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Senior Data Engineer

ecore

Remoto BR
Dados

Score da Vaga

100 pontos
Modelo remoto (+90) Dados (+10)

Be yourself, be your best!

A e-Core atua no desenvolvimento de soluções digitais e iniciativas estratégicas por meio de projetos específicos, conectando experiência especializada às necessidades de cada entrega.

Para um projeto determinado, buscamos pessoa jurídica prestadora de serviços, com experiência técnica compatível com o escopo descrito abaixo, para atuação orientada a resultados e entregas previamente acordadas.

Contexto do projeto

O cliente é o maior varejista especializado em esqui e snowboard do Colorado, com mais de 59 unidades nos EUA. O pipeline de dados deles atualmente roda dentro de uma instância Snowflake gerenciada por terceiros, quando o pipeline falha, a recuperação exige a abertura de um chamado de suporte com o fornecedor. Não há opção de reinício self-service.
O prestador Engenheiro de Dados será responsável por toda a entrega técnica, desde a construção do pipeline até a transferência de conhecimento.

Esse é um projeto de engenheiro único — toda a entrega técnica é sua responsabilidade: decisões de arquitetura, qualidade do build e garantir que o handover saia redondo. Coordenação direta com o time técnico interno do cliente desde o dia 1 — a disponibilidade deles é uma dependência real do cronograma.

Escopo da prestação de serviços

A prestação de serviços compreenderá, de forma não exclusiva:

Fase 1 — Fundação & Pipeline de EL (Semanas 1–6)

  • Projetar e implementar o pipeline de EL do Data Share Snowflake do provedor de ERP para a instância Snowflake própria do Cliente no Azure East US;
  • Configurar Snowflake Tasks;
  • Construir contratos de schema em dbt, testes automatizados (contagem de linhas, verificação de nulos, integridade referencial) e catálogo de dados auto-gerado — aplicação de qualidade, não transformação;
  • Implementar a carga histórica completa inicial a partir do Snowflake do provedor de ERP, seguida de execuções incrementais diárias — a arquitetura deve suportar aumento de frequência (2x/dia ou a cada 8 horas) sem necessidade de rearquitetura;
  • Apoiar o redirecionamento de feeds não relacionados ao ERP (sistema de aluguel, RH, outras integrações) do Snowflake do provedor de ERP para a instância Snowflake própria do Cliente — trabalhando junto à equipe interna do Cliente, que executará as mudanças.

Fase 2 — QA, Documentação & Handover (Semanas 5–9)

  • Validar a qualidade completa dos dados nas 159 tabelas — fidelidade de schema, contagem de linhas, precisão das execuções incrementais;
  • Produzir runbooks operacionais completos: como monitorar o pipeline, reiniciar tasks com falha, adicionar novas tabelas e estender o cronograma de incrementais;
  • Conduzir sessões estruturadas de transferência de conhecimento (KT) com a equipe interna do Cliente — o objetivo é independência total a partir do primeiro dia (Day 1);
  • Apoiar o período de hypercare de 30 dias — responder a problemas no pipeline, monitorar alertas e encerrar o engajamento.

As atividades serão realizadas com autonomia técnica e operacional, respeitando o escopo, os prazos e os critérios de aceite acordados entre as partes.

Perfil profissional aderente ao projeto

Este projeto se conecta com profissionais que tem as seguintes habilidades e experiências:

  • Snowflake na prática — já ter construído e operado pipelines em produção, com Snowflake Tasks, dynamic tables e modelagem de schema;
  • Snowflake especificamente no Azure (East US ou equivalente) — experiência só com AWS não cobre esse projeto;
  • dbt — experiência em produção utilizando dbt para contratos de schema, testes automatizados e geração de documentação (não apenas transformação);
  • Domínio sólido de padrões de EL/ETL: carga incremental, change data capture, agendamento de pipeline;
  • SQL — nível avançado de SQL no Snowflake; capacidade de validar dados em escala e escrever queries incrementais eficientes;
  • Inglês — inglês escrito e falado em nível avançado;
  • Conhecimento de rede no Azure: private endpoints, configuração de VNet e como isso tudo se conecta com o Snowflake.
  • Documentação de dados — experiência na produção de documentação de mapeamento de campos e runbooks operacionais que stakeholders não-técnicos consigam seguir;
  • Design de pipeline incremental — experiência prática no design de pipelines que suportem aumento de frequência (diário → múltiplas vezes ao dia) sem necessidade de reconstrução.

Diferenciais desejáveis

Será considerado um diferencial se a pessoa prestadora de serviços tiver:

  • Experiência em ambientes de dados de varejo, e-commerce ou ERP (SAP, Oracle Retail ou similar);
  • Snowflake Data Share — experiência consumindo ou produzindo Snowflake Data Shares;
  • Python — para scripts relacionados a orquestração de pipeline ou validação de dados.

Modelo de atuação

  • Modalidade: 100% remoto
  • Regime: Pessoa Jurídica (PJ)
  • Forma de atuação: Prestação de serviços
  • Dedicação estimada: full-time pelas 9 semanas do projeto
  • Prazo do projeto: 9 semanas

A prestação de serviços não estabelece vínculo empregatício, subordinação, habitualidade ou exclusividade, sendo regida por contrato específico entre as partes.

Privacidade

Ao enviar uma inscrição, reconheço que li e entendi a Política de Privacidade da e-Core.
Privacy Policy (EN) / Política de Privacidade (PT-BR)

O objetivo de tudo o que fazemos é conectar pessoas e tecnologia para construir um futuro melhor juntos!

Sobre a área de Dados

A área de Dados passou por uma transformação radical com a ascensão da Inteligência Artificial Generativa. Profissionais de dados são fundamentais para tomada de decisão baseada em evidências em todas as indústrias.

As principais especializações incluem Data Engineering, Data Science, Business Intelligence, Machine Learning Engineering e Analytics. Ferramentas como SQL, Python, Spark, dbt e plataformas de cloud (AWS, GCP, Azure) são essenciais.

O mercado de dados continua com alta demanda e salários entre os mais competitivos do setor de tecnologia, com muitas oportunidades para trabalho remoto.

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Dica do Especialista

O Design Como Pilar Estratégico

Durante muito tempo, o design foi considerado pelas empresas como uma etapa final do desenvolvimento de um produto: a famosa "camada de tinta" aplicada para tornar algo apresentável antes de ir para o mercado. No entanto, na economia moderna, essa visão tornou-se obsoleta e perigosa. Hoje, o design é a ponte fundamental entre a complexidade tecnológica e a utilidade humana.

Um produto com funcionalidades revolucionárias, mas com uma interface confusa e estética desagradável, fatalmente perderá espaço para um concorrente tecnicamente inferior, mas com uma Experiência do Usuário (UX) impecável. O design não é mais apenas sobre como algo se parece, mas sobre como algo funciona.

1. A Primeira Impressão e o Efeito Estética-Usabilidade

O cérebro humano julga a credibilidade de um produto em frações de segundo. Estudos no campo da Interação Humano-Computador (HCI) documentam um fenômeno conhecido como Efeito Estética-Usabilidade. Esse viés cognitivo faz com que os usuários acreditem que produtos visualmente atraentes funcionam melhor.

Quando uma empresa investe em um design polido, ela está construindo confiança instantânea. Um produto mal desenhado transmite a mensagem subconsciente de amadorismo, levando o cliente a questionar: "Se eles não cuidaram da interface, será que cuidaram da segurança dos meus dados?".

2. Redução de Atrito e Retenção de Clientes

O design resolve problemas invisíveis. O papel do UX Design (Design de Experiência do Usuário) é mapear a jornada do cliente e eliminar obstáculos (fricções). Cada clique extra, cada formulário confuso ou cada botão escondido custa clientes a uma empresa.

"Se você acha que um bom design é caro, você deveria olhar para o custo de um design ruim."
— Dr. Ralf Speth, ex-CEO da Jaguar Land Rover

Produtos fáceis de usar geram um ciclo virtuoso: o usuário atinge seu objetivo rapidamente, sente-se competente, desenvolve simpatia pela marca e, consequentemente, retorna. A retenção de clientes está diretamente ligada à facilidade de uso projetada pelos designers.

3. O Impacto Financeiro (O Valor do Design nos Negócios)

Muitas empresas ainda encaram o design como um centro de custo, não como um gerador de receita. Essa mentalidade é contestada por dados sólidos do mercado. Em 2018, a consultoria global McKinsey & Company realizou um dos maiores estudos sobre o tema, analisando práticas de design de 300 empresas durante cinco anos.

O resultado, materializado no McKinsey Design Index (MDI), foi conclusivo: empresas com as melhores práticas de design superaram o crescimento de receita de seus pares na indústria em até duas vezes, e tiveram retornos aos acionistas 211% maiores. O design centrado no usuário impacta diretamente as margens de lucro, seja reduzindo custos de suporte ao cliente, seja permitindo a cobrança de um prêmio (premium price) pelo produto.

4. Identidade e Conexão Emocional

Por fim, o design de produto é a materialização da marca. Pense na Apple: o hardware minimalista, as embalagens cuidadosamente projetadas e a interface intuitiva do software não são acidentes. Eles são a linguagem física e digital pela qual a empresa comunica seus valores centrais de inovação e exclusividade.

O design cria produtos que os usuários não apenas utilizam, mas que eles amam exibir e recomendar. Essa lealdade orgânica é um ativo inestimável que o marketing tradicional tem dificuldade em comprar.

Conclusão

Integrar o design desde o início do desenvolvimento de um produto não é um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa. Empresas que abraçam o design de forma holística — compreendendo-o como empatia aplicada à resolução de problemas — não apenas entregam produtos melhores, mas constroem negócios mais lucrativos e duradouros.