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Auxiliar De Loja Temporário - Parkshopping

gogroup

Presencial Brasília, DF, BR
Product Owner

Score da Vaga

80 pontos
Modelo presencial (+70) Product Owner (+10)

DESCRIÇÃO

Você é aquela pessoa cheia de energia, que não fica parada e resolve tudo com agilidade? Gosta de um ambiente dinâmico, onde cada dia é diferente? Se você respondeu que sim, essa vaga é para você!

O desafio dessa vaga é apoiar a operação da loja com muita proatividade, cuidando da organização, da reposição de produtos e do estoque, além de dar aquele suporte no atendimento para que cada cliente tenha uma experiência encantadora!

Organização e Reposição

  • Auxiliar na reposição de produtos no salão de vendas e no estoque.

  • Manter a loja organizada e abastecida, respeitando o padrão de exposição da marca.

  • Ajudar na limpeza e conservação do espaço de vendas e do estoque.

Retirada e Embalagem de Pedidos

  • Localizar produtos reservados ou pedidos prontos (retirada no estoque ou mezanino).

  • Conferir, embalar com cuidado e entregar ao cliente ou vendedor com agilidade.

  • Apoiar na realização de trocas, entregas e produtos devolvidos.

Atendimento ao Cliente

  • Apoiar o atendimento ao cliente quando a loja estiver cheia ou a equipe ocupada.

  • Oferecer suporte com simpatia, demonstrando os produtos ou acompanhando a jornada do cliente até o caixa.

  • Informar sobre promoções, localização de itens e tempo de espera com clareza.

  • Realizar impressão a laser, usando máquina disponível em loja.

Apoio ao Caixa

  • Auxiliar o operador de caixa no empacotamento de compras e na organização da área do caixa.

  • Entregar sacolas, embrulhos especiais ou brindes.

  • Recolher produtos devolvidos e reposicionar no salão.

Suporte à Equipe

  • Estar sempre disponível para apoiar diferentes áreas: VM, estoque e vendas.

  • Comunicar-se bem com a equipe para agilizar processos e garantir fluidez na operação.

  • Apoiar nas vendas via Whatsapp, orientando e direcionando os clientes aos vendedores.

 

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Sobre a área de Product Owner

O Product Owner (PO) é o profissional responsável por maximizar o valor do produto entregue pelo time de desenvolvimento. Ele atua como a voz do cliente e dos stakeholders, gerenciando e priorizando o backlog do produto, definindo histórias de usuário claras e garantindo que o time trabalhe nos itens mais valiosos para o negócio.

As principais habilidades incluem gestão de backlog, escrita de histórias de usuário, priorização (Mascow, RICE), metodologias ágeis (Scrum, Kanban) e comunicação com stakeholders. Conhecimento em ferramentas como Jira, Trello, Azure DevOps e Miro é essencial.

Product Owners são profissionais altamente demandados no mercado de tecnologia, atuando de forma colaborativa com Scrum Masters, Product Managers e times de engenharia para impulsionar a agilidade e a entrega de valor contínuo.

Conheça Outras Áreas

Entenda melhor o escopo de atuação, habilidades necessárias e ferramentas utilizadas em diferentes áreas de carreira.

Sobre a área de Desenvolvimento Mobile

O Desenvolvimento Mobile é uma das áreas mais dinâmicas e em constante evolução do mercado de tecnologia. Com bilhões de dispositivos smartphones no mundo, a demanda por desenvolvedores mobile qualificados continua crescendo exponencialmente.

As principais stacks incluem Flutter (Dart), React Native (JavaScript/TypeScript), Kotlin (Android nativo), Swift (iOS nativo) e frameworks híbridos como Ionic e Capacitor. Conhecimento de arquitetura mobile (MVVM, Clean Architecture), CI/CD mobile (Fastlane, Bitrise, Codemagic) e publicação em App Store/Google Play são essenciais.

Desenvolvedores mobile sênior são profissionais muito valorizados, com salários competitivos e muitas oportunidades de trabalho remoto para empresas internacionais. A especialização em cross-platform ou nativo é uma decisão estratégica de carreira.

