disruptivo, utilizando as tecnologias mais avançadas do mercado.
  • Deixar sua marca no mundo: Nossas soluções digitais impactam diretamente a vida de milhares de pessoas, e é a sua chance de ser parte ativa na construção de um futuro mais digital e conectado.
  • Trabalhar de forma remota e com flexibilidade: Seja qual for o seu lugar, estamos prontos para te receber no nosso time!

Sua Missão:

Estamos em busca de um(a) Senior AI Product Engineer, com forte experiência prática na construção de agentes de IA em produção — de ponta a ponta, do primeiro prompt ao monitoramento em produção. Esta é a pessoa que domina o "harness instinct": sabe estruturar a camada de orquestração ao redor de um modelo, construir ferramentas de RAG que recuperam o conteúdo certo, escrever prompts que se sustentam sob carga real e reduzir o uso de tokens sem degradar a qualidade.

Diferente de um prompt engineer que itera texto em um playground, de um cientista de dados rodando experimentos em notebook, ou de um desenvolvedor tradicional que usa IA para escrever código mais rápido — aqui a capacidade de IA, a arquitetura do agente e o framework de avaliação vivem nas mesmas mãos. O handoff é o inimigo.

Essa pessoa atuará em uma trio empoderado (modelo Cagan) junto a um Product Manager e um Product Designer, sem alocação fixa a um único stream, levando sua profundidade de engenharia de IA para onde o trabalho de agentes for mais crítico, e deixando o código, os evals e a capacidade do time mais fortes do que encontrou. O ambiente envolve dados sensíveis (PHI) e requisitos de compliance, onde privacidade, human-in-the-loop e residência de dados são inputs de design, não obstáculos deixados para o fim.

Principais Atividades:

  • Projetar e construir o harness de orquestração para agentes de IA — a estrutura que conecta o modelo a ferramentas, memória, contexto e sistemas externos, não apenas o prompt;
  • Tratar prompt engineering como disciplina de produção: prompts versionados, testados contra evals, otimizados para latência e custo de tokens e mantidos conforme o modelo ou o contexto mudam;
  • Construir ferramentas de RAG do zero: pipeline de retrieval (chunking, embedding, busca vetorial, re-ranking), avaliando a qualidade da recuperação contra ground truth e iterando até o agente fundamentar suas respostas no conteúdo correto;
  • Gerir a economia de tokens de cada agente: entender o que está na janela de contexto e por quê, aplicar estratégias de compactação e sumarização e medir custo por chamada como métrica de produção;
  • Implementar skills de agente e registries de ferramentas, conectando novas capacidades à plataforma de agentes por meio da infraestrutura de plugins e skills disponível — consumindo primitivas da plataforma, não as recriando;
  • Assumir o par goal + evals de cada feature entregue: o goal define o sucesso para o usuário; o eval prova que o sistema chegou lá;
  • Instrumentar cada agente para observabilidade em produção: latência, uso de tokens, tendências de score de evals, qualidade de retrieval e sinais de drift;
  • Contribuir com entradas de Knowledge Graph como entregável de primeira classe, codificando o conhecimento de domínio de que o agente depende;
  • Elevar o time ao redor: fazer pairing com engenheiros mais no início da jornada de IA, conduzir sessões internas sobre design de harness e prompt engineering e reduzir o número de agentes que exigem um arquiteto sênior para começar;
  • Engajar diretamente com restrições de PHI e compliance (PIPEDA/PHIPA, gates de human-in-the-loop, residência de dados em nuvem soberana).

Requisitos essenciais:

  • Inglês fluente;
  • 6+ anos de experiência em engenharia de software; 3+ anos construindo e entregando features de IA/ML em produção (prompting, RAG, orquestração de tool-use e workflows agentivos);
  • Experiência prática comprovada na construção de agentes ou features de IA em produção — pipelines de RAG, workflows agentivos, orquestração de tool-use, respostas em streaming — não apenas protótipos;
  • Profundidade em prompt engineering sob restrições reais de latência, limites de tokens e mudanças de versão de modelo;
  • Fluência em pipelines de RAG: estratégias de chunking, seleção de modelo de embedding, busca vetorial, re-ranking e avaliação de qualidade de retrieval, construídos do zero;
  • Instinto de economia de tokens: pensar no uso da janela de contexto como um engenheiro de performance pensa em memória;
  • Implementação de skills e ferramentas de agente: wiring de tools, skills e APIs externas em frameworks de orquestração, com entendimento de function calling, tool registries e loops de agente multi-step;
  • Disciplina de observabilidade: instrumentar o que constrói (scores de evals, latência, custo de tokens, qualidade de retrieval);
  • Fluência no padrão de cinco disciplinas para features de IA: context engineering, orquestração, observabilidade, evals e manutenção;
  • Conforto em ambientes regulados e com PHI, incluindo o design de gates de human-in-the-loop que não destroem a experiência do usuário;

Será um diferencial:

  • Experiência com Vertex AI, a família de modelos Gemini ou outros serviços de IA do GCP;
  • Familiaridade com workflows clínicos, sistemas de EMR ou conhecimento do domínio de saúde;
  • Experiência implementando padrões de Constitutional AI, loops de feedback RLHF ou melhoria de qualidade baseada em preferências;
  • Contribuições para (ou experiência consumindo) uma plataforma interna de IA — primitivas de harness, sistemas de plugins, infraestrutura de evals;
  • Experiência com IA multimodal: captura de voz, áudio ambiente, extração de documentos (relevante para casos de ambient scribe e inteligência de prescrição).

O que oferecemos:

  • Trabalho Remoto: Desfrute da flexibilidade de trabalhar de qualquer lugar do Brasil, com total autonomia e organização.
  • Saúde e Bem estar: Plano de Saúde e Odontológico, Seguro de Vida e Wellhub (Gympass).
  • +Educação: Descontos em cursos da FIAP e MBA USP Esalq para você continuar aprendendo e se desenvolvendo.
  • Diferenciais exclusivos: Descontos em lojas Multilaser, bonificação por indicação de profissionais e negócios, horário adaptável e bônus anual.

Saiba mais sobre cultura, diferenciais e como é ser um #Luber em nossa Página de Carreiras!

Sobre a área de Produto

Product Management é uma das áreas mais strategicamente relevantes nas organizações de tecnologia. O Product Manager é responsável por definir a visão do produto, priorizar funcionalidades e coordenar equipes multidisciplinares para entregar valor ao usuário.

As habilidades essenciais incluem pensamento estratégico, análise de dados, comunicação, liderança e conhecimento técnico. Ferramentas como Jira, Confluence, Miro e analytics platforms são fundamentais no dia a dia.

Salários para PMs no Brasil variam de R$ 8.000 (júnior) a R$ 35.000+ (sênior em big techs), com oportunidades crescentes para trabalho remoto internacional.

Sobre a área de Inteligência Artificial

A área de Inteligência Artificial é atualmente a que mais cresce no mercado de tecnologia. A revolução dos modelos generativos (GPT, Claude, Gemini) criou uma demanda massiva por profissionais especializados em IA.

As principais áreas de atuação incluem Machine Learning Engineering, MLOps, Prompt Engineering, AI Research e Applied AI. Python, TensorFlow, PyTorch e conhecimento de LLMs são skills essenciais.

Salários na área de IA são os mais altos do setor de tecnologia, com muitas oportunidades de trabalho remoto para empresas internacionais.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.