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Profissional Engenheiro(A) De Plataforma De Agentes (Staff / L5) | Remoto

luby

Remoto BR
Sem Categoria

Score da Vaga

90 pontos
Modelo remoto (+90)

#VemPraLuby💙

Aqui você terá a oportunidade de:

  • Evoluir em um ambiente de alta performance: Uma cultura onde o desenvolvimento é contínuo, com autonomia e envolvimento em projetos nacionais e internacionais que realmente testam suas habilidades e impulsionam seu potencial.
  • Integrar um time apaixonado por tecnologia: Aqui, você vai trabalhar ao lado de talentos experientes em um ambiente colaborativo e disruptivo, utilizando as tecnologias mais avançadas do mercado.
  • Deixar sua marca no mundo: Nossas soluções digitais impactam diretamente a vida de milhares de pessoas, e é a sua chance de ser parte ativa na construção de um futuro mais digital e conectado.
  • Trabalhar de forma remota e com flexibilidade: Seja qual for o seu lugar, estamos prontos para te receber no nosso time!

Sua Missão:

Estamos em busca de um Staff Agentic Platform Engineer (L5), com mais de 7 anos de experiência, que seja a pessoa responsável por fazer a AI Software Factory realmente funcionar. Enquanto os times de stream cuidam de features e resultados, esta posição é dona do substrato sobre o qual tudo roda: o runtime do agent sandbox, o pipeline de CI/CD como substrato de harness, o LLM gateway, o stack de observabilidade, a infraestrutura de empacotamento de plugins e a arquitetura de nuvem que mantém dados sensíveis (PHI) dentro das fronteiras do Canadá.

Este não é um papel tradicional de DevOps. Sob o princípio de Factory-as-Code, quem é dono do pipeline é quem o melhora — via PRs, via propostas geradas por agentes e via evals no próprio pipeline. Features de IA degradam em qualidade antes de degradarem em disponibilidade; por isso o mandato de observabilidade é quality-first, não uptime-first.

No nível Staff (L5), essa pessoa terá autoridade técnica cross-team: define os padrões arquiteturais que os times de stream consomem, conduz design reviews, mentora engenheiros sêniores e é a referência quando um problema difícil de infraestrutura não tem resposta óbvia. Os clientes são sempre internos: os times de stream que precisam da factory rodando limpa para entregar features de IA sem fricção.

Principais Atividades:

  • Projetar, construir e operar o runtime do agent sandbox (modelo de dois contêineres com Podman, fronteira de rede com mitmproxy, allowlists por projeto e neutralização de supply-chain em tempo de build da imagem);
  • Ser dono do pipeline de CI/CD como substrato de harness: workflows do GitHub Actions atuando como camada de Sensor (lint, type checks, test runners, dependency scanners, testes estruturais e integração com GHAS);
  • Manter o LLM gateway e o framework de coordenação multi-agente no Vertex AI: governança de versões, gestão de credenciais (credenciais nunca entram no contêiner do agente) e atualização de políticas de roteamento;
  • Construir a infraestrutura de empacotamento e distribuição de plugins: versionamento, distribuição para as superfícies de AI engineering e políticas de governança para planner-skills, builder-templates e sensor-skills;
  • Ser dono do stack de observabilidade de ponta a ponta: audit trails de ações dos agentes, LLM trace logging, métricas de qualidade (eval scores, taxas de amostragem para revisão humana) e alertas de drift (distribution shift, regressão de latência, esgotamento de context window);
  • Gerenciar infraestrutura GCP/Vertex AI para workloads de IA: Cloud Run, GKE, service accounts com IAM least-privilege, Artifact Registry, CDN e configuração de edge;
  • Apoiar a configuração de sovereign cloud no Canadá: enforcement de data residency, segmentação de rede para tratamento de PHI e pipeline de audit log para atender SOC2/SOX/PHIPA/PIPEDA;
  • Garantir a confiabilidade em produção de features AI-native: SLOs para endpoints dependentes de LLM, runbooks para degradação de performance de modelo e gatilhos de rollback baseados em regressão de eval score;
  • Conduzir o enablement dos times de stream: apoiar a adoção do harness, empacotamento do SUT, configuração do AGENTS.md e a montagem dos workflows de CI — construindo capacidade, não dependência;
  • Exercer liderança arquitetural cross-team: definir padrões, conduzir design reviews e mentorar engenheiros sêniores.

Requisitos essenciais:

  • Inglês fluente;
  • 10+ anos de experiência em engenharia de software e 4+ anos em engenharia de plataforma ou infraestrutura em escala de produção;
  • Experiência aprofundada em CI/CD: pipelines não triviais de GitHub Actions (composição de workflows, gestão de secrets, caching, matrix builds, políticas de branch protection);
  • Profundidade em contêineres e redes: Podman ou Docker, networking multi-contêiner, roteamento TCP, mitmproxy como proxy transparente, iptables/nftables para controle de egress;
  • Engenharia de nuvem em produção em GCP e/ou AWS: Kubernetes gerenciado (GKE/EKS), runtimes serverless (Cloud Run/Lambda), design de políticas de IAM e endpoints gerenciados do Vertex AI;
  • Instintos de engenharia de segurança: IAM least-privilege, secret zero, risco de supply-chain e design de audit log — pensando no que um agente ou atacante poderia fazer com o acesso concedido;
  • Prática sólida de observabilidade: structured logging, correlação de traces, agregação de logs, design de SLOs, burn-rate alerting e detecção de drift para saídas não determinísticas;
  • Fluência em Infrastructure-as-Code: Terraform ou equivalente, com ambientes efêmeros empacotados como IaC (e não como snowflakes);
  • Capacidade de ensinar: enablement é metade do trabalho — explicar o modelo de isolamento de rede, o risk-tiered gate e os requisitos de empacotamento do SUT para times que os encontram pela primeira vez;
  • Comunicação em nível Staff: escrever propostas arquiteturais, conduzir design reviews e tomar decisões que perduram além do seu tempo na função;

Será um diferencial:

  • Experiência com GCP (Cloud Run, GKE, IAM, Cloud Logging, Artifact Registry) como substrato primário;
  • Familiaridade com requisitos de audit log de PIPEDA/PHIPA/SOC2, projetando observabilidade para atender compliance desde o dia um;
  • Experiência com infraestrutura de avaliação de agentes: trace tagging, pipelines de LLM-as-judge e UIs de revisão humana;
  • Experiência com infraestrutura HL7/FHIR: API gateways, integração com event bus e storage com data residency;
  • Certificação em nuvem (GCP Professional Cloud Architect ou equivalente).

O que oferecemos:

  • Trabalho Remoto: Desfrute da flexibilidade de trabalhar de qualquer lugar do Brasil, com total autonomia e organização.
  • Saúde e Bem estar: Plano de Saúde e Odontológico, Seguro de Vida e Wellhub (Gympass).
  • +Educação: Descontos em cursos da FIAP e MBA USP Esalq para você continuar aprendendo e se desenvolvendo.
  • Diferenciais exclusivos: Descontos em lojas Multilaser, bonificação por indicação de profissionais e negócios, horário adaptável e bônus anual.

Saiba mais sobre cultura, diferenciais e como é ser um #Luber em nossa Página de Carreiras!

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Dica do Especialista

Oportunidades e Tendências no Mercado de Design para 2026

Se a última década no design digital foi marcada pela padronização das interfaces mobile e pela ascensão do UX/UI como o coração do desenvolvimento de produtos, o ano de 2026 representa o início de uma nova era. Não estamos mais desenhando apenas para telas planas de vidro; estamos projetando para ecossistemas inteligentes, ambientes tridimensionais e algoritmos autônomos.

Para os designers que buscam se destacar e conquistar as melhores oportunidades remotas e em moedas fortes, compreender para onde o mercado está caminhando não é um diferencial, é uma questão de sobrevivência profissional. Abaixo, detalhamos as quatro grandes tendências que ditarão as contratações no mercado de design em 2026.

1. Design Generativo e a IA como Co-piloto (Não como Substituta)

O medo de que a Inteligência Artificial substituiria os designers ficou no passado. Em 2026, a IA generativa está profundamente integrada em ferramentas como Figma, Adobe e Framer. A habilidade mais valorizada pelas empresas não é mais a velocidade em alinhar pixels, mas sim a direção de arte algorítmica e o prompt design.

  • Automação de UI: Criação de wireframes, variações de componentes e design systems complexos serão gerados com poucos comandos de texto.
  • O Novo Papel do Designer: O profissional deixa de ser o executor operacional e passa a ser o curador e estrategista, garantindo que o que a IA gera está alinhado com a psicologia do usuário e os objetivos de negócios.

2. Spatial Design e a Computação Espacial

Com a maturação de dispositivos de realidade mista (como o Apple Vision Pro e as linhas avançadas da Meta), o Spatial Design (Design Espacial) deixou de ser um nicho experimental para se tornar um departamento obrigatório nas grandes empresas de tecnologia.

Projetar para a computação espacial exige uma quebra de paradigma: os designers precisam entender de profundidade, ergonomia visual, som espacial e interações baseadas no rastreamento ocular e gestual. As vagas para AR/VR Product Designers e 3D Interaction Designers estão vendo um salto exponencial nas ofertas com salários premium no exterior.

3. Design de Conversação e Interfaces Invisíveis (Zero-UI)

Com a onipresença dos Large Language Models (LLMs), a forma como os usuários interagem com os sistemas mudou. Em 2026, muitas interfaces não têm botões ou menus; elas são conversacionais. O UX Writing e o Conversation Design ganharam status de protagonismo.

  • Desafio: Como desenhar a "personalidade" e o fluxo de um assistente virtual para que ele não pareça um robô engessado?
  • Oportunidade: Designers que sabem mapear árvores de decisão, criar fluxos lógicos para voz e texto, e treinar a empatia da inteligência artificial estão sendo disputados a peso de ouro pelas startups.

4. Sustentabilidade Digital e Eco-Design

A pauta ESG (Ambiental, Social e Governança) invadiu as mesas de produto. A internet consome uma quantidade massiva de energia, e em 2026, empresas estão sendo cobradas por sua pegada de carbono digital.

Surge a demanda pelo Eco-Design Digital. Isso envolve criar interfaces mais leves, otimizar fluxos de usuário para reduzir o tempo de tela (e, consequentemente, o gasto de bateria e processamento do servidor), e adotar paletas de cores e assets (como SVGs no lugar de imagens pesadas) que exigem menos energia dos dispositivos. Ser um designer sustentável tornou-se um argumento de venda B2B fortíssimo.

Conclusão: A Evolução do Talento

O mercado de design em 2026 é altamente recompensador para quem abraça a complexidade. A barreira de entrada para criar telas bonitas caiu, mas a demanda por profissionais que resolvem problemas de negócios através de empatia, estratégia e domínio de novas tecnologias nunca esteve tão alta.

Se você quer estar à frente dessa onda e ter acesso às vagas que já estão buscando essas habilidades específicas, acompanhe a curadoria diária da Mondywork. O futuro do design é híbrido, remoto e cheio de oportunidades.