Sobre a área de Governança de TI

A Governança de TI é a área responsável por garantir que os recursos de tecnologia da informação sejam utilizados de forma estratégica, eficiente e em conformidade com as normas e regulamentações. Profissionais de governança de TI asseguram que a tecnologia suporte os objetivos do negócio de forma segura e confiável.

As principais habilidades incluem gestão de serviços de TI (ITIL), auditoria e compliance de TI, gestão de riscos, continuidade de negócios, recuperação de desastres, métricas e indicadores (SLAs, KPIs), e alinhamento estratégico entre TI e negócio. Frameworks como COBIT, ITIL, ISO 27001 e normas de compliance são essenciais.

Profissionais de Governança de TI em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam ITSM, auditoria de TI e gestão de riscos. A área oferece oportunidades desde analista de governança até CIO/CTO, com foco em eficiência, conformidade, segurança e valor de negócio.

Sobre a área de Design

A área de Design, especialmente UX/UI e Product Design, vivenciou um crescimento significativo nos últimos anos. Com a digitalização acelerada dos negócios, a demanda por profissionais que consigam criar experiências digitais intuitivas e agradáveis nunca foi tão alta.

Os principais skills incluem Figma, Sketch, Adobe XD, pesquisa com usuários, design thinking, prototipação e system design. Designers de produto são cada vez mais valorizados por seu impacto direto nos resultados de negócio.

O trabalho remoto abriu portas para designers brasileiros trabalharem para empresas globais, com salários competitivos em dólares e euros.

Sobre a área de Conteúdo

A área de Conteúdo e Social Media é essencial para construir presença digital e engajamento com audiências. Profissionais criam estratégias de conteúdo, gerenciam redes sociais e desenvolvem narrativas de marca impactantes.

As principais habilidades incluem copywriting, storytelling, gestão de comunidades, análise de métricas, produção audiovisual e conhecimento de algoritmos de cada plataforma.

Com o crescimento do marketing de influenciamento e do commerce via social, essa área continua gerando novas oportunidades de carreira.

Sobre a área de Web Designer

O Web Designer é o profissional responsável por criar interfaces visuais de sites, aplicações web e landing pages, combinando estética, usabilidade e experiência do usuário. Ele transforma necessidades de negócio em layouts funcionais e responsivos que comunicam a identidade da marca.

As principais habilidades incluem UI design, design responsivo, prototipação (Figma, Sketch, Adobe XD), wireframing, design systems, acessibilidade (WCAG), information architecture e conhecimento básico de HTML/CSS. Conhecimento de UX design, motion design e front-end é diferencial.

Web Designers em empresas de tecnologia são muito valorizados, especialmente aqueles que dominam design systems, design tokens e conseguem criar interfaces que convertem e engajam. A área oferece oportunidades desde web designer júnior até product designer e design lead.

Guias de Carreira

Guia de Carreira em Tecnologia

Planejamento, habilidades, entrevistas e crescimento profissional em TI, Ciência de Dados, DevOps e Produto.

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Guia de Carreira em Design

UX/UI, Design Gráfico, Design de Produto. Portfólio, ferramentas, entrevistas e crescimento na área de Design.

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Guia de Carreira em Marketing

SEO, Mídia Paga, Growth, Marketing de Conteúdo. Certificações, ferramentas e estratégias para crescer no Marketing Digital.

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Guia de Carreira em Finanças

Mercado financeiro, investimentos, finanças corporativas, certificações e estratégias para crescer na área financeira.

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Guia de Carreira em Comunicacao

Jornalismo, RP, Comunicacao Corporativa, Marketing de Conteudo e Producao Multimidia.

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Guia de Carreira em Administracao

Gestao de Empresas, RH, Logistica, Consultoria, Gestao de Projetos e Empreendedorismo.

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Guia de Carreira em Dados

Ciencia de Dados, Engenharia de Dados, BI, Machine Learning e IA. Da formacao ao mercado.

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Guia de Carreira em Produto

Product Management, Product Ownership, Agile, Scrum e OKRs. Da estrategia a execucao.

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Glossário Tech e Remoto

Chega de ficar boiando nas entrevistas e descrições de vagas

O mercado de trabalho, especialmente o de tecnologia e as empresas globais, desenvolveu um dialeto próprio. Não entender essas siglas pode fazer você perder oportunidades valiosas ou negociar mal o seu contrato. Para acabar com esse problema, criamos o Glossário Definitivo do Profissional Remoto.

🏢 Modelos de Trabalho e Rotina

Async (Trabalho Assíncrono)
Modelo de comunicação onde as respostas não precisam ser imediatas. Em vez de reuniões o dia todo, a equipe usa documentos e mensagens estruturadas. É o padrão de ouro das empresas globais com times em vários fusos horários.
Sync (Trabalho Síncrono)
O oposto do Async. Exige que a equipe esteja online e disponível no mesmo horário para reuniões, chats ao vivo e colaboração em tempo real.
Daily / Stand-up
Reunião diária e rápida (geralmente de 15 minutos) muito comum em metodologias Ágeis (Scrum). A equipe responde a três perguntas: O que fiz ontem? O que farei hoje? Há algum impedimento?
All-Hands / Town Hall
Reunião geral que envolve todos os funcionários da empresa. Geralmente conduzida pelos fundadores (C-Levels) para apresentar resultados, novas metas e responder a perguntas da equipe.
1:1 (One-on-One)
Reunião individual e recorrente entre o profissional e seu líder direto. Serve para alinhamento de carreira, feedbacks e resolução de problemas, não apenas para status de projetos.

💰 Contratos, Benefícios e Remuneração

PTO (Paid Time Off)
Significa "Tempo Livre Remunerado". Diferente das férias fixas do Brasil (CLT), as empresas estrangeiras costumam oferecer uma bolsa de dias (ex: 20 dias de PTO) que você pode usar para férias, dias de doença ou resolver problemas pessoais, recebendo normalmente.
Equity / Stock Options
Participação societária. A empresa oferece a você o direito de comprar ações da startup por um preço baixíssimo no futuro. Se a empresa crescer ou for vendida, essas ações podem valer muito dinheiro.
Vesting (Período de Aquisição)
É a regra que controla o seu Equity. Geralmente dura 4 anos. Você não ganha todas as ações no primeiro dia; você as "conquista" aos poucos enquanto permanece na empresa. Se houver um "Cliff" de 1 ano, significa que você precisa ficar pelo menos um ano para receber a primeira parte.
RSUs (Restricted Stock Units)
Diferente das Stock Options (onde você tem o direito de comprar a ação), as RSUs são ações que a empresa simplesmente te dá como bônus ou parte do salário, mas que seguem um calendário de Vesting.
Contractor (B2B / PJ)
Modelo de contratação internacional mais comum para brasileiros. Você atua como uma empresa prestadora de serviços (PJ) para a empresa no exterior, recebendo o valor bruto (gross salary) sem descontos na fonte.

🤖 Recrutamento e Processo Seletivo

ATS (Applicant Tracking System)
O "robô" que lê o seu currículo. Softwares como Greenhouse, Ashby e Workday são usados para filtrar candidatos por palavras-chave antes mesmo de um humano olhar o documento. (Dica: é por isso que seu currículo precisa ser limpo e ter as keywords certas).
JD (Job Description)
A Descrição da Vaga. É o documento que lista as responsabilidades, requisitos e benefícios da posição aberta.
Fit Cultural
Etapa da entrevista que avalia se os seus valores, forma de comunicação e visão de mundo estão alinhados com a cultura da empresa. É aqui que avaliam suas Soft Skills.
Onboarding
O processo de integração. É o período das suas primeiras semanas na empresa, onde você recebe acessos, conhece a cultura, estuda a documentação e entende como o produto funciona.

🚀 Como usar isso a seu favor?

O segredo não é apenas saber o que essas siglas significam, mas usá-las ativamente. Se durante a entrevista para uma vaga gringa você perguntar "Como funciona a política de PTO e o calendário de Vesting de vocês?", o recrutador imediatamente perceberá que você é um profissional de alto nível, familiarizado com o mercado global.

O mercado de trabalho remoto exige preparação. E ter o vocabulário certo é o primeiro grande passo para garantir propostas na casa dos milhares de dólares.

Dica do Especialista

Estratégias Avançadas para Dominar o LinkedIn

O maior erro que os profissionais cometem no LinkedIn é tratá-lo como um repositório estático de currículos. A plataforma evoluiu para se tornar um poderoso motor de busca (SEO) de talentos e um ecossistema de conteúdo.

Ter uma foto bem iluminada e o campo "Experiência" preenchido já não é um diferencial; é o mínimo esperado. Se você deseja atrair recrutadores, parceiros de negócios ou clientes de forma passiva, precisa entender como o algoritmo funciona e como gerar valor real. Aqui estão as estratégias mais eficazes para transformar seu perfil.

1. Otimize seu Título (Headline) para SEO

O "Título" (aquela frase que fica logo abaixo do seu nome) é o espaço imobiliário mais valioso do seu perfil. É a principal métrica que o algoritmo de busca do LinkedIn utiliza quando um recrutador digita palavras-chave.

Muitas pessoas cometem o erro de colocar apenas o cargo atual (ex: "Engenheiro de Software na Empresa X"). Em vez disso, use uma fórmula que combine Cargo + Especialidades (Palavras-chave) + Proposta de Valor.

💡 Antes e Depois

Comum: Gerente de Marketing

Otimizado: Gerente de Marketing Estratégico | Especialista em Inbound & Growth Hacking | Ajudando empresas a escalarem receitas através de tráfego orgânico

2. Engajamento Estratégico (O Segredo do Algoritmo)

Você não precisa necessariamente criar posts todos os dias para ter visibilidade. O algoritmo do LinkedIn premia fortemente os "comentários de valor". Quando você comenta na postagem de alguém com uma reflexão inteligente (não apenas um "Parabéns!" ou texto gerado por IA), sua foto, seu nome e seu título aparecem para toda a rede daquela pessoa.

Dedique 15 minutos do seu dia para comentar em publicações de líderes da sua área ou de empresas nas quais você gostaria de trabalhar. Isso cria Brand Awareness (consciência de marca) pessoal e frequentemente resulta em convites de conexão altamente qualificados.

3. Fuja do "Estou muito feliz em anunciar..."

A cultura do LinkedIn ficou famosa pela positividade tóxica e pelas "humildes exibições" (humblebrag). Para se destacar no meio do ruído, aposte na autenticidade. Compartilhar fracassos, lições aprendidas após um projeto dar errado ou documentar o seu processo de aprendizado (build in public) gera muito mais conexão emocional do que apenas postar vitórias plastificadas.

"As pessoas não se conectam com a perfeição; elas se conectam com a vulnerabilidade profissional e com a resiliência."

4. O Domínio das Mensagens (InMail)

Adicionar alguém apenas enviando o convite vazio é desperdiçar uma oportunidade. Ao mesmo tempo, enviar um "pitch" de vendas ou pedir emprego na primeira mensagem é como pedir alguém em casamento no primeiro encontro.

Use a estratégia "Dar, Dar, Pedir". Ao se conectar com alguém estratégico:

  • Mensagem 1: Elogie um artigo específico que a pessoa escreveu ou um projeto da empresa dela. (Sem pedir nada).
  • Mensagem 2 (dias depois): Compartilhe uma ferramenta, artigo ou contato que seja útil para o desafio que ela enfrenta. (Dar valor).
  • Mensagem 3: Somente então, faça um pedido simples, como "Teria 10 minutos para um café virtual para falarmos sobre as tendências de mercado da área X?".

5. Acompanhe seu SSI (Social Selling Index)

Você sabia que o LinkedIn dá uma nota secreta para o seu perfil? Chama-se Social Selling Index (Índice de Vendas Sociais). É uma métrica de 0 a 100 que avalia o quão eficaz você é em estabelecer sua marca, localizar as pessoas certas, engajar-se com insights e construir relacionamentos.

Perfis com pontuações acima de 70 ganham até 20% mais alcance orgânico em suas publicações. Você pode verificar a sua nota gratuitamente (basta estar logado e acessar linkedin.com/sales/ssi) para entender onde você precisa melhorar a sua atuação na rede